quarta-feira, 22 de abril de 2015

O hiper-realismo nas obras de um brasileiro autodidata





Um adolescente franzino e triste, ao lado de um homem de cachecol e olhar distante, lembra muito as esculturas hiper-realistas de Ron Mueck.

Mas as obras não são do australiano que levou mais de 400 mil pessoas à Pinacoteca, em São Paulo, entre novembro de 2014 e fevereiro de 2015, e bateu o recorde de visitação do museu. São trabalhos do brasileiro Giovani Caramello, 24, artista de Santo André, região metropolitana de SP.

"Minha mãe (Luci Chicon Caramello) também é artista plástica. Desde pequeno ficava tentando imitá-la", diz ele na galeria OMA, no centro de São Bernardo do Campo, onde expõe oito trabalhos.

Caramello conta que se dedicou ao desenho até o final do ensino médio. Ainda sem querer fazer faculdade, mas já sentindo necessidade de trabalhar, começou a criar animações em 3D. Em seguida, entrou em um curso de esculturas porque achou que ajudaria no trabalho, mas, depois disso, não conseguiu mais parar de pôr a mão na massa. Vale o Clique!

Via Uol Notícias

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