sexta-feira, 30 de junho de 2017

Plataforma online disponibiliza documentos sobre direito autoral na arquitetura

Casos de violações de direitos autorais são, de tempos em tempos, tema de manchetes nos maiores veículos de informação ligados à arquitetura. O mais recente é o caso do arquiteto Jeehoon Park, que está processando o escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM) por ter roubado o projeto do One World Trade Center - que seria, supostamente, uma cópia de um projeto que desenvolvera na pós-graduação no Illinois Institute of Technology.

Outros casos famosos incluem as acusações de que o escritório de Kengo Kuma teria copiado o projeto de Zaha Hadid Architects para o Estádio Nacional de Tóquio e, voltando algumas décadas no tempo, talvez o caso mais emblemático de plágio da história da arquitetura, em que Philip Johnson copiou, sem pudores, o projeto da Casa Farnsworth de Mies van der Rohe.

O tema, como se pode perceber, acompanha a arquitetura há muito tempo, no entanto, definir com clareza os limites do que é, efetivamente, um plágio e aquilo que apenas reflete (talvez um pouco demais) suas referências é um desafio para arquitetos e juristas.

Buscando tornar mais clara e acessível a legislação que rege os direitos autorais na arquitetura no Brasil, foi criada a plataforma Arquitetura & Direito Autoral, "o primeiro espaço virtual brasileiro integralmente dedicado ao debate e à difusão do conhecimento sobre os direitos autorais que nascem com as criações arquitetônica."

O portal disponibiliza gratuitamente diversos documentos para download, desde a resolução do CAU/BR que regulamenta os direitos autoriais na arquitetura e urbanismo, até relatórios de pedidos de patente, decisões judiciais sobre alguns casos específicos e artigos sobre o tema. Vale o Clique!

Via ArchDaily

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Escola da Cidade promove evento sobre arquiteturas anfíbias

O curso de pós-graduação lato sensu Habitação e Cidade, da Escola da Cidade - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, irá promover em julho a 1ª Edição do Seminário Internacional Modos de Habitar Arquiteturas Anfíbias. Realizado na capital paulista, o evento recebe inscrições até 30 de junho.

A proposta busca ponderar sobre as chamadas palafitas, ou “arquiteturas anfíbias”, por sua condição de limiar entre as águas e a terra firme - uma estratégia de ocupação característica de várias regiões do Brasil.

Os encontros, que acontecem de 8 a 15 de julho, promoverão a reflexão propositiva sobre os tipos de construção, discutindo possibilidades pouco exploradas e abrindo perspectivas para sua aplicação atualizada junto à políticas públicas. A área de estudo escolhida está localizada na cidade de Santos, litoral de São Paulo.

O primeiro seminário explorará ainda novas alternativas de projeto para áreas de fragilidade ambiental, porém de grande potencialidade, onde se encontram palafitas, atualizando como tipo arquitetônico essa forma tradicional imemorial de se construir, sendo assim apoio para a transformação do habitat humano contemporâneo.

O evento é organizado pelos professores e arquitetos Ruben Otero, Luis Octavio de Faria e Silva, Maria Teresa Fedeli, Victor Minghini e Karina Gabriel. Contará com ateliers de projeto coordenados por representantes dos escritórios de arquitetura Una Arquitetos, Andrade Morettin, Colectivo Aqua Alta e Domenico Potenza.

As inscrições devem ser realizadas no site da Escola da Cidade até 30 de junho, onde também podem ser obtidas mais informações, além do programa completo do evento. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArcoWeb

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Walabot DIY - Dispositivo que permite ver encanamentos dentro das paredes



Querendo instalar algo ou fazer alterações em uma parede, mas tem medo de atingir algum encanamento ou eletroduto? O dispositivo Walabot DIY põe um fim a esta preocupação, oferecendo uma visão semelhante a um raio-x do interior da parede.

Diferente de outros localizadores tradicional, o Walabot é capaz de detectar uma variedade de materiais e objetos, como canos, fios, conduítes, pregos e até mesmo ratos, baratas e outros insetos. Além disso, o dispositivo é capaz de encontrar objetos que não estão diretamente na superfície da parede ou teto, localizando materiais a até quatro polegadas de profundidade (cerca de 10 cm).

Para usar o Walabot, basta encaixá-lo em seu smartphone com o ímã do dispositivo, baixar o aplicativo e calibrar o equipamento na parede. Em seguida, passe-o pela parede como qualquer outro localizador. A diferença em relação aos demais equipamentos de localização é que em vez de emitir um sinal sonoro ambíguo, é possível ver através da tela do celular exatamente o que há dentro da parede.

O dispositivo é fabricado pela empresa 3D Vayyar Imaging, que oferece uma variedade de serviços que permitem aos clientes ver através de objetos. A versão DIY torna o processo fácil, com configuração rápida e uma interface simples, mas para usuários avançados, eles também fornecem kits adicionais que oferecem recursos mais sofisticados, incluindo sensores 3D.

O dispositivo está atualmente disponível exclusivamente para dispositivos Android, no entanto, a versão iOS já está em fase de desenvolvimento. Vale o Clique!

Via ArchDaily

terça-feira, 27 de junho de 2017

27 Obras de Oscar Niemeyer são declaradas patrimônio histórico nacional

No ultimo dia 7 de junho, o Ministério da Cultura determinou o tombamento de 27 obras públicas projetadas por Oscar Niemeyer. Entraram para a lista de patrimônio histórico brasileiro o Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal, o Itamaraty, o Congresso Nacional, o Museu de Arte Contemporânea em Niterói, o Conjunto do Parque Ibirapuera em São Paulo, a Casa de Chá em Belo Horizonte e o Sambódromo do Rio de Janeiro. A partir de agora a preservação de todos estes edifícios passa a ser responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Em julho do ano passado, outras obras de Niemeyer do Conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, viraram Patrimônio Cultural da Humanidade e passaram a ser protegidos pela Organização das Nações Unidas. Tal conjunto é formado pelos edifícios e jardins do Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), da Casa do Baile, do Iate Golfe Clube, da Igreja de S. Francisco de Assis, o espelho d´água e a orla da Lagoa no trecho que os articula.

A decisão do Ministério da Cultura reforça a importância de Oscar Niemeyer para a arquitetura brasileira e mundial. “É o arquiteto que construiu a obra mais diversa em toda a história da civilização humana, com sua presença inscrita em todos os continentes”, comentou Cláudio Queiroz, professor da UnB e parceiro de Nimeyer em alguns projetos.

Veja, a seguir, a lista completa das 27 obras de Niemeyer que fora tombadas pelo Ministério da Cultura:

Praça dos Três Poderes
Congresso Nacional
Conjunto do Palácio da Alvorada
Palácio do Planalto
Supremo Tribunal Federal
Ministérios e anexos
Quartel General do Exército
Palácio Jaburu
Palácio da Justiça
Palácio Itamaraty e anexos
Museu da Cidade
Espaço Lúcio Costa
Panteão da Liberdade e Democracia
Teatro Nacional
Memorial JK
Memorial dos Povos Indígenas
Conjunto Cultural Funarte
Espaço Oscar Niemeyer
Conjunto Cultural da República
Edifício do Touring Club do Brasil
Casa de Chá
Pombal
Capela Nossa Senhora de Fátima
Casa das Canoas (Rio de Janeiro)
Conjunto da Passarela do Samba (Sambódromo da Marques de Sapucaí)
Museu de Arte Contemporânea – MAC (Niterói)
Conjuntos do Parque do Ibirapuera (São Paulo), especificamente: a Grande Marquise, o Palácio das Nações (Pavilhão Manoel da Nóbrega), o Palácio dos Estados (Pavilhão Francisco Matarazzo Sobrinho), o Palácio das Indústrias (Pavilhão Armando de Arruda Pereira), o Palácio de Exposições ou das Artes (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, também conhecido como “Oca”) e o Palácio da Agricultura.

Via ArchDaily

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Nendo faz seu primeiro projeto público



Com o minimalismo e a excelência de sempre, o estúdio Nendo, comandado pelo arquiteto Oki Sato, assina seu primeiro projeto público, a praça CoFuFun. O espaço de 6 mil m² fica na estação Tenri, em Nara, no Japão e reúne palco, parque, aluguel de bicicletas, ginásio, lojas, cafés, entre outras atrações.

A praça é composta por diversas estruturas de concreto em forma de disco, todas inspiradas em um antigo e tradicional cemitério japonês chamado "kofun". A construção é bastante comum na região e costumava ser feita em três formatos: o de fechadura, o de quadrado ou o círcular - como os construídos por Sato e sua equipe.


Outra inspiração, desta vez um pouco menos mórbida, veio da natureza ao redor. O estúdio sinaliza que a praça também faz referência à bacia de Nara e às montanhas que a cercam.  Por isso, algumas das estruturas são abobadadas, enquanto outras deprimem formando anfiteatros.

Os edifícios foram feitos com peças de concreto pré-moldado, descritas pelo estúdio como "pizzas enormes" que precisaram ser encaixadas como blocos de construção. Assim, eles conseguiram criar grandes espaços sem o uso de colunas.

Os diferentes níveis do kofun servem a vários fins: são escadas, mas também bancos, prateleiras e o que mais o público puder imaginar. Para Nendo, a variedade cria um ambiente que incentiva os visitantes a explorar e, consequentemente, passar o tempo em diferentes espaços dentro da praça. "É um espaço 'ambíguo' que é um café, um playground e um enorme mobiliário, tudo ao mesmo tempo."

No interior dos edifícios, todo o design foi pensado para reproduzir a mesma identidade visual da praça. Móveis e acessórios feitos com madeira local trazem cores neutras, formas circulares e peças escalonadas que garantem a total harmonia entre a estrutura e sua decoração.

O nome da praça, CoFuFun, combina a inspiração principal, o kofun, com a expressão "Fufun", que, em japonês, refere-se a um zumbido feliz e inconsciente. A ideia é que o projeto ofereça uma atmosfera tão agradável que, inconscientemente, os visitantes soltem aquele gostoso suspiro de felicidade. Vale o Clique!

Via Casa Vogue



domingo, 25 de junho de 2017

Câmera conceito - Impressão 3D

O conceito de “Faça-você-mesmo”, também conhecido como DIY (do inglês Do It Yourself), mais do que um slogan punk ou um mote de incentivo pessoal, pode ser de fato um mote e modelo de vida, a ser aplicado como motivo ideológico, político, ou simplesmente como uma via para se contornar dificuldades cotidianas – como a falta de dinheiro. O fotógrafo londrino Paul Kohlhaussen tinha em seus sonhos uma porção de câmeras com as quais gostaria de trabalhar; diante da falta grana para consegui-las, ele decidiu resolver a questão ao estilo DIY: Paul fez ele mesmo sua câmera dos sonhos.

Como um Frankestein reunindo as melhores características de suas câmeras preferidas, Paul se baseou em uma lente Schneider Kreuznach 90mm f/8 Super Angulon para desenvolver o resto das peças, e basicamente imprimiu a câmera através de um serviço chamado 3D Hubs, uma impressora 3D online. Diante do arrojo do projeto, o serviço de impressão online concedeu a Paul uma bolsa de 500 dólares para ele criar sua câmera dos sonhos.

A inspiração para o formato veio da câmera Mamiya 7, mas o projeto reuniu também a proporção da tela da Hasselblad XPan, e a maneira de carregar o filme foi inspirada na clássica Leica M. A câmera foi projetada em 8 diferentes módulos impressos, e ganhou o apelido de “Monstro Ciclope Mostarda”. A câmera tira fotos em filme 120 no formato 6×14, e não possui ajustadores de foco, sempre ajustado ao infinito. Mas sua dinâmica modular justamente permite que o Monstro Ciclope receba diferentes lentes e espaçadores focais.

Pelos exemplos das fotos tiradas com a câmera, é possível perceber o incrível feito de Paul, independentemente de qualquer comparação com as câmeras ditas profissionais. Afinal, o gosto de realizar algo com as próprias mãos e superar limites impostos é parte da força de fazer, você mesmo, seu sonho – tudo, assim, fica mais bonito; até mesmo as fotos.


Via Hypeness





sábado, 24 de junho de 2017

Nova York ganhará museu do Hip Hop em 2018





O Harlem, em Nova York, foi o bairro escolhido para abrigar o gigantesco museu em homenagem ao hip hop que está sendo planejado para ser inaugurado no ano que vem.

A notícia foi revelada pela Hip Hop Hall of Fame, organização sem fins lucrativos que venceu o leilão de um terreno na mesma rua do icônico Apollo Theater, local que já foi (e ainda é) palco para os mais consagrados artistas negros.

O espaço – um prédio de 20 andares – será construído em duas fases. A primeira, fica pronta em fevereiro de 2018 e inclui um café, galeria, espaço de visitantes, loja de presentes e um museu no segundo andar. Também estão planejados espaço para eventos, escritórios e estúdio multimídia para produção de conteúdo de filmes e televisão.

A segunda fase – ainda sem data prevista para inauguração – será a construção de um complexo de entretenimento completo com hotel 5 estrelas, shopping, fliperama, bar, restaurante e lounge para shows.

Segundo o Hip Hop Hall of Fame, o objetivo do lugar será receber anualmente até 1 milhão de visitantes nacionais e internacionais, incluindo fãs de música, turistas, estudantes, entusiastas da cultura e famílias em passeios de excursão educacionais e de entretenimento.

Via Hypeness

sexta-feira, 23 de junho de 2017

História da aviação brasileira ganha exposição no MCB

O Museu da Casa Brasileira (MCB), em parceria com o Instituto Embraer, inaugurou no dia 1º de junho uma exposição que aborda o universo de criação do design nacional para artefatos concebidos para voar. Criada pelo arquiteto e artista Guto Lacaz, a mostra Design na Aviação Brasileira permanece em cartaz no museu paulistano até 20 de agosto.

A exibição conta a história da Embraer S.A., que apostou, desde sua fundação em 1969, no potencial inovador da engenharia e da criatividade nacional. “Como único museu no Brasil dedicado às questões do design, a oportunidade de mostrar esta tradição brasileira e trazer a trajetória de sucesso da Embraer ao grande público é um importante momento de reforço da missão da instituição”, comenta a diretora geral do MCB, Miriam Lerner.

O arquiteto e designer Rogério Batagliese, um colaborador voluntário do MCB, conta que a ideia da exposição surgiu após uma conversa com Miriam e com o diretor técnico, Giancarlo Latorraca, em que propôs “mostrar a forte presença do design no ambiente técnico/tecnológico, que o imaginário reputa como ambiente exclusivo da engenharia”, diz.

“Com esta exposição, em que técnica e invenção estão a serviço do homem, o Museu busca expandir a compreensão sobre a produção do design, que é capaz até mesmo de desafiar a gravidade e diminuir fronteiras”, relata Latorraca.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArcoWeb

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - José Eduard Brito






Arquiteto processa o escritório SOM por plágio

O arquiteto Jeehoon Park entrou com um processo contra o escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM), afirmando que o projeto do One World Trade Center em Nova Iorque foi roubado de um projeto que ele desenvolveu como estudante de pós-graduação no Illinois Institute of Technology em 1999.

O processo diz que o One World Trade, de 104 andares, tem uma "semelhança impressionante" com sua torre Cityfront '99 de 122 andares, que também contava com uma fachada de vidro de triângulos invertidos.

Park, que agora é presidente da Qube Architecture LLC em Suwanee, está exigindo indenização por danos não especificados, incluindo um suposto dano à sua empresa, e os créditos pelo projeto do edifício.

De acordo com o arquiteto, alguém do escritório SOM poderia ter visto a tese de pós-graduação quando ela foi exibida no saguão da universidade, ou através de seu então orientador, que agora trabalha para a empresa. Park também disse que o Cityfront '99 foi apresentado em uma cena do filme A Casa do Lago, de 2006, estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock, que também incluiu uma cena no saguão de um edifício em Chicago onde o SOM tinha um escritório.

Entre os outros acusados no caso estão entidades que participaram do projeto administradas pela Autoridade Portuária de Nova Iorque e Nova Jersey, incorporadoras e a empreiteira Tishman Construction Co.

"Ele só quer ser tratado de forma justa", disse Dan Kent, advogado de Park.

"Nosso cliente francamente não sabia quais eram seus direitos legais até que ele veio até nós", acrescentou Kent. "Nós acreditamos que estamos dentro de qualquer estatuto de limitação, e que ilícita é a conduta atual."

Via ArchDaily

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Leonardo Fleury Gomes



Caminhar pelas ruas de Campinas observando através da lente as construções, o ir e vir das pessoas e a interação com o comércio característico da região, foi uma experiência única e enriquecedora que o projeto Deriva do Bem me proporcionou. O meu muito obrigado.

Leonardo Fleury Gomes




Concurso Nacional – Habitação de Interesse Social – CODHAB – DF


Concurso Público Nacional de Projeto de Arquitetura para Habitação de Interesse Social em três grupos: habitação unifamiliar econômica, casa sobreposta e habitação coletiva econômica.  Busca-se através deste concurso elevar a qualidade das construções no DF, incentivando a participação de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo e engenharia.

O Concurso é Nacional, aberto, em uma etapa. Podem se inscrever no Concurso profissionais diplomados, legalmente habilitados e devidamente cadastrados.

08/06/2017 a 17/07/2017 – Período de inscrições
25/07/2017 a 28/07/2017 – Envio dos projetos

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Concursos de Projeto

terça-feira, 20 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Augusto Vale






Concurso Internacional – Passages Cordillera – Chile

Concurso Internacional Passages Cordillera em Valparaíso, no Chile. Em busca de soluções de mobilidade para a área conhecida como Cordillera, em Valparaíso, por meio de intervenções de conexões, passagens e intervenções urbanas de pequena escala em pontos estratégicos da área de intervenção, favorecendo as conexões entre a escala metropolitana e a escala de bairro.

Podem participar Equipes multidisciplinares, sem restrição de nacionalidade, nos termos do regulamento.

28/06/2017 – Encerramento das inscrições – Primeira Etapa

Mais informações, Vale o Clique!

Via Concursos de Projeto

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Ynara Julia





Gostei muito de ter participado, foi uma experiência maravilhosa e quero ir em outras derivas mais vezes.

Ynara Julia

O dispositivo que transforma poluição do ar em eletricidade

Poluição de ar mata. Por isso, pesquisadores da Universidade de Antwerp encontraram a saída para transformá-la em energia elétrica. O dispositivo, que cabe na palma da mão, é leve e só precisa da luz do sol para funcionar.

A transformação é dividida em duas etapas. Na primeira, o ar é purificado. Já na segunda, o gás hidrogênio, fonte de eletricidade, é gerado. A mudança é feita a partir de nanomateriais que funcionam como catalisadores e são capazes de quebrar a poluição do ar e produzir o hidrogênio – que, por sua vez, pode ser armazenado e utilizado como fonte de energia.

Sammy Verbruggen, pesquisador responsável pelo estudo, publicado recentemente, acredita que ainda há muito trabalho até que seja possível aplicar a tecnologia de forma escalável no dia a dia da população. “Ainda não descobrimos o ‘cálice sagrado’, mas temos na nossa frente um vasto campo de oportunidades”, explicou o cientista, que está trabalhando na escalabilidade e otimização do dispositivo.

De acordo com o site de notícias da universidade local, KU Leuven, o novo dispositivo é inspirado na tecnologia já usada atualmente em painéis solares. A diferença é que a novidade não produz energia fotovoltaica diretamente. Ela utiliza a luz do sol para gerar energia para purificar o ar e, com isso, produzir hidrogênio.

E tem mais: quanto mais poluído for o local onde está instalado o dispositivo, maior é a sua eficiência para produzir eletricidade.

Via The Greenest Post

domingo, 18 de junho de 2017

Mala de prateleira



Ela não é exatamente uma super-novidade, mas também não é tão comum assim de se ver. Estou falando da impressionante ShelfPack, que há tempos está no meu arquivo mental, mas só hoje resolvi postar. Trata-se de uma incrível combinação de mala e prateleiras que só dá pra acreditar vendo. Um mecanismo simples, mas cheio de engenhosidade, permite que se arrume a mala pré-organizando tudo nas prateleiras embutidas na ShelfPack. A mala-prateleira fechada mede 71 cm de comprimento incluindo as rodinhas, 45 cm de largura e 35 cm de profundidade. Ao puxar as hastes laterais surge uma verdadeira estante com prateleiras de 107 cm de altura. Perfeito para manter as coisas organizadas e sem precisar desfazer a mala. Ela custa no site oficial U$ 349,00. Confira!

Via Bem Legaus

sábado, 17 de junho de 2017

App reúne mapas das estações de metrô de 150 cidades do mundo

É inegável a ajuda que os smartphones têm dado aos viajantes. Na hora de explorar as cidades, o celular é um grande aliado, seja criando rotas e mapas ou informando quais os lugares mais legais para se visitar. Como o passeio é muito melhor a pé, andar de metrô é a solução, e eis aqui um aplicativo que vai te ajudar a circular pelas maiores e menores cidade do mundo.

Com mapas de metrô de 150 cidades, como Nova York, Londres, Madri, Amsterdã e São Paulo, o AllSubway substitui a papelada na hora de encontrar a linha certa e ainda funciona offline. Além dessa vantagem, ele informa os horários e tarifas dos trens e assim você não passa aperto nem na hora de contar as moedas.

O app está disponível para os sistemas iOS (US$ 0,99). Depois de baixar, você pode conferir as estações de metrô mais legais do mundo. Vale o Clique!

Via Nômades Digitais

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Lá do Alto / Ralph Paiva






Uma viagem pelo Japão em fotos a P&B

O fotógrafo Baris Ozturk, baseado na Suíça, é um verdadeiro apaixonado pelo street style. Seus projetos pessoais envolvem suas viagens pelo mundo onde, muito atentamente, consegue captar a essência das cidades por onde passa através das suas lentes.

Seu último projeto são fotografias de uma viagem que ele fez recentemente para Tóquio. Fascinado pela cultura japonesa, Baris já fez algumas viagens para a terra do sol nascente e, nessa última em especial, nos apresenta o cotidiano urbano japonês numa incrível série em preto e branco. Vale o Clique!

Via Nômades Digitais

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O menor adaptador universal inventado

Todo mundo já passou por uma situação parecida: chegar num país diferente e dar de cara com uma tomada diferente do que se está acostumado. Alguns viajantes mais prevenidos carregam consigo um adaptador universal, que geralmente é enorme e nada prático.
Pensando nisso, a startup Kickstart Success, de Londres, criou o Micro, um adaptador que, como o nome diz, é micro, mas apenas no tamanho, já que é enorme na função, sendo compatível com tomadas de mais de 150 países. Isso sem falar no design do adaptador, super moderno e descolado.

O projeto ainda está em fase de financiamento coletivo, mas já arrecadou mais de 14% do objetivo inicial, que era 15 mil libras. A partir de uma doação de 23 libras, já é possível garantir o seu adaptador, que será entregue até dezembro de 2017. Para saber mais, Vale o Clique!

Via The Greenest Post

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Foto drone e a geometria de Hong Kong, por Andy Yeung

Uma enorme e geométrica selva de pedra. Literalmente é o que podemos dizer de Hong Kong depois de ver algumas das incríveis imagens capturadas pelo fotógrafo Andy Yeung.

O projeto de Yeung foi chamado de “Walled City“, algo como “cidade murada”, e Yeung registrou belas imagens dos arranha-céus da cidade chinesa usando um drone, mas com um olhar que valoriza a geometria das construções e que em alguns momentos até lembram um jogo de Tetris. Mais fotografias, Confira!

Via B9


terça-feira, 13 de junho de 2017

Nova sede do Google em Londres terá parque na cobertura

O Google revelou nesta quinta-feira as primeiras imagens do edifício que planeja construir para abrigar todos os seus funcionários em Londres, Reino Unido. Já submetido às autoridades locais, o projeto de 11 andares chama a atenção pelo tamanho – com 92 mil m² de área, ele será mais longo do que o Shard (maior edifício da cidade) é alto – e pela presença de um jardim que ocupa toda a extensão de sua cobertura.

Jardim, claro, é o termo utilizado pela empresa. Mais adequado seria chamá-lo e parque, não só pelas dimensões, mas também pela presença de pomares com pés de morango, groselha e sálvia, e até de uma pista de corrida, um incentivo da companhia para que seus empregados mantenham a forma.

A autoria do desenho é de duas das mais proeminentes estrelas da arquitetura mundial hoje, os escritórios do inglês Thomas Heatherwick e do dinamarquês Bjarke Ingels, o BIG. Como é de praxe em todas as sedes da gigante da tecnologia espalhadas pelo mundo, haverá espaços pensados para o bem-estar dos trabalhadores, incluindo uma piscina, salas de massagem, academias e um ginásio poliesportivo.

Neste mesmo espírito fitness, e também por estar ao lado de uma das mais importantes estações de trem da cidade, a King’s Cross, o campus terá vagas para 686 bicicletas, e apenas 4 para carros. Se tudo correr como planejado, o prédio, que terá capacidade para abrigar até 7 mil pessoas, começa a ser construído no ano que vem. Vale o Clique!

Via Casa Vogue