quarta-feira, 12 de agosto de 2015

EXPODERIVA 2015 - Bárbara Taveira Fleury Curado



Ah, e como eu gostei!
É que tinham flores no caminho
elas nasciam entre casas, muros e abandonos.
É que eu vi a vida se perdendo naqueles becos...
e a cidade se construindo de resistências.
Eu acho que a vida gosta de se perder no efêmero.

Bárbara Taveira Fleury Curado




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