sexta-feira, 19 de julho de 2019

Cuiabá terá 82 pontos de ônibus em contêineres com energia solar e jardim suspenso

A prefeitura de Cuiabá inaugurou no mês passado o primeiro abrigo de espera de ônibus construído a partir do reaproveitamento de contêineres. O abrigo foi construído em um modelo público-privado, onde as empresas Pantanal Shopping e a Edificatto Arquitetura cederam a parada de ônibus para a prefeitura, em troca da exploração publicitária do espaço.

Através do programa “Adote um Abrigo”, a prefeitura pretende estender este modelo para outros 82 espaços de diferentes regiões da cidade, onde exista um grande número de passageiros por dia.

Abrigo em contêineres
Para serem transformados em abrigos, os contêineres, que antes seriam descartados, passam por um intenso processo de restauração de suas estruturas, incluindo pintura, plotagem e a instalação de um jardim suspenso com plantas ornamentais, que ajudam no isolamento térmico e deixam ainda a cidade um pouco mais verde. Após reformados, a estrutura tem garantia de pelo menos mais 15 anos de vida útil.

Projetados para conferir conforto aliado a um sistema totalmente planejado em respeito às atuais problemáticas ambientais, os abrigos ainda terão placas solares, pontos de recarga de celulares com USB, além de micro bibliotecas. Com acessibilidade planejada e conforto, o espaço ainda conta com painéis de LED com informações atualizadas dos ônibus que utilizam aquele ponto de parada.

Adote um abrigo
Todos os pontos serão construídos por meio do processo de chamamento público, no qual a iniciativa privada é incentivada a aderir à política denominada “adote um abrigo”. Com essa dinâmica, empresas conquistam o direito legal de explorar o espaço com o uso de publicidade, à medida que também assumem a responsabilidade de zelar pelo lugar, com as devidas manutenções necessárias.

Com o prazo mínimo de cinco anos para exploração, é possível que esse período seja prolongado conforme a legalidade dos trâmites institucionais. O projeto conta com um investimento de aproximadamente R$ 70 mil por parte do investidor, que, em contrapartida, tem assegurado o direito de explorar publicitariamente a estrutura.

“Estamos diante de uma nova era, onde a sustentabilidade já não é uma simples vertente perceptiva do mundo, mas sim um novo modelo de gestão de metrópoles e países inteiros. A reutilização de contêineres que seriam descartados no meio ambiente garante muito mais que uma nova vida à estruturas até então ‘mortas’, contribuindo diretamente para a redução na produção de resíduos sólidos que demoram décadas a fio para sua degradação. Queremos ser parte da solução global que pensa no desenvolvimento integrado, aliando alta tecnologia com desempenho e materiais sustentáveis. E é valioso saber que em tão pouco tempo este nosso trabalho tem ganhado proporções grandiosas. Queremos inspirar outras capitais e estados, com a certeza de que uma boa e viável ideia precisa ser repetida sucessivamente, criando um coro de mudanças conjuntas efetivas. É motivo de muita alegria para nós, vermos que nossas iniciativas estão servindo de bons exemplos para o país”, refletiu o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro.

Via ArchDaily

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Marginal Pinheiros receberá 30 mil mudas de espécies nativas e raras

A exuberância dos pinheiros nativos que batizou um dos bairros mais tradicionais de São Paulo e um dos principais rios da cidade, hoje está restrita a fotografias antigas. Poderia ser só mais um relato nostálgico, mas é incentivo para um projeto ambicioso do Legado das Águas – Reserva Votorantim: trazer a Mata Atlântica de volta à cidade. Com projeto da Cardim Arquitetura Paisagística, junto a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo e a Empresa Metropolitana de Água e Energia (EMAE), em uma nova etapa do Projeto Pomar Urbano, o Legado das Águas executará o maior projeto de paisagismo urbano com espécies nativas da Mata Atlântica do Estado, com uma proposta inovadora para transformar a relação entre o rio e a metrópole.

A Mata Atlântica que empresta os nomes das suas espécies da flora e fauna para ruas, bairros e praças – bairro Cambuci (espécie frutífera), rua Inhambu, Canário e Pintassilgo (aves) do Moema – é inseparável da identidade histórico-cultural de São Paulo. No passado, o bioma já ocupou quase a totalidade da região da capital. A vegetação urbana original foi suprimida pelo acelerado processo de urbanização – negligente ambientalmente – durante o século passado, principalmente nas áreas centrais da cidade. Aos poucos, áreas verdes receberam espécies exóticas, ou seja, de outras regiões e países, que atualmente dominam 90% do nosso paisagismo urbano. Isso causa inúmeros problemas ambientais, como pragas, quedas de árvores por espécies exóticas que não se adaptam ao território, e o afastamento da fauna nativa.

A nova etapa do Projeto Pomar Urbano, proposta pelo Legado das Águas – Reserva Votorantim, visa minimizar esse quadro, reflorestando 13,5 quilômetros da margem oeste do Rio Pinheiros (no sentido Interlagos da Marginal), o que corresponde a, aproximadamente, 8 hectares. Ao todo, serão plantados 30 mil exemplares de mais de 30 espécies nativas da Mata Atlântica, cultivadas no Viveiro do Legado das Águas, a maior reserva privada de mata atlântica do país, conservada pela Votorantim há mais de 50 anos, e localizada a cerca de 2 horas da capital, no Vale do Ribeira. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArchDaily

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Restaurante de bambu é construído em 5 semanas na ilha do Príncipe

Dentro de um hotel de luxo, no golfo da Guiné, está um restaurante feito de bambu que ressalta, mais uma vez, a riqueza deste material. Construído pelo escritório de arquitetura francês D.L.2.A (Didier Lefort Architectes Associés), chama atenção pela beleza e ainda mais pela rapidez da obra: a estrutura foi montada à mão e apenas cinco semanas foram necessárias para que tudo ficasse pronto.

Não bastasse os materiais serem de baixo impacto ambiental, a inspiração para a arquitetura é também bastante peculiar. Isso porque o restaurante foi construído em forma de peixe com uma espinha ondulante -, o desenho vai desde a cabeça (com os dentes à mostra) até a cauda. Toda a estrutura é composta por arcos de bambu de várias dimensões e fixados com laços naturais e presos com parafusos. A extensão do espaço é de 24 metros e pode acomodar até 100 pessoas.

Com tanto primor na construção, o design interior não poderia deixar a desejar. Quase toda a área interna é decorada com o artesanato local, como os móveis e lustres trançados de bambu. A escolha evidencia mais um exemplo da beleza do material natural aplicado na construção civil.

O restaurante integra o belo resort Sundy Praia, localizado na ilha do Príncipe, a segunda maior ilha do arquipélago de São Tomé e Príncipe. No hotel cinco estrelas, estão 15 bangalôs em forma de tendas ancoradas no solo por parafusos retráteis para minimizar o impacto ambiental.

Pelo projeto, o escritório D.L.2.A foi premiado com o “Prix de Versailles” de 2019 na categoria “restaurantes” nas regiões da África e Oeste da Ásia.

Via Ciclo Vivo

terça-feira, 16 de julho de 2019

Estudantes goianos são premiados na Nasa por criarem chiclete para astronautas

 Jovens inventaram chiclete de pimenta para ajudar astronautas a sentirem o sabor dos alimentos e conquistaram 1º lugar em competição internacional.

Sete alunos goianos conquistaram o primeiro lugar no Torneio Aberto de Robótica de West Virginia, da universidade da Nasa, nos Estados Unidos. Os estudantes levaram para casa o maior prêmio da competição por terem inventado o “Chiliclete”, um chiclete de pimenta para ajudar astronautas a sentirem o sabor dos alimentos. Eles são estudantes do Curso de Robótica no Centro de Atividades “Mozart Soares Filho”, o Sesi (Serviço Social da Indústria) da Vila Canaã, em Goiânia.

O grupo superou 70 equipes de 12 países. Os alunos tiverem a ideia ao perceberem que, por conta da gravidade, o corpo dos astronautas muda e eles não conseguem sentir o cheiro e o sabor dos alimentos. Assim, a solução encontrada foi o chiclete, que é uma goma de mascar feita com componentes da pimenta. A proposta é que a invenção devolva a sensibilidade ao astronauta.

A pesquisa foi desenvolvida durante quase um ano pelo grupo de estudantes, com idades entre 15 e 17 anos. Os jovens foram selecionados para a competição internacional após apresentarem o Chiliclete na edição nacional do Torneio de Robótica, no Rio de Janeiro, em março deste ano.

Para Harumi Vitória Fukushima, professora da turma, o prêmio é resultado de muita pesquisa e dedicação. “Isso vai muito além do troféu, pois proporcionou aos nossos alunos um conhecimento para toda a vida”.

Fukushima afirma que a intenção é, literalmente, “mandar o chiclete para o espaço”. “Queremos ajudar os astronautas ou até mesmo pessoas que sofrem com certos distúrbios relacionados ao paladar e olfato. Estamos em processo de patente e muito felizes com algumas propostas de implementação do Chiliclete”.

Comemoração
O estudante Eduardo Lemes, 16 anos, comemorou o primeiro lugar. E afirma que o prêmio significa reconhecimento da pesquisa e do esforço da turma. “Trabalhamos durante onze meses aguardando esse dia e foi a realização de um sonho”.

Miguel Dutra, 16 anos, destaca que a vitória foi uma alegria inexplicável. “Um momento ímpar para todos nós. Viemos com um sonho e ele se tornou real. Temos um sentimento de muita gratidão e felicidade por ver que a pesquisa nos levou tão longe”.

Via Mais Goiás

Paraty e Ilha Grande recebem título de Patrimônio Mundial da Unesco

O Brasil acaba de receber mais um título de Patrimônio Mundial. Paraty e Ilha Grande (RJ) foram reconhecidos nesta sexta-feira, 05 de julho, pelo Comitê da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), durante reunião em Baku, Azerbaijão. Agora, são 22 bens brasileiros na lista de sítios de excepcional valor universal.

O local é o primeiro bem brasileiro inscrito na categoria de sítio misto, ou seja, cultural e natural. Abrange um território de quase 149 mil hectares, em que o centro histórico se cerca de quatro áreas de conservação ambiental. Ali estão o Parque Nacional da Serra da Bocaina; o Parque Estadual da Ilha Grande; a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul; e a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu. Sua área de entorno, com mais de 407 mil hectares, possui 187 ilhas, grande parte coberta de vegetação primária, onde salta aos olhos rica diversidade marinha.

A candidatura de Paraty e Ilha Grande é fruto de parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, Iphan, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Prefeituras Municipais de Paraty, de Angra dos Reis e Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Junto ao Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), Instituto Histórico e Artístico de Paraty (IHAP), Fórum das Comunidades Tradicionais e Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina, os órgãos responsáveis estão construindo, em conjunto, um plano de gestão compartilhada do sítio.

Patrimônio Cultural e Natural
Paraty e Ilha Grande são locais marcados pela coexistência entre uma cultura viva e ancestral em um ambiente natural exuberante. Ali, testemunhos culturais incluem o centro histórico e a fortificação que deu origem a ocupação do núcleo urbano de Paraty, ainda bem preservados, uma variedade de sítios arqueológicos, uma porção do antigo Caminho do Ouro, e comunidades vivas que mantêm sua relação ancestral com a paisagem, todas formando um sistema cultural com uma relação próxima ao meio ambiente. Para os avaliadores do Icomos, órgão assessor da Unesco, o local “tem a capacidade de demonstrar um exemplo excepcional de uso da terra e do mar e interação humana com o meio ambiente”.

O lugar é o primeiro sítio misto da América Latina onde se encontra uma cultura viva. Todos os demais sítios mistos do continente, como Machu Picchu, no Peru, são sítios arqueológicos em uma paisagem natural. A área de abrangência do núcleo de conservação envolve partes do território de seis municípios dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo que a maior porção do núcleo territorial está em Paraty e Angra dos Reis. A região preservada inclui, ainda, Ubatuba, Cunha, São José do Barreiro e Areais (SP).

Com cerca de 85% da cobertura vegetal nativa bem conservada, a área do sítio misto forma o segundo maior remanescente florestal do bioma Mata Atlântica. Além da sua extensão, as diferentes fisionomias vegetais permitem a ocorrência de uma fauna e flora incomparáveis, com diversas espécies raras e endêmicas.

Valor universal excepcional
Segundo a Convenção do Patrimônio Mundial de 1972, da Unesco, o excepcional valor universal é expresso em dois principais critérios. Um deles é ser um excelente exemplo de interação humana com o meio ambiente. Seus sítios arqueológicos têm datação de mais de quatro mil anos. Vestígios da ocupação humana ao longo do tempo são observados nos caminhos, como sambaquis, cavernas, estruturas subterrâneas ou submersas.

O território abriga duas terras indígenas, dois territórios quilombolas e 28 comunidades caiçaras, que vivem da relação com a natureza, da pesca artesanal e do manejo sustentável de espécies da biodiversidade. Essas comunidades tradicionais mantêm os modos de vida de seus antepassados, preservando a maior parte de suas relações culturais como, ritos, festividades e religiões, cujos elementos tangíveis e intangíveis contribuem para a caracterização do sistema cultural e a relação de seu modo de vida com o ambiente natural.

Outro critério é conter os habitats naturais mais importantes e significativos para a conservação da diversidade biológica. O sítio apresenta alto grau de espécies endêmicas da fauna e da flora, assim como espécies raras do bioma Mata Atlântica. São 36 espécies vegetais consideradas raras, sendo 29 endêmicas. A área abrange cerca de 45% das aves da Mata Atlântica e 34% dos sapos e pererecas do bioma. Há registros de mamíferos raros e predadores, como a onça-pintada e o muriqui, o maior primata das Américas.

O título da Unesco cria um compromisso internacional de preservação do local. O planejamento de gestão compartilhada do sítio, envolvendo diversas representações locais, define a matriz de responsabilidades de todos os parceiros. O plano mapeia riscos e aponta ações para minimizar possíveis ameaças ao valor universal excepcional de Paraty e Ilha Grande.

Via ArchDaily


segunda-feira, 15 de julho de 2019

3XN inaugura a nova sede do Comitê Olímpico Internacional em Lausanne

No último dia 23 de junho, durante a comemoração do dia mundial olímpico, o Comitê Olímpico Internacional (COI) inaugurou sua novíssima sede na cidade de Lausanne, na Suíça. A Olympic House, projetada e construída pelo escritório dinamarquês de arquitetura 3XN, tinha como principal objetivo reunir toda a equipe que compõe o COI - mais de 500 funcionários que até o mês passado, encontravam-se dispersos por toda a cidade de Lausanne - sob o mesmo teto em um único edifício moderno e inspirador. O conceito da proposta defendida pelos arquitetos era dar forma a missão do Comitê Olímpico: cooperação internacional, transparência e sustentabilidade.

Em 2014, o COI havia decidido avançar com o antigo sonho de reunir sobre o mesmo teto toda a estrutura da instituição internacional. Finalmente o projeto do 3XN foi escolhido através de um concurso internacional de arquitetura desenvolvido em várias etapas, organizado pela União Internacional de Arquitetos e contando ainda com um juri internacional composto por arquitetos de renome mundial. Após a realização do concurso, o 3XN passou a colaborar diretamente com a empresa suíça de arquitetura IttenBrechbühl para o desenvolvimento do projeto e construção do edifício. Uma estrutra que segundo o próprio COI, foi concebida considerando cinco objetivos principais: movimento, transparência, flexibilidade, sustentabilidade e trabalho colaborativo, cada um dos quais faz referência aos cinco anéis que simbolizam a união dos continentes em prol do esporte.

“Nos inspiramos na essência do Movimento Olímpico e seus valores que vieram a ser a base conceitual sobre a qual desenvolvemos este projeto”, explicou Kim Herforth Nielsen, co-fundador e diretor do 3XN. “A Olympic House foi criada para abrigar ambientes de trabalho colaborativo de alto desempenho ambiental, reunindo sobre o mesmo teto todo a equipe internacional do COI. Nosso projeto priorizou desde o início a transparência e a funcionalidade, organizando os fluxos e incentivando a interação, a comunicação e o compartilhamento de conhecimento, criando um espaço de trabalho altamente eficiente e sustentável.”

Formalmente, o desenho da fachada faz uma homenagem ao espírito olímpico, inspirada nos movimentos graciosos de um atleta. Sua estrutura dinâmica se revela de maneira completamente diferente a partir de diferentes ângulos, transmitindo a energia vital de um atleta em movimento. No esporte, o movimento é a base de tudo e um movimento otimizado é aquilo que faz a diferença no desempenho de um atleta; Da mesma forma, simulando estes movimentos, fizemos com que este edifício tivesse um desempenho e performance muito acima da média. No interior, a escadaria escultórica faz referência aos universais anéis olímpicos, ela atravessa toda a altura do edifício de forma a conectar os também cinco pavimentos do edifícios através de um átrio central. Seguindo princípios de design ativo, a escadaria define este espaço central como a área de socialização e convívio, promovendo um forte sentido de comunidade. Espaços expositivos, uma cafeteria e salas de reunião também estão diretamente conectadas a este espaço central aberto e fluido por onde circulam os mais de 500 trabalhadores do Comitê Olímpico Internacional.

A Olympic House transformou-se em um exemplo de economia circular na construção: 95% dos materiais dos antigos EDIFÍCIOS administrativos foram reutilizados ou reciclados. Além disso, o projeto da nova sede do COI definiu uma nova forma de colaboração entre as diferentes partes envolvidas, um diálogo franco e um processo integrado sem precedentes que envolveu além do COI e seus parceiros olímpicos mundiais (Dow, Toyota e Panasonic), os arquitetos da 3XN e da IttenBrechbühl e os principais órgãos de certificação de sustentabilidade, autoridades locais e fornecedores.

Como resultado disso a Olympic House recebeu três das certificações de construção sustentáveis mais rigorosas, tornando-a uma das construções mais sustentáveis do mundo.

Via ArchDaily



sexta-feira, 5 de julho de 2019

Uma piscina de borda infinita de 360 graus está sendo construída no Reino Unido

Um hotel de Londres parece pronto para pegar o bolo com planos de construir uma piscina infinita de 360 graus.

A Compass Pools, fabricante britânica de piscinas, diz que está a caminho de construir uma piscina de 600 mil litros que superaria um hotel de 55 andares. Os planos não estão totalmente confirmados, mas esperam começar a construção no início do próximo ano.

A piscina é absolutamente de cair o queixo – as paredes e o piso são transparentes, o que dá aos nadadores da sorte uma visão do horizonte de Londres.

A piscina é construída em acrílico moldado que transmite luz em um comprimento de onda similar à água; então a piscina parece completamente clara.

Melhor ainda, você se sentirá como um membro do serviço secreto entrando e saindo da piscina por meio de uma escada em espiral rotativa baseada na porta de um submarino.

Espera-se que a piscina seja cheia de tecnologia, como um anemômetro embutido que monitore a velocidade do vento e um sistema de gerenciamento predial controlado digitalmente, que garantirá que a água esteja sempre na temperatura perfeita.

Piscinas são notoriamente ruins para o meio ambiente, mas esta faz algumas concessões. É aquecido via energia residual do sistema de ar condicionado do edifício.

A Compass explica que o “gás quente produzido, como subproduto da criação de ar frio no prédio, passará por um trocador de calor para aquecer a água da piscina”.

Mesmo que você não conheça a ideia dessa piscina, o novo hotel fará um apanhado.

As luzes instaladas dentro da piscina darão ao edifício a aparência de uma jóia reluzente no horizonte da cidade.


Piscina projetada antes do hotel
O designer e diretor técnico da piscina da Compass Pools, Alex Kemsley, comentou: “Arquitetos frequentemente nos procuram para projetar piscinas de borda infinita no telhado, mas raramente conseguimos opinar sobre o projeto do prédio porque a piscina é normalmente uma reflexão tardia. Mas neste projeto, nós começamos com o design da piscina e, essencialmente, disse: “Como colocamos um prédio embaixo disso?

“Quando projetamos a piscina, queríamos uma visão ininterrupta, tanto acima quanto abaixo da água.”

Nadadores na piscina serão tratados com uma visão de Londres ao contrário de qualquer outra coisa.

“Nadar na piscina do céu no The Shard, é uma sensação muito estranha ter helicópteros voando no seu nível, mas essa piscina dá um passo adiante.

“Estique seus óculos e com uma visão de 360 ​​graus de Londres a partir de 220m, isso realmente será outra coisa – mas definitivamente não é para os acrofóbicos!”, Exclamou Kemsley.

Depois de concluído, o hotel Infinity London terá um hotel internacional cinco estrelas nos andares superiores do prédio, com a piscina usada pelos hóspedes.

“Enfrentamos alguns grandes desafios técnicos para este edifício, sendo o maior deles como realmente entrar na piscina”, continuou Kemsley.

“Normalmente, uma escada simples seria suficiente, mas não queríamos escadas do lado de fora do prédio ou da piscina, pois isso estragaria a vista – e obviamente você não quer 600 mil litros de água sendo drenados pelo prédio.

“A solução é baseada na porta de um submarino, juntamente com uma escada em espiral rotativa que se eleva do piso da piscina quando alguém quer entrar ou sair.”

Via Engenharia É

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Casas populares pré-fabricadas usam palha como isolante natural

Os projetos de habitações sociais têm dado espaço para o experimento de novos tipos de construção, que podem levar em conta aspectos sustentáveis por exemplo. No município de Nogent-le-Rotrou, na França, um programa de residência popular lançou um conjunto de treze casinhas pré-fabricadas.

A estrutura de cada casa é feita com chapas de madeira preenchidas com fardos de palha comprimidas, que fazem a vez de um isolante acústico e térmico. Com isso cria-se o conforto térmico necessário para não haver gastos energéticos desnecessários. Por serem muito leves, elas puderam ser pré-fabricadas e depois facilmente manuseadas.

Por fora, o resultado também não deixa a desejar. Foram usadas madeiras com acabamentos variados: sendo algumas em tons mais naturais e outras com a técnica japonesa de carbonização -, que conferem um ar rústico. Outro ponto interessante é que elas possuem o típico perfil de telhado inclinado triangular, o que remonta à imagem simbólica de casa que criamos na infância.

“Trata-se de questionar a habitação individual agrupada e a noção de ‘subdivisão’. Nosso trabalho foi inicialmente orientado para explorar técnicas inovadoras e ecológicas e a construção de habitações sociais com eficiência energética era uma questão importante”, explica o escritório de arquitetura NZI Architectes, responsável pelo projeto.

As treze residências são separadas em três blocos e conectadas por um caminho pedonal. Além de interessantes esteticamente, elas representam a possibilidade de se questionar as construções tradicionais ao passo que mais e mais pessoas precisam de um teto para viver.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Ciclo VIvo

quarta-feira, 3 de julho de 2019

SOM conclui arranha-céu de uso misto em Sydney

As empresas Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM), Architectus e Dexus Property Group celebraram a conclusão e inauguração da 100 Mount Street, uma torre de uso misto com 35 pavimentos no distrito empresarial central de North Sydney. Inspirado pela rica paisagem arquitetônica da cidade e moldado pelo legado de inovação em arquitetura e engenharia da SOM, o projeto apresenta uma estrutura externa treliçada que envolve um volume envidraçado.

Ancorada por um núcleo e revestida por uma cortina de vidro, a torre oferece vistas panorâmicas do Porto de Sydney, da Ópera de Sydneye da Ponte do Porto de Sydney. O interior foi moldado para maximizar a luz do dia e os espaços abertos, com áreas livres compostas por colunas de seis metros ao norte e ao sul.

"100 Mount é a personificação do espírito de inovação arquitetônica de Sydney. A SOM tem orgulho de continuar este legado, casando com a nossa própria história de inovação no design de arranha-céus em todo o mundo. Estamos entusiasmados por termos criado um centro icônico e bonito para o comércio no crescente distrito comercial central de North Sydney." - Adam Semel, Sócio-gerente SOM

No nível do solo, o núcleo do edifício permite uma série de espaços abertos com um átrio, café e restaurante, enquanto uma parede de vidro com 8 metros de altura proporciona abrigo do exterior. Degraus em cascata e caminhos inclinados direcionam os visitantes para um programa comercial no nível da rua, enquanto um percurso pedonal cruza o terreno para conectar-se com o transporte público nas proximidades.

O núcleo e a fachada fechada de alto desempenho fazem com que o projeto possa oferecer controle automático de luz solar e redução de brilho, sem comprometer a transparência. Sistemas de feixe refrigerados estão entre os recursos adicionais que reduzem o impacto ambiental do edifício.

A torre é propriedade da Dexus e da Dexus Wholesale Property Fund. Ela foi desenvolvida pela Dexus em colaboração com o construtor Laing O’Rourke. A SOM atuou no projeto arquitetônico e estrutural, Architectus como arquiteto de registro local, Enstruct como engenheiro de registro local e Arup com engenharia mecânica, elétrica e hidráulica.

Via ArchDaily

terça-feira, 2 de julho de 2019

Projeto de condomínios residenciais circulares na Dinamarca



Na cidade de Copenhague, na Dinamarca, “Colony Gardens”: pequenos espaços de jardim que os cidadãos dinamarqueses podem alugar para cultivar seus próprios vegetais.

Todos nós sabemos sobre a escassez de espaços verdes nas grandes cidades, e essa tentativa bem-sucedida permitiu que os cidadãos voltassem à natureza. Ao mesmo tempo, é uma maneira de contribuir para o bem-estar do nosso planeta. Este jardim em colônia particular é projetado pelo arquiteto paisagista Erik Mygind e está localizado no subúrbio de Copenhague.

Via Engenharia É


segunda-feira, 1 de julho de 2019

Concreto reforçado com fibras: resistência e leveza

A história do concreto remonta à Roma Antiga, há aproximadamente 2000 anos atrás. A mistura de pedra calcária, cinza vulcânica e água do mar, conhecida como “Concreto Romano”, possibilitou a construção de aquedutos, estradas e templos, muitos deles ainda de pé. Algum tempo atrás descobriu-se que essa mistura original forma um mineral chamado tobermorita aluminosa, que se torna mais forte com o passar do tempo.

Desde então, o concreto sofreu diversas inovações. Seu produto base, o cimento Portland, feito a partir de pedra calcária aquecida à temperatura de 1.450°C, foi patenteado ainda no século XIX. Cabe mencionar que o concreto, sozinho, é naturalmente quebradiço. Foi Joseph Monier, um jardineiro francês, quem desenvolveu o concreto armado, que combina a capacidade à tração do metal e à compressão do concreto para suportar cargas elevadas. O traço correto entre cimento, areia, brita e água, com armaduras metálicas posicionadas nos locais adequados, vem permitindo estruturas arrojadas e sólidas desde então.

Ainda que registros históricos mostrem que os próprios romanos já utilizavam crinas de cavalos para reduzir as retrações e trincas de suas estruturas, incluir fibras na mistura do concreto, dispensando as armaduras, começou a ser testado há cerca de 50 anos na Europa. Fibras naturais, metálicas (de aço), sintéticas (polímeros) e minerais (carbono ou vidro) são as utilizadas para esse fim. Elas atuam no concreto para controlar as rachaduras devido à retração plástica e pela secagem e reduzem a permeabilidade do concreto. Quando a estrutura sofre a ação de cargas externas, mudanças na temperatura ou umidade do ambiente, as fibras não permitem que as fissuras cresçam tanto, atravessando-as e criando micros reforços estruturais. Em suma, as fibras melhoram substancialmente o comportamento dos concretos e argamassas frente a tensões de tração e de cisalhamento, nos quais o concreto apresenta baixa resistência.

Utilizando um método de fabricação semelhante, o GFRC (Glass Fiber Reinforced Concrete) é constituído por uma argamassa de cimento, areia, fibra de vidro álcali resistente e água. A plasticidade é das qualidades mais marcantes do material, o que possibilita moldar painéis de fachada exatamente de acordo com o projeto de arquitetura, também permitindo a produção de peças mais esbeltas e, portanto, mais leves. Para se ter uma ideia, esse é o material utilizado na envoltória do Centro Heydar Aliyev, de Zaha Hadid Architects e vem sendo utilizado para executar as complexas formas da Igreja da Sagrada Família, de Gaudí.

Algumas empresas já vem desenvolvendo produtos aproveitando as propriedades das fibras no concreto. Além de paineis de fachadas e até mobiliários, as aplicações dos concretos reforçados com fibras já são muito associadas a obras de infraestrutura de saneamento básico e transportes, como pavimentação e túneis, além de pavimentos rígidos, pisos industriais, contenção de encostas, reforço estrutural. Mas é importante mencionar que apesar da aplicação abrangente, o material requer controle laboratorial rígido e conhecimento técnico para a produção.

Via ArchDaily

domingo, 30 de junho de 2019

Justiça suspende lei que criava Parque do Minhocão

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu, em liminar, a suspensão imediata da eficácia da lei aprovada no ano passado pela Câmara de Vereadores de São Paulo para a criação do Parque do Minhocão, na região central da capital paulista.

Ao justificar a concessão de liminar, o TJSP ressaltou que a “abrupta desativação” de uma importante via de circulação, o Elevado Presidente João Goulart, conhecido como Minhocão, causaria grande impacto urbanístico e haveria risco de irreversibilidade, se parque municipal fosse criado no lugar do elevado.

A decisão atende a um pedido do procurador-geral de Justiça do Estado, Gianpaolo Smanio, que entrou com ação pedindo a inconstitucionalidade da lei. Para Smanio, qualquer regra referente ao zoneamento urbano deve levar em consideração a cidade em sua dimensão integral, dentro de um sistema de ordenamento urbanístico, exigindo a realização de estudos técnicos, que,nesse caso, não foram feitos.

“A partir da análise da Lei nº 16.833, de 7 de fevereiro de 2018, do município de São Paulo, e de seu processo legislativo, verifica-se que o diploma objeto da impugnação não está fundado em planejamento urbanístico destinado a atender os efetivos anseios da cidade e a promover a melhoria das condições de vida dos cidadãos, determina a desativação de elevado de fundamental circulação de tráfego urbano e cria um parque municipal em seu lugar de forma aleatória e sem qualquer lastro técnico”, disse o Ministério Público sobre a ação.

Na ação, Smanio afirma que o texto da lei é incompatível com a Constituição estadual por não respeitar o princípio da separação de poderes. Segundo o procurador, a lei trata de matéria de iniciativa exclusiva do chefe do Executivo e que, via de regra, a iniciativa legislativa pertence ao Poder Legislativo.

Procurada pela reportagem, a prefeitura de São Paulo informou que a Procuradoria-Geral do município ainda não foi notificada sobre a decisão.

Via Ciclo Vivo

sexta-feira, 28 de junho de 2019

50 Detalhes construtivos de arquitetura em madeira

 As características da madeira e sua manufatura - segundo a espécie de árvore e seu local de crescimento - permitiu o desenvolvimento da humanidade em qualquer região da Terra. Os detalhes nas obras com madeira, presentes na diversidade de tipos de junções e uniões, não apenas evidenciam um fator construtivo e estrutural, mas também concedem um valor e complexidade arquitetônica.

Veja uma seleção de 50 detalhes construtivos de projetos que se destacam pelo uso da madeira. Vale o Clique!

Via ArchDaily



quinta-feira, 27 de junho de 2019

Egito inaugura o maior parque solar do mundo



Egito está aproveitando seus recursos naturais para gerar energia através de seu potencial de energia renovável. Com a nova usina solar Benban, ela gerará uma redução nas emissões de carbono no país em quase dois milhões de toneladas.

A maior usina solar do planeta está agora em Benban, no deserto do Saara Oriental. O nome vem de uma cidade perto do Rio Nilo. Esta gigantesca usina começou a operar em dezembro de 2017 e estima-se que ela gera 90% da energia produzida pela reserva de Assuã. Graças a isso, o Egito terá fontes de energia renovável de 25% até 2022.

A planta Benban consiste em 40 projetos separados. Todos serão conectados à rede de alta tensão no Egito, para isso foi criado quatro novas sub-estações. Estas quatro subestações também serão conectadas a uma linha existente de 220 Kv.

O principal objetivo da nova estação é gerar entre 1,5 e 2,0 GW de energia solar no início do ano 2020.

Essa megaestrutura foi construída em uma área com um grande número de pessoas que estão desempregadas. Para sua construção, foram solicitados os serviços de mais de 10.000 pessoas. Quando esse projeto atingir seu desempenho máximo, estima-se que gere cerca de 4.000 empregos diretos para as pessoas da área.

Deve-se notar que as condições climáticas da área foram fundamentais para optar por esta localização, que muitos descrevem como a melhor do planeta Terra.

A temperatura em Benban supera facilmente os 50ºC. Por outro lado, tiveram que instalar componentes para proteger a estrutura e as horas de trabalho tinham que ser nas horas mais frias do dia por proteção.

Com a central Benban, o Egito espera eliminar dois milhões de toneladas de emissões de gases por ano, devido ao seu gigantesco potencial solar.

Via Engenharia É

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Mouaz Abouzaid e Dima Faraj projetam parque urbano em Dubai

Os arquitetos Mouaz Abouzaid e Dima Faraj desenvolveram um projeto de intervenção urbana para transformar a principal rodovia que atravessa a cidade de Dubai em uma estrutura verde e permeável. A Sheikh Zayed Road é uma importante estrutura viária que atravessa todo os Emirados Árabes Unidos e por consequência, corta e divide o tecido urbano desta e de tantas outras cidades do país. Inspirada nos movimentos das dunas, a proposta foi concebida para reconectar duas áreas da cidade historicamente afastadas pela rodovia através da criação de novos espaços públicos e áreas verdes.

Mouaz Abouzaid explica o conceito do projeto com as seguintes palavras: "o X-Space é um projeto alternativo de espaço urbano, uma estrutra que promove o uso compartilhado da cidade e a integração dos seus espaços, um lugar onde as pessoas possam viver, trabalhar e se divertir. O projeto procura reconectar as pessoas com a cidade através de uma programação cultural que transformará a antiga rodovia Sheikh Zayed em uma nova rede de áreas verdes e espaços públicos interconectados." A Sheikh Zayed é a mais longa estrada dos Emirados Árabes Unidos, partindo do Trade Centre Roundabout e chegando até a cidade de Abu Dhabi. Esta é uma das mais importantes artérias do sistema viário dos EAU, e representa o símbolo de seu contínuo crescimento e desenvolvimento.

O X-Space é uma estrutura urbana composta por espaços comerciais, escritórios e praças de alimentação, contando ainda com uma rede integrada de áreas verdes, espaços públicos e ciclovias. "Um projeto concebido para reconectar ambas zonas da cidade de Dubai, leste e oeste, aproximando o passado e o presente de norte a sul", acrescentou Abouzaid. "Aquilo que estamos buscando implantar em Dubai através do X-Space é uma "cidade com menos carros" e, quem sabe, totalmente livre de carros no futuro próximo. Isso pode parecer apenas um sonho; entretanto, este é um projeto piloto com o qual estamos propondo uma abordagem completamente diferente para a cidade em termos de mobilidade e qualidade de vida".

Especificamente falando, o X-Space consiste em uma estrutura de dois pavimentos. O térreo é um espaço completamente permeável que convida as pessoas a transitar entre jardins e espaços públicos multi-usos, os quais estão cobertos pelo edifício em si, onde encontram-se os escritórios, restaurantes e uma academia de ginástica. O segundo pavimento é um amplo espaço compartilhado concebido para ciclistas e pedestres. O X-Space tem como objetivo resolver os problemas da fragmentação do tecido urbano no centro de Dubai, criando novas áreas verdes e espaços de convívio que possam induzir mudanças sociais na comunidade local. É um projeto que aspira reintroduzir a escala humana nos espaços públicos da cidade, algo esquecido há um bom tempo em Dubai mas que é tão importante para a vida das pessoas. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArchDaily

terça-feira, 25 de junho de 2019

Torre de TV futurista em Istambul está perto de ser concluída


A Melike Altınışık Architects, com sede na Turquia, divulgou mais detalhes sobre a construção da Torre de Rádio e TV Çamlıca de Istambul, com 369 metros. A torre de telecomunicações evoca uma sensação de movimento e ritmo dentro de sua silhueta que muda quando vista desde diferentes direções pela cidade.

A nova torre de telecomunicações substituirá várias estruturas obsoletas atualmente em uso e abrigará cerca de 125 equipamentos de transmissão. Projetada para o Ministério de Transporte e Comunicação, a torre está atualmente em construção, com previsão para ser concluída no final de 2019.

O projeto apresenta restaurantes, espaços de exposição, áreas de reuniões, um elevador panorâmico e um deck de observação de dois pavimentos com vista para o Estreito de Bósforo. Haverá também um hall público, café e áreas de exposição dentro do térreo que é transformado pela passarela existente do parque em Küçük Çamlıca Grove.

A torre é composta por um mastro de aço de 145 metros apoiado por um núcleo de concreto de 203 metros que, a partir do início de abril de 2018, atingiu a altura total de 369 metros de construção (589 metros acima do nível do mar).

Via ArchDaily

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Daniel Libeskind projeta instalação que marca os 75 anos da libertação de Auschwitz

Daniel Libeskind trabalhou em pareceria com o fotógrafo Caryl Englander e o curador Henri Lustiger Thaler, do Amud Aish Memorial Museum, para projetar uma instalação temporária no Museu de Auschwitz-Birkenau. Through the Lens of Faith será inaugurada em 1 de julho de 2019, marcando o 75º aniversário da libertação do campo de extermínio em 1945.

A exposição consiste em 21 retratos em cores feitos por Caryl Englander de judeus, poloneses e ciganos sobreviventes do campo, registrados ao longo de três anos. Englander buscou um registro íntimo, com muitos olhares diretos para a lente e braços à mostra para exibir os infames números e símbolos usados para marcar os prisioneiros.

Painéis verticais de aço de três metros de altura estão alinhados em ambos os lados de um caminho que se ramifica e leva ao Memorial e Museu de Auschwitz. O padrão repetitivo dos painéis faz lembrar as listras dos uniformes dos prisioneiros, ao passo que as superfícies espelhadas refletem a paisagem e evocam certa liberdade física e espiritual. Os visitantes encontram os retratos ao entrar na exposição, cada um deles enquadrado e revestido com vidro preto gravado com as palavras do relato da pessoa sobre o acampamento.

"Não podemos entender os milhões que foram assassinados no Holocausto, mas podemos entender a história de uma pessoa. Esta exposição coloca as histórias dos sobreviventes em foco e tece seus relatos íntimos com o contexto do campo e da vida contemporânea."
- Daniel Libeskind

Via ArchDaily

domingo, 23 de junho de 2019

Cinema é totalmente abastecido por energia solar em Florianópolis

Desde o final de maio, o Paradigma Cine Arte, de Florianópolis, oferece aos frequentadores um grande diferencial de sustentabilidade: é o primeiro cinema totalmente abastecido por energia solar na região Sul do Brasil. O sistema fotovoltaico de 95,04 kWp (quilowatts-pico) de potência, com 500 painéis instalados em 2 mil m² de telhado do Centro Empresarial Corporate Park, foi implantado pela ENGIE. A geração estimada de 117,7 mil kWh/ano pode atender todo o consumo do cinema e do escritório da construtora que administra o condomínio.

“Estamos muitos satisfeitos e no ano que vem devemos ampliar o projeto para toda a área comum do Centro Empresarial”, diz o sócio da Rá Incorporações e gestor do Paradigma, Frederico Didoné. Ele conta que o sistema da ENGIE foi planejado para gerar uma economia mensal média de R$ 8 mil. Sua expectativa é que o investimento de R$ 390 mil nos equipamentos e R$ 60 mil em obras de engenharia civil se pague em até cinco anos. O equipamento tem vida útil de aproximadamente 25 anos.

Referência cultural na cidade, o Paradigma exibe filmes que não costumam entrar no circuito comercial. Já são mais de 1.500 títulos desde a sua criação em 2010, com quatro sessões diárias. A programação destaca eventos como o Festival Varilux de Cinema Francês, que em junho exibirá 20 filmes inéditos em três semanas. “Investir em energia limpa é uma tendência inevitável e se soma a outras iniciativas que nos orgulham bastante, como os lagos ornamentais abastecidos com água da chuva e o fim do uso de material impresso na divulgação da programação, para economizar papel”, afirma o empresário. “O público está consciente e reconhece a importância isso”.

O Corporate Park, localizado na rodovia SC-401, abriga 60 empresas de diversos portes e segmentos em oito blocos de prédios horizontais. Essa disposição arquitetônica favorece a instalação de placas fotovoltaicas. A futura expansão do sistema para os 6 mil m² de telhado restantes poderá fornecer energia para alimentar garagens, elevadores, câmeras de segurança, iluminação noturna, estação de tratamento de esgotos e bombas que puxam água de dois poços artesianos.

Projetos solares no Sul
Outro cliente da ENGIE em Florianópolis é o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que está prestes a inaugurar um sistema fotovoltaico com capacidade instalada de 46,9 kWp e geração estimada de 58,2 mil kWh/ano. Em São Carlos, no oeste catarinense, a ENGIE ajudou a Ogochi a se transformar, em março, em uma das primeiras indústrias de confecção do Brasil a alcançar autossuficiência na geração de energia solar fotovoltaica.

“Ficamos muito satisfeitos em contribuir com esses projetos”, diz o diretor executivo de soluções fotovoltaicas da ENGIE, Rodrigo Kimura. “Temos outras soluções integradas para empresas se tornarem mais eficientes do ponto de vista energético e mais sustentáveis em relação ao uso de recursos naturais”. Com mais de 2.300 instalações realizadas, a ENGIE é uma das principais fornecedoras de sistemas fotovoltaicos do Brasil. Em 2019 a empresa planeja dobrar a participação no mercado de geração distribuída.

Via Ciclo Vivo

sábado, 22 de junho de 2019

Sagrada Família recebe seu primeiro alvará de construção em 137 anos de história

A chefe da Secretaria de Ecologia, Urbanismo e Mobilidade Urbana da cidade de Barcelona, Janet Sanz, também no exercício de vice-prefeita da capital catalã, acaba de liberar o primeiro alvará de construção da Sagrada Família. Depois de mais de 137 anos do início das obras de uma das mais impressionantes e contraditórias obras de arquitetura do mundo, a Sagrada Família finalmente conta uma permissão oficial de construção emitida pelas autoridades locais. O alvará emitido pela prefeitura permitirá que as obras de construção sigam seu ritmo inalterável e de acordo com a lei, até 2026, quando a famosa estrutura projetado por Antoni Gaudí deverá ser finalmente concluída.

No ano passado, a Sagrada Família fechou um acordo com a prefeitura de Barcelona para pagar uma dívida de mais de US$ 40 milhões. Isso porque a obra nunca teve de fato, um alvará de construção válido deste que a região onde se encontra a basílica foi incorporada pela cidade de Barcelona. A dívida será paga em várias parcelas ao longo dos próximos dez anos, enquanto que a nova licença de construção será válida pelos próximos sete anos, até 2026, ano do centenário da morte de seu criador.

A saga da obra da Sagrada Família vem se arrastando a mais de um século, sendo que a permissão para construir, originalmente emitida em 1885 por Sant Martí de Provençals, nunca foi renovada. A licença deixou de ser válida quando a área foi incorporada pelo município de Barcelona. Em outubro do ano, publicamos aqui no Archdaily uma matéria revelando que as autoridades ligadas à instituição religiosa concordaram em pagar a dívida em uma série de parcelas ao longo dos próximos dez anos. Como contrapartida, o município se comprometeu a melhorar o transporte público no entorno da obra.

O município de Barcelona receberá US$ 5,2 milhões em impostos devidos ao longo dos próximos dez anos, pondo fim um capítulo que a vice-prefeita descreveu como “uma anomalia histórica”. Patrimônio Mundial da UNESCO, a Sagrada Família está sendo construída segundo projetos desenvolvidos postumamente de acordo com modelos feitos em gesso por Gaudí, isso porque o projeto original foi perdido a quase cem anos.

Um dos principais ícones do Modernismo Catalão, a Sagrada Família atrai mais de três milhões de visitantes todos os anos. Gaudí trabalhou incansavelmente no projeto e na construção do templo ao longo de seus últimos anos de vida, até 1926 quando faleceu vítima de um atropelamento no entorno da obra. Uma vez concluída, a Sagrada Familia será a igreja alta da Europa atingindo uma altura recorde de 172,50 metros, contando com dezoito torres no total. Antes mesmo de ser concluída, o templo já vem sendo restaurado uma vez que a sua obra foi iniciada a mais de cem anos atrás. Até hoje, a Sagrada Família vem sendo mantida inteiramente através de doações, sem nenhum tipo de financiamento público.

Via ArchDaily

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Animação mostra o crescimento de Manhattan nos últimos 400 anos

Watch Manhattan Grow Over 400 Years from Danny Ashton on Vimeo.


A ilha de Manhattan é um dos centros urbanos mais icônicos do mundo. Nos últimos quatro séculos, a ilha mudou muito e evoluiu em função das necessidades de seus habitantes, que hoje somam mais de 8 milhões.

Para traçar a evolução de Manhattan, o NeoMam Studios se uniu a Angie’s List em uma pesquisa nos arquivos da Biblioteca Pública de Nova Iorque e da Biblioteca do Congresso. O resultado é uma animação e uma série de cartografias que mapeiam o crescimento de Manhattan no arco temporal de 1609 a 2019. Vale o Clique!

Via ArchDaily

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Faber-Castell lança linha especial para arquitetos e designers












É estudante, trabalha com arquitetura e design ou simplesmente ama desenhar? A Faber-Castell acaba de lançar uma linha de lápis coloridos especialmente para o nicho. A Creative Studio engloba as versões permanente (tradicionais) e aquarela com os kits Goldfaber e Goldfaber Aqua.

Com tecnologia inovadora, o material de desenho e pintura são resistentes à luz e à prova de manchas, e ainda possui um acabamento tonal intenso. O estojo metálico, ótimo para armazenar os lápis, contém 48 cores suaves. Porém, se você quiser incrementar o ambiente criativo, a marca ainda disponibiliza Gelatos, Pastel Seco e Oleoso, Canetas Artísticas Pitt para a linha Creative Studio. Impossível não querer uma!

Via Casa Vogue

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Centro Cultural Oscar Niemeyer inaugura biblioteca infantil com 11 mil livros em Goiânia

O CCON (Centro Cultural Oscar Niemeyer), famoso por seus show, espetáculos e exposições, agora tem uma super biblioteca infantil que contará com mais de 4.600 títulos e aproximadamente 11.000 exemplares, reunindo obras de Machado de Assis, J.K Rowling, Monteiro Lobato, Lewis Carrol, Arnaldo Antunes, Julio Verne, Ana Maria Machado, Roger Mello, Ziraldo, Tatiana Belinky e outros. O acervo é formado por livros de renomadas editoras nacionais e internacionais e tem como foco a literatura infanto-juvenil informativa, cordel, poesia e ainda história em quadrinhos.

A Biblioteca Infantil foi projetada com o objetivo de proporcionar agradáveis experiências de leitura aos pequenos. A ambientação foi desenvolvida estrategicamente para que haja concentração, lazer e aprendizado durante a permanência de crianças e jovens no local. Além do amplo acervo, a biblioteca conta com um mobiliário planejado, palco multifuncional para o desenvolvimento de atividades culturais, computadores e cineminha.

A Biblioteca Infantil funcionará de terça a sexta, das 08hrs às 18 hrs e sábados, domingos e feriados, das 10 horas às 16 horas.

Via Curta Mais

Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga



Pouco ficou em pé do que um dia fo  Roma, há milhares de anos, quando era a cidade mais poderosa do mundo. O arqueólogo italiano Italo Gismondi conseguiu colocar em pé, com muita precisão, a paisagem antiga da Roma no século 4 d.C., na época de Constantino I, quando a cidade atingiu seu maior tamanho.

Foram 36 anos de trabalho minucioso e dedicado. Isto é, três vezes mais do que o Coliseu demorou para ser construído à sua época. Foi encomendada em 1933 por Mussolini para comemorar o nascimento de Augusto (63 a.C.). Usando um mapa feito por Rodolfo Lanciani, de 1901, Gismondi foi capaz de completar o núcleo principal em 1950. As outras partes foram sendo construídas depois, até a maquete ser finalizada em 1971. E hoje é conhecida como uma das referências mais importantes da Roma Antiga.

A maquete está em exposta no Museu da Civilização Romana, e é conhecida como o Plastico di Roma Imperiale. Feita em gesso, está em uma escala de 1:250 e tem pouco mais de 16 metros de comprimento. Foi usada por Ridley Scott para filmar algumas cenas do filme O Gladiador.

Vale o Clique!

Via Engenharia É

terça-feira, 18 de junho de 2019

Noruega é o primeiro país do mundo a proibir o desmatamento

A Noruega tornou-se o primeiro país do mundo a proibir o desmatamento. A grande iniciativa foi anunciada e é totalmente planejada para proteger as florestas norueguesas.

A novidade é que agora também será aplicado entre outros países do mundo e para relações comerciais entre empresas da Noruega. O Estado norueguês assinou um decreto em que se comprometeu a avaliar todos os negócios propostos, a fim de apoiar sempre aqueles que têm uma política que atende a sustentabilidade.

Na Cúpula do Clima em 2014, o governo norueguês comprometeu-se a assumir políticas de “desmatamento zero”.

Na ocasião, que consistia em proibir produtos provenientes do desmatamento, a Alemanha e o Reino Unido também se comprometeram.

Vale a pena notar que a Noruega já participou muitas vezes de soluções para o meio ambiente: em 2008, doou 1 bilhão de dólares para o Brasil para apoiar a preservação da floresta amazônica.

A decisão da Noruega é realmente importante para o mundo inteiro porque encoraja outros países a seguir o mesmo caminho.

Esse tipo de compromisso não é apenas que parem de derrubar árvores, mas acima de tudo, que isso significa não lucrar com o desmatamento e a destruição da biodiversidade da natureza.

Via Engenharia É

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Dupla de Irmãos à Obra vêm ao Brasil

Os irmãos Drew e Jonathanm apresentadores do programa Irmãos à Obra, vão desembarcar no Brasil na segunda quinzena de agosto deste ano. A vinda deles foi confirmada depois de diversos rumores circularem pela internet e de uma campanha que mobilizou cerca de 8 milhões de pessoas nas redes sociais, com a hashtag #vemirmaosaobra.

De acordo com o site F5, até o momento não é possível saber se os irmãos gravarão episódios do reality show no país, que atualmente está em sua sétima temporada. A dupla deve cumprir uma agenda de encontros com fãs e imprensa.

Via Curta Mais

China está construindo a maior cidade do mundo para 120 milhões de habitantes

Você sabia que a China está construindo a maior cidade do mundo? Na última década, o país tem a missão de criar a maior cidade do mundo, combinando algumas das cidades mais densamente povoadas do país. Instalada em um perímetro de 15.000 quilômetros quadrados chamado Delta do Rio das Pérolas, a região abriga 57 milhões de pessoas.

Esta região não só desempenha um papel importante na China, mas é um componente crucial de toda a economia global, enviando alguns de seus adorados produtos de tecnologia. A região em si é composta pelas cidades de Shenzhen, Dongguan, Huizhou, Zhuhai, Zhongshan, Jiangmen, Guangzhou, Foshan e Zhaoqing.

Qual é o plano da China? Até 2030, a China espera unir todas as cidades em uma megacidade poderosa, com uma produção econômica de US $ 2 trilhões. Como mencionado no vídeo bem projetado da PolyMatter, o governo chinês tem grandes planos para a região, uma área que pode eventualmente se tornar a potência econômica mundial.

A expectativa é que essa área seja casa para 120 milhões de pessoas, a primeira Mega Cidade da História ou “cidade sem fim”, uma megalópole que será 26 vezes maior do que a Grande Londres e terá mais habitantes que o esperado para países inteiros, como Japão e Rússia. Tudo isso numa área que corresponde a menos de 2% do território da China.

Via Engenharia É

domingo, 16 de junho de 2019

Ambev vai inaugurar 31 usinas solares pelo Brasil até 2020

Em mais um passo importante rumo à sua meta de ter 100% da eletricidade proveniente de fontes limpas até 2025, a Cervejaria Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma e Budweiser, irá inaugurar 31 usinas solares em todo o Brasil até março de 2020. As plantas vão produzir energia o suficiente para abastecer todos os 94 centros de distribuição direta (CDD) que a companhia mantém no país.

Ainda em 2019 serão abertos 25 parques, com capacidade para atender 90% de todos os CDDs, de onde saem os mais de 200 rótulos de cerveja da companhia para os pontos de vendas espalhados pelo país.

As usinas solares irão funcionar por meio de geração distribuída, ou seja, a energia gerada por cada planta solar equivale à quantidade utilizada pelos CDDs e será disponibilizada para a grade pública da região em que está instalada. A implementação dos parques, que contarão com mais de 50 mil painéis solares e capacidade de geração de 2.600MWh por mês, evitará que mais de 2,9 mil toneladas de CO2 sejam emitidas anualmente, o que corresponde à retirada de 744 mil carros das ruas no mesmo período.

Quase metade das cervejarias da companhia já são alimentadas por fontes limpas e renováveis com queima de biomassa de madeira e óleo vegetal. A mudança na operação começou há mais de três anos e nas unidades de Ponta Grossa e Uberlândia, por exemplo, essas fontes já representam mais de  90% da matriz energética.

“Para nós, é a realização de um sonho conseguirmos abastecer 100% dos nossos CDDs com energia limpa. A instalação das plantas solares é um marco em nossa história e temos certeza do reflexo positivo que essa iniciativa terá sobre as próximas gerações e o meio ambiente” afirma Leonardo Coelho, diretor de sustentabilidade e suprimentos da Cervejaria Ambev.

As iniciativas da Cervejaria Ambev voltadas à energia solar começaram a sair do papel no fim de 2018. Em dezembro passado, a companhia anunciou a construção de sua primeira usina solar, localizada na cervejaria de Uberlândia, em Minas Gerais. A planta será inaugurada no início do segundo semestre de 2019 e terá capacidade para abastecer a operação de todos os 13 centros de distribuição mantidos no estado.

No início de 2019, a Cervejaria Ambev também concluiu a instalação de mais de duas mil placas solares em seu Centro de Inovação Cervejeira (CIT), localizado no Rio de Janeiro. Juntas, as placas podem produzir até 720 kWp de geração, o suficiente para abastecer 100% das operações da unidade durante o período do dia com maior incidência de sol. Esse é o primeiro dos seis centros de inovação que a AB InBev mantém ao redor no mundo que é alimentado por energia limpa.

Transporte elétrico
Outra iniciativa anunciada no último ano foi a parceria com a Volkswagem Caminhões & Ônibus para o primeiro caminhão 100% elétrico da América Latina, com zero emissão de CO2, NOX e microparticulados. Até 2023, mais de 1/3 da frota que atende às operações da Cervejaria Ambev será composta por veículos do tipo, deixando de emitir mais de 30,4 mil toneladas de carbono por ano em sua cadeia logística. O plano é que os caminhões sejam 100% alimentados pela energia solar dos CDDs.

Confira abaixo as quatro novas metas ambientais que devem ser atingidas até 2025.:

Ações Climáticas: 100% da eletricidade comprada pela Cervejaria Ambev deve ser advinda de fontes renováveis. Além disso, a cervejaria vai reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo da sua cadeia de valor.

Embalagem Circular: 100% dos produtos devem estar em embalagens retornáveis ou que sejam majoritariamente feitas de conteúdo reciclado.

Gestão de Água: melhorar de forma mensurável a disponibilidade e a qualidade da água para 100% das comunidades em áreas de alto estresse hídrico com as quais a cervejaria se relaciona.

Agricultura Inteligente: 100% dos agricultores parceiros da cervejaria devem estar treinados, conectados e com estrutura financeira para desenvolver um plantio cada vez mais sustentável.

Via Ciclo Vivo

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Curitiba vai testar na frota ônibus movido a gás natural e biometano

Curitiba foi escolhida para ser a cidade teste de ônibus movidos a gás veicular natural e biometano (combustível derivado da decomposição de resíduos). Os ônibus são da indústria Scania, que foi convidada pelo prefeito Rafael Greca a instalar na capital paranaense uma fábrica de ecomotores.

“Curitiba é a cidade ideal para uma indústria de ecomotores, temos todas as credenciais para uma empresa dessa natureza”, disse Greca durante a visita de diretores da Scania no Brasil, Silvio Munhoz e Cristiano Locatelli.

A Scania acabou de entrar no mercado nacional de biarticulados. Em meados de Março foram entregues seis novos biarticulados da marca para a frota do transporte público de Curitiba.

Segundo Munhoz, a maior vantagem do uso do gás natural na frota do transporte coletivo é contribuir para a redução da poluição. “Esse tipo de combustível emite entre 70% e 85% menos material particulado no ar comparado ao diesel comum”, disse.

Os testes no sistema de transporte coletivo de Curitiba deverão começar ainda neste mês de março. Também participaram da reunião o presidente da Urbs (Urbanização de Curitiba S/A), Ogeny Pedro Maia Neto, o presidente do Setransp (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Curitiba e Região Metropolitana), Maurício Gulin.

Via The Greenest Post

terça-feira, 11 de junho de 2019

Casa modular em SP é desmontável e transportável

Valorizar o essencial é o que procurou o arquiteto, urbanista e empreendedor carioca Duda Porto, do escritório Duda Porto Arquitetura, que acaba de lançar sua casa Lite, durante a 33ª edição da CASACOR São Paulo. Ele projetou uma casa com 190 m² de área total, executada em apenas 40 dias. É uma construção autossuficiente, modular e sustentável, de execução limpa e rápida. “A casa Lite nasceu da busca por menos excesso e mais essência. Acreditamos que a moradia é um ponto de encontro no movimento constante da vida. Um palco para a nossas relações com a natureza e com quem amamos”, afirma Duda.

Desenvolvido pelo profissional em 2013, o sistema Lite se baseia em uma arquitetura de planejamento e eficiência, em que cada detalhe é pensado para o melhor aproveitamento de material, transporte, integração entre o homem, a arquitetura e o espaço a seu redor. A casa Lite traz um sistema modular que a torna nômade, podendo ser desmontada, transportada e remontada em qualquer lugar.

Com uma mente inquieta em busca novas soluções, Duda afirma que esse sistema surgiu como uma solução para um novo jeito de morar. “Hoje, nos voltamos um pouco para o passado, com a ideia do nomadismo. As casas devem se adaptar às diferentes etapas da vida, sendo essencialmente flexíveis, sustentáveis e móveis”, explica.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

segunda-feira, 10 de junho de 2019

UFG inaugura Usina Solar Fotovoltaica no Câmpus Samambaia

Prédios da Biblioteca Central, Centro de Eventos, Escola de Música e Artes Cênicas receberam placas solares, além do Centro de Aulas das Engenharias na Praça Universitária.

A Universidade Federal de Goiás em parceria com a Enel Distribuição Goiás inaugurou na última quinta-feira, 6 de junho, às 10 horas uma usina solar fotovoltaica no Câmpus Samambaia, durante a Semana Nacional do Meio Ambiente.

A distribuidora investiu R$ 7,6 milhões no projeto de eficiência energética, que conta com 2.440 placas solares em uma área de 4.730 m². O sistema proporcionará uma economia de energia de 2.575,91 MWh/ano, o suficiente para abastecer aproximadamente 1.450 clientes residenciais com consumo médio mensal de 150 KWh durante um ano.

A usina solar fotovoltaica será monitorada remotamente pela empresa, uma vez que esteja integralmente em operação. Quando o consumo de energia na universidade for menor do que a capacidade gerada pela usina solar, o excedente será disponibilizado para a Enel Distribuição Goiás, gerando crédito pela energia injetada e abatimento no valor da conta do cliente. Recebem as placas os prédios da Biblioteca Central, Centro de Eventos, Escola de Música e Artes Cênicas (Emac) e o Centro de Aulas da Escola de Engenharia, este último na Praça Universitária.

“Além dos benefícios da energia economizada e da demanda evitada no horário de ponta do sistema elétrico, a intenção é implementar uma cultura de combate ao desperdício na universidade e a conscientização quanto ao uso sustentável dos recursos naturais”, afirma o responsável por eficiência energética da Enel Distribuição Goiás, Adriano Faria.

O projeto foi selecionado no ano passado, por meio de chamada pública, conforme requisitos estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os programas devem ter foco em ações que envolvam consumo consciente de energia, eficiência energética nas instalações elétricas e atividades educacionais.

O Secretário de Infraestrutura da UFG, Marco Antônio Oliveira, ressalta que, além da Usina Fotovoltaica, o projeto inclui a substituição de quase 25 mil lâmpadas, por lâmpadas de LED. A previsão é de que seja feita uma economia de 10% anualmente com as contas de energia elétrica.

Via Curta Mais