quarta-feira, 26 de julho de 2017

BIG cria museu "invisível" incrustado em montanha na Dinamarca







O dinamarquês BIG surpreende mais uma vez. Como?  Com o novo centro de exposições anexado ao Tirpitz, um pequeno museu que, até então, ficava isolado dentro de um banker construído por tropas alemãs durante a segunda guerra mundial.
Localizado na cidade de Blåvand, na Dinamarca, o "museu invisível" foi feito basicamente com concreto, aço, vidro e madeira - todos os materiais encontrados nas estruturas existentes e na paisagem natural.

Subterrânea, a ampla e moderna construção se camufla a paisagem e se revela aos poucos através de quatro fendas que cortam a duna ao lado do bunker, formando passagens que se cruzam no centro do projeto e dão origem a um pátio cheio de luz.

Segundo  Bjarke Ingels, fundador do BIG: "A arquitetura do novo projeto é a antítese do bunker da Segunda Guerra Mundial. O objeto hermético pesado é contrariado pela leveza convidativa e abertura do novo museu".

Janelas de seis metros de altura formam os quatro blocos que compõe o complexo de exposições e abrem espaço para que a luz natural que passa pelas fendas adentre ao espaço, mesmo que esteja em baixo da terra.

Cada um dos espaços expositivos foram projetados pelo holandês Tinker Imagineers para refletir a história da guerra que aconteceu no local. A galeria Army of Concrete, por exemplo, compartilha a história de alguns planos de Hitler.

O segundo espaço de exposição, batizado de Gold of the West Coast, é dedicado aos achados âmbar da região. Já na galeria West Coast Stories é possível ver uma tela 4D que conta a história da costa oeste da Dinamarca. O último espaço de exposição, como não poderia deixar de ser, é o próprio Tirpitz Bunker.

Via Casa Vogue






terça-feira, 25 de julho de 2017

China constói a primeira "cidade floresta"

Projetada pelo arquiteto italiano Stefano Boeri, a primeira "cidade floresta" da China, e do mundo, está em construção. A nova metrópole verde deve ficar em Liuzhou e acomodar cerca de 30 mil pessoas, com casas, hotéis, escritórios, hospitais, escolas e tudo aquilo que uma cidade tradicional precisa. O ousado plano é inspirado, entre outros projetos, na "floresta vertical" construída por Stefano em Milão.

Financiado pelo setor de planejamento urbano de Liuzhou, o projeto não levará mais de três anos para ser construído e já tem inauguração prevista para 2020. Ocupando um terreno de 175 hectares, a cidade estará ao longo do rio Liujiang e será conectada a Liuzhou com uma linha ferroviária de alta velocidade.

No total, a "cidade da floresta" receberá 40 mil árvores e quase um milhão de plantas de mais de 100 espécies diferentes. Vegetação que ao ser colocada sobre as fachadas de todos os edifícios não só embelezam o projeto, mas, automaticamente, melhoram a qualidade do ar, diminuem a temperatura média e criam barreiras naturais contra os ruídos.

A expectativa é que a "cidade floresta" seja capaz de produzir, em um ano, aproximadamente 900 toneladas de oxigênio, além absorver quase 10 mil toneladas de dióxido de carbono e 57 toneladas de poluentes.O projeto ainda contribuirá para a biodiversidade da região, gerando habitats para aves, insetos e pequenos animais.

Segundo o escritório de Stefano: "Pela primeira vez na China e no mundo, um complexo urbano combinará o desafio da auto-suficiência energética e do uso de energia renovável com o de aumentar a biodiversidade e efetivamente reduzir a poluição do ar - o que é realmente crítico para a atual China".

Via Casa Vogue

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Casa com 2,5 metros de largura e espaços bem organizados


Quando os moradores desta pequena casa, em Kobe, no Japão, entraram em contato com o escritório Fujiwara Muro para encomendar o projeto, os arquitetos logo perceberam o tamanho do desafio que tinham em mãos. Apesar de estarem acostumados a trabalhar com áreas enxutas, esse terreno tinha apenas 2,5 metros de largura e construções altas por todos os lados.

A ideia era evitar a sensação de confinamento, por isso, os arquitetos desenharam diversas claraboias e posicionaram os ambientes ao redor de um átrio, que facilita a entrada de luz natural em cada um dos andares. Ao todo, a casa possui somente 63 m² e mesmo assim está afastada da rua, pois o piso térreo ficou reservado à garagem.

O material escolhido para a fachada foi a madeira de tonalidade clara, que segue também para os ambientes internos. Três janelas de tamanhos e alturas variadas criam um efeito lúdico e enquadram diversos pontos de vista sobre a cidade e as montanhas ao redor.

No primeiro andar, ficam a cozinha e a sala de jantar, integradas ao estar, que está em um nível um pouco mais baixo. Os arquitetos tiveram o cuidado de projetar uma janela ou abertura para cada ambiente. A cozinha fica na parte de trás e se abre para uma pequena varanda.

Na sala de jantar, os profissionais usaram um belo recurso estético. Eles criaram um piso de madeira ripada, que permite a entrada de luz para o andar térreo. Por essa razão, escolheram uma mesa com tampo de vidro para não bloquear os raios solares.

Com o intuito de aproveitar o pé-direito alto, instalaram prateleiras nas paredes que chegam até o andar superior, onde estão os quartos do casal e das crianças. Assim, com criatividade e planejamento, o projeto dessa casa prova que é possível viver com conforto até mesmo nos espaços mais improváveis. Confira!

Via Casa Vogue


domingo, 23 de julho de 2017

Centenário de Ettore Sottsass é comemorado com exposição

O Vitra Design Museum, na Alemanha, celebra a criatividade do designer italiano, que faria 100 anos. Este ano ele completaria um século de existência. Um dos mais influentes designers do século 20, Ettore Sottsass (1917-2007) é hoje conhecido principalmente por ter sido a figura central do Memphis – coletivo de designers surgido em 1981, que contou com a participação de nomes como Michele De Lucchi, Aldo Cibic, Matteo Thun, Andrea Branzi e Shiro Kuramata, e que produziu peças icônicas do design pós-moderno, como a estante Carlton, do próprio Sottsass.

Fato é que Sottsass sempre foi contracorrente, não somente no Memphis. Numa época em que reinava o modernismo, ele rejeitava os princípios do good design, o que o levou a se envolver com movimentos de anti-design, como o Studio Alchimia no final dos anos 1970. E, apesar de trabalhar para grandes indústrias, como Olivetti, Alessi, Knoll, Artemide e Venini, costumava apostar em criações pouco (ou nada) convencionais. Outro exemplo emblemático é a máquina de escrever Valentine, criada por ele com Perry King para a Olivetti em 1969 e que hoje integra coleções permanentes dos principais museus do mundo, como o MoMA e o Design Museum de Londres.

Em homenagem a este criador corajoso, o Vitra Design Museum (http://www.design-museum.de/en/information.html) inaugurou em 14/07 a exposição Ettore Sottsass – Rebel and Poet, que reúne cerca de 30 criações do italiano, entre móveis, bens de consumos, fotografias e escritos. A mostra fica em cartaz até 24 de setembro, no Schaudepot, edifício assinado por Herzog & De Meuron dentro do Vitra Campus em Weil am Rhein, Alemanha.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Casa Vogue

sábado, 22 de julho de 2017

A importância do tombamento do cais no Rio de Janeiro


Se desfazer as monstruosidades cometidas no passado é algo impossível, encara-las de frente para que não se repitam, e para combater os terríveis efeitos de injustiças, matanças e atrocidades cometidas contra povos, raças e minorias no presente, hoje. No Brasil, porém, é comum tratar o sequestro de milhões de negros, da África para o Brasil, e a escravidão a qual foram submetidos por séculos por aqui como um mero detalhe da história. Os escombros do Cais do Valongo, no Centro do Rio de Janeiro, são a metáfora perfeita dessa perigosa negação.

Por muitos anos as pedras da mais importante evidência física e histórica da chegada dos escravos africanos no Brasil permaneceram “escondidas” sob o desenvolvimento da cidade – como algo que pudesse permanecer no passado, coberto pelas camadas do desenvolvimento da região do Cais do Porto, no Rio. Cerca de 900 mil escravos passaram pelo Valongo, construído em 1811.

Com as recentes obras de revitalização na zona portuária as pedras do Cais do Valongo voltaram à tona, revelando a pista física de uma história que não só jamais desapareceu, como é o fato central da história social do país: a escravidão. A fim de justamente tentar impedir que se vire o rosto para esse assombroso e nada discreto capítulo de nossa história, o Comitê do Patrimônio Mundial, da Unesco, incluiu o sítio arqueológico do Cais do Valongo na lista de monumentos tombados pelo Patrimônio Histórico Mundial.

A historiadora e presidente do Iphan, Katia Bogea, vê no Valongo a relevância da memória de um local como o campo de concentração de Auschwitz ou Hiroshima. “A proteção do patrimônio nos obriga a lembrar estas partes da história da humanidade que são proibidas de cair no esquecimento”, afirma.

O Brasil recebeu cerca de 4 milhões de escravos (representando em torno de 40% de todos os escravos que saíram da África para a América), e foi um dos últimos países do mundo a abolir a escravidão, em 1888. Apesar de sua importância histórica, o local permanece um tanto desprotegido e vulnerável – o que também se apresenta como uma terrível e contundente metáfora.

Via Hynepess

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Uma carteira para quem ama Pantone

Se você é um admirador/amante das cores Pantone (a maioria dos designers são), a carteira DAX é apenas a carteira mais gostosa que pode existir. Nascida com a intenção de ser única e de nunca ter sido vista, o DAX foi pioneiro na época da carteira em cascata, o que lhe permitiu puxar uma aba e ter suas cartas maravilhosas, e ele dá a possibilidade de escolher qual você deseja. Agora você não precisa andar por ai com uma carteira de couro chata e sem graça no bolso; ela trás um gradiente de mostras bem parecido com a forma que a Pantone apresenta suas cores.

O DAX está equipado com 5 slots de cartão e até mesmo uma aba discreta para transportar dinheiro. Deixa couro de lado e substitui por um tecido repelente de água e vem nas cores Mars Amber, Midnight Blue e a escala de cinza sempre clássica. Além disso, como um cara que desistiu de couro para carteiras de tecido, o designer atesta que as carteiras feitas de tecido são apenas cargas melhores que o couro. Elas deslizam facilmente, mas há um pouco de fricção (por causa do atrito de tecidos) enquanto os tira do bolso traseiro, o que significa que se alguém tentar roubar sua carteira, você saberá automaticamente! Para conferir e adquirir, Vale o Clique!

Via Zupi 

terça-feira, 18 de julho de 2017

As casas rústicas no subsolo de um vilarejo na Tunísia

Muitas comunidades ao redor do mundo, particularmente aquelas em climas quentes, vivem em cavernas para escapar do calor. Os berberes de Matmata, uma pequena aldeia no sul da Tunísia, fazem isso também.

No entanto, ao contrário da maioria das habitações subterrâneas, as casas de Matmata não são construídas ao lado das montanhas. Em vez disso, eles cavam um grande buraco no chão e, em seguida, pequenos buracos dentro deste maior que serviram como salas. O poço aberto funciona como um pátio, e às vezes está conectado a outros pátios nas proximidades, através de trilhas semelhantes a um grande labirinto subterrâneo.

Matmata e um punhado de cidades semelhantes em toda a Tunísia estão situados em uma prateleira de arenito que é macio o suficiente para escavar com ferramentas manuais, mas resistente o suficiente para manter casas por séculos. Os berberes estão cavando as casas no chão desta forma há mais de mil anos.

O planalto de Matmata, onde estes tipos de moradias são encontradas, fica ao lado de um corredor estreito, que é o único caminho terrestre entre a Líbia e a Tunísia. Esta região foi invadida por invasores ao longo da história, forçando os berberes a se retirarem para o planalto, onde começaram a cavar casas altas nas montanhas.

Mais tarde, à medida que as relações com os invasores árabes se tornaram mais amigáveis, os berberes começaram a se sentir mais seguros, e muitos se moviam para baixo e desenvolveram vilas e lares nas encostas da montanha e mais tarde nas planícies.

Hoje, essas habitações das cavernas são uma atração turística importante. Matmata foi uma das localidades para a filmagem de Star Wars. A casa de Luke Skywalker é na verdade um hotel subterrâneo chamado Sidi Driss.



Via Nômades Digitais



segunda-feira, 17 de julho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Thiago Burigato





Moro no Setor Campinas há quase dois anos, mas foi preciso a Deriva do Bem para que eu pudesse perceber os detalhes e a história que se escondem detrás de toda a muvuca de uma região comercial. Uma oportunidade -- e uma lição -- para apreciar e conhecer melhor o lugar onde a gente vive.

Thiago Burigato




A cidade espanhola das casas suspensas










A pequena cidade de Cuenca, em Castilla La Mancha, na região central da Espanha, é um encanto só. Patrimônio Mundial da UNESCO, a cidade foi construída no alto de uma montanha, em grandes desfiladeiros que chegam até os rios Júcar e Huecar.

No melhor estilo medieval, o local é repleto de casas suspensas, o que faz de Cuenca uma das cidades mais impressionantes da Espanha.
Não se sabe ao certo a idade das construções, já que sofreram inúmeras reformas ao longo dos anos, mas há sinais de que existem pelo menos desde o século XV. Entre elas, há restaurantes, museus e, claro, diversas casas residenciais.

Com pouco mais de 50 mil habitantes, a cidade fica a apenas uma hora de carro de Madri, e uma das suas grandes vantagens é a de ainda não ter sido descobertas pela grande massa de turistas.

Vale o Clique!









Via Nômades Digitais


domingo, 16 de julho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - André Almeida

"Campinas é caos. Caminhar pelo bairro é se deparar com as discrepâncias que só mesmo o ambiente urbano pode nos propiciar. Observar a intensidade das ruas repletas de pessoas apressadas, sons e cheiros e inúmeras informações sensitivas. Ao mesmo tempo em que a vida pulsa, há locais em que se repousa." 

André Almeida




Retratos fragmentados












A fotógrafa italiana Micaela Lattanzio explora a ideia de fragmentação com este projeto chamado “Fragmenta”. Ela corta fotos de homens e mulheres e decompõe em confetes, depois retalha de forma organizada e visualmente bonito. O resultado são retratos surpreendentes em que a meticulosa organização entra em conflito com a brutal desobstrução.

Em suas características estéticas e conceituais Micaela Lattanzio compreende um vocabulário da língua inéditos, da estrutura real, a fim de explorar uma dimensão narrativa que vai além da epiderme, uma investigação sobre os seres humanos e a autenticidade de seu corpo onde forma e conceito de mistura em um trabalho que não pertence a uma unidade de centro de identificação social, mas que é o princípio de uma “fissão nuclear infinita”. Vale o Clique!







Via Zupi

sábado, 15 de julho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Yuri Henrick








Enquanto aglomerados de olhares tentam capturar toda a forma e conteúdo que a cidade pode oferecer, outros olhares desconfiam e logo despertam o interesse, alguns se atrevem a perguntar, outros observam de longe com desdém. Já a cidade fica visivelmente entusiasmada com toda a atenção que lhe é dada, suas curvas são elogiadas por lentes, seus defeitos são acariciados com macios lápis que a contornam pacientemente, a distância entre nós é diminuída e num pequeno hiato ela é de fato vista e não apenas transitada pelo cotidiano. 
Yuri Henrick




Luva com luz LED promete ajudar ciclistas



Na hora de pedalar, segurança é essencial. Por isso, recomenda-se aos ciclistas estarem sempre com capacetes na cabeça e adesivos refletores nas bikes. Para aqueles que querem tornar sua sinalização nas curvas e conversões ainda mais eficiente, uma boa pedida são as luvas Zackees, um gadget inovador que adiciona à sua mão uma seta, podendo ser acionada com um simples toque do polegar.

Formada por pequenos LEDs, a seta possui um sensor de luminosidade, e apresenta um brilho mais intenso durante o dia e menos intenso durante a noite, período em que a luz fica evidente com mais facilidade. Com essa economia de energia, a bateria das luvas pode durar até dois meses. O acessório, que pode ser higienizado em uma máquina de lavar roupas, foi criado pelo ex-engenheiro do Google, Zach Vorhies, em parceria com o designer Murat Ozkan e teve sua produção financiada via Kickstarter. Vale o Clique!

Via Hypeness

sexta-feira, 14 de julho de 2017

E-mail Deriva do Bem

Atenção Derivantes! Nosso e-mail mudou em 2015. Verificamos o antigo contato periodicamente e constatamos que algumas fotografias, depoimentos e solicitações de certificados foram enviados para o antigo contato.

Aos que enviaram, fiquem tranquilos que responderemos cada um e publicaremos cada Ensaio Fotográfico recebido.

Se você participou de alguma edição, ainda não enviou suas fotografias/desenhos e deseja integrar ao quadro da Expoderiva, envie-nos as cinco fotografias, seu nome completo, Depoimento, a edição a qual se refere e logo publicaremos.

Nosso contato atual é derivadobem@gmail.com

Um abraço da Equipe Deriva do Bem.

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Jordana Gouveia

Agradeço imensamente a oportunidade de participar mais uma vez desse lindo projeto que é a Deriva do Bem. Desta vez, em Campinas (Campininha para os íntimos), tive o prazer de poder reparar nos detalhes, nas minúcias que compõem essa paisagem caótica, urbana e a o mesmo tempo singela, a cidade grande dentro da vila, ao mesmo tempo a parte componente e o oposto imediato da cidade de Goiânia. Obrigada mais uma vez.

Jordana Gouveia e Silva




Fone de ouvido traduz mais de 40 idiomas simultaneamente



Um grande sonho de consumo dos viajantes finalmente se tornou realidade graças a uma colaboração entre os desenvolvedores de aplicativos iTranslate e da empresa de fones sem fio Bragi. Se trata do “primeiro computador de ouvido de tradução de idiomas do mundo”.

Simplificando: fones de ouvido que também podem traduzir quase 40 idiomas diferentes em tempo real quando conectados ao aplicativo iTranslate. Ao combinar o hardware da Bragi com o inovador software de conversão e tradução de fala da iTranslate, é um sistema totalmente integrado que leva em um idioma e envia outro, diretamente aos ouvidos.

O sistema funciona de duas formas: se duas pessoas tiverem um par de fones é possível usar o chamado “Modo AirTranslate”, então os usuários conectam seus fones de ouvido ao telefone via bluetooth e iniciam uma conversa completa em dois idiomas diferentes. Como é pouco provável que seu motorista de táxi em Viena também tenha um par desses fones, com certeza a outra forma de funcionamento é a mais útil. Basta conectar o fone via bluetooth ao telefone, definir os idiomas e depois entregue o celular à pessoas que poderá ouvir e responder às traduções. O gadget irá traduzir novamente e reenviá-las em seu fone em seu idioma.

Não é um sistema perfeito: o bluetooth pode ser uma tecnologia de transmissão instável, especialmente quando vários dispositivos estão envolvidos e a tradução ao vivo atualmente só funciona quando você está conectado à Internet. Os fones custam $329 e o aplicativo iTranslate Pro custa $5 por mês. Confira!

Via Nômades Digitais

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Zuka Romano

Acróstico Deriva do Bem  

Derivar 
E sair por campininha das flores 
Rima com fotografia que encanta 
Inspiração,solidariedade  
Vida é passageira  
Aquele lugar são muitas pessoas 
Deixando à vida levar 
Onde ninguém gostaria de estar ainda existe  
Beleza nas tristezas 
Esta realidade que não é bonita 
Meus olhos perdeu-se em contemplar ...    

Ja sei derivar ... ja sei achar limite 
Vamo bora integrar sei otimizar achar os pontos críticos 
E depois do sinal amar multiplicando a estrela no compartilhar ...  

Zuka Romano





Legenda:
Foto 1 - Praça Joaquim Lucio não necessita palavras  

Foto 2 - Casa reconhecida Patrimônio histórico imóvel existente bem antes início da cidade 

Foto 3 - Atenção mais um ser humano enrolado cobertor no canto do ginásio 

Foto 4 - Cena do skate setor campinas local esta desamparado

Foto 5 - Momento marcante deriva Igreja Matriz de Campinas