domingo, 20 de outubro de 2019

Em técnica pioneira, estufas de papelão são usadas para cultivar frutas e verduras no deserto

Austrália, Abu Dhabi, Somalilândia, Omã, Tenerife… Sabe o que todos esses lugares têm em comum? Possuem regiões extremamente áridas – e estão contrariando todas as tradições ao plantar toneladas de frutas e verduras no deserto.

O feito é responsabilidade da empresa britânica Seawater Greenhouse, que desenvolveu uma técnica capaz de driblar a secura do deserto a partir de estufas de resfriamento, feitas com uma espécie de papelão bem grosso.

Como funciona? Com a ajuda da água do mar e do vento – que, no deserto, é bastante forte -, essas estruturas de papelão são capazes de conservar seu interior úmido e fresco, em condições ideais para o plantio agrícola.

Já a água necessária para a irrigação dos cultivos também vem do mar e é dessalinizada por meio de uma bomba que funciona à base de energia solar. O sal que sobra de todo esse processo ainda é vendido para gerar renda à população!

Via The Greenest Post

sábado, 19 de outubro de 2019

A Expoderiva Digital é Permanente

A Expoderiva Digital é permanente. Se você participou de alguma edição e não enviou suas fotografias e depoimento para nosso e-mail, ainda dá tempo!

Envie 5 fotografias e um breve depoimento, com seu nome completo e a edição na qual foram registrados os cliques.

A medida que as fotografias chegam, já entra na pauta de publicações e passa a integrar à Expoderiva.


Nosso e-mail: derivadobem@gmail.com

Para conferir as fotografias de nossos derivantes em todas as edições, Vale o Clique!

Zebra Design, apoiadora da Deriva desde sempre



A Zebra Design tem apoiado a Deriva do bem desde o início do projeto. A identidade visual, e os posts são produzidos pela Zebra, que este ano contou com o apoio de muita gente, em especial do Altillierme Carlo.

O Alti, como é conhecido, é um arquiteto recém formado pela UFG que durante toda trajetória enquanto estudante de arquitetura está sempre pronto pra toda obra. Faz uma diferença enorme ter um camarada do nível de responsabilidade, competência e compromisso do Altillierme.

Muito obrigado!

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia

Estaremos andando em grupo, então cuidado para não se perder do seu. Fique atento ao que acontece perto de você.

Sua atenção é uma importante aliada para evitar uma situação desagradável de assalto ou furto.

A organização da Deriva não tem como garantir segurança aos participantes, por se tratar de uma atividade realizada em local público, mas em 07 anos de Deriva - 04 deles como Deriva Fotográfica do Bem - NUNCA tivemos um incidente, então vamos fotografar e andar pela cidade sem medo, ok?

IMPORTANTE:
Não esqueça dos 2 litros de leite "longa vida". Importante doação para um trabalho social.

http://www.derivadobem.com.br/inscricoes.html

Lá do Alto com a Deriva do Bem






Lá do Alto é parceira da Deriva do Bem. Nossas primeiras edições juntos foram: Goiânia - edição Setor Sul - e na primeira edição da Deriva do Bem na Cidade de Goiás, ambas em 2015.

Para nós da Equipe é uma satisfação estarmos juntos com um olhar diferente, um olhar Lá do Alto. Nossa gratidão Ralph e Lá do Alto!

Conselho de Patrimônio de Ponta Grossa se recusa a tombar casas de Vilanova Artigas e Miguel Juliano

O Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Ponta Grossa negou o pedido de tombamento de duas das últimas casas modernistas preservadas da cidade. Os imóveis são a Residência Família Correia de Sá, de 1948, projetada por João Vilanova Artigas, e a Residência Família Justus, de 1950, concebida pelo arquiteto goiano Miguel Juliano, que ganhou destaque nacional pelas obras de cunho público.

A votação foi realizada no dia 30 de setembro e contou com 17 conselheiros representantes de instituições, conselhos e sindicatos da cidade. Embora apenas quatro tenham votado contra o tombamento, a legislação municipal exige um mínimo de 70% de votos favoráveis considerando o número total de conselheiros - todavia, há mais de seis meses quatro organizações não enviam representantes para as votações, o que praticamente inviabiliza o tombamento de qualquer imóvel.

"Ponta Grossa deixa de valorizar dois imóveis modernistas icônicos de arquitetos renomados mundialmente. Duas casas que eram o último exemplar na cidade de Ponta Grossa em condições de tombamento”, lamenta o diretor do Departamento de Patrimônio Cultural da cidade, o arquiteto e urbanista Alberto Portugal.

Segundo a defesa legal da família Justus, o bem não deveria ser tombado por já se encontrar devidamente preservado, registrado e esquadrinhado no livro Artigas e Miguel Juliano: seis casas modernistas em Ponta Grossa, lançado ano passado pelas arquitetas Ana Luísa Furquim Bezerra e Gisele Pinna Braga. Por sua vez, os advogados dos proprietários da Residência Família Correia de Sá afirmam que o interesse cultural da casa não é claro e que o tombamento entraria em conflito com o direito de propriedade, prejudicando possíveis expansões do imóvel - que será possivelmente demolido para dar lugar a uma clínica de cinco pavimentos.

O descontentamento de alguns setores da sociedade resultou em um abaixo-assinado online que pede nova votação para os tombamentos, disponível na página do Avaaz, com meta de reunir duas mil assinaturas. Até o momento desta publicação, mais de 1.200 pessoas assinaram, contribuindo para a preservação do patrimônio moderno brasileiro.

Via ArchDaily

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia





A Deriva é um evento gratuito. Pedimos ao derivante que contribua apenas com duas caixas de leite longa vida que serão doadas a uma instituição, que desenvolve trabalhos com moradores de rua e dependentes químicos. Participe conosco da Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia.

Inscrições, Vale o Clique!

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Mol Engenharia - apoio a Deriva do Bem




A Mol! Engenharia desde 2011 colabora, e ajuda a pensar o projeto da Deriva do Bem. São 8 anos de boas prosas, reflexões, sorrisos e cafés.

Um apoio que contagiou a equipe toda da empresa e tem feito muito bem ao projeto. Nossos agradecimentos sinceros ao pessoal da Mol! em especial ao Carlos Barcelos e Octávio Scapin.

Valeu Galera!

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia






A Deriva é um evento gratuito. Pedimos ao derivante que contribua apenas com duas caixas de leite longa vida que serão doadas a uma instituição, que desenvolve trabalhos com moradores de rua e dependentes químicos. Participe conosco da Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia.

Inscrições, Vale o Clique!

Estúdio RGB é parceria da Deriva do Bem






Parceiro da Deriva do Bem o Estúdio RGB tem apoiado desde a edição de 2013 o projeto. Uma turma bacana que sempre nos apoia e nos recebe prontamente.

Agradecemos o apoio e amizade!

Valeu Galera!

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia






A Deriva do Bem 2019 - Itatiaia começa hoje, 18/10/2019! Nosso bate-papo será na Escola Municipal Brice Francisco Cordeiro na Rua R-34, 191 às 20h00. No Sábado nos encontraremos às 9h00 no Bosque do Itatiaia na Avenida Esperança esquina com a Rua R-6. Se inscrevam! Participem!

www.derivadobem.com.br

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia





A Deriva é um evento gratuito. Pedimos ao derivante que contribua apenas com duas caixas de leite longa vida que serão doadas a uma instituição, que desenvolve trabalhos com moradores de rua e dependentes químicos. Participe conosco da Deriva do Bem 2018, edição Goiânia.

Inscrições, Vale o Clique!

Servidores do Distrito Federal usarão carros elétricos compartilhados

O governo do Distrito Federal (GDF) lançou na última segunda-feira (7) projeto piloto que usa carros elétricos compartilhados no transporte dos servidores públicos. O projeto Vem DF conta inicialmente com uma frota de 16 veículos elétricos modelo Twizy, da marca Renault, para que servidores cadastrados possam se deslocar por rotas previstas no software do automóvel.

A princípio, o GDF tem dois carros habilitados para fazer o transporte de servidores e, gradualmente, os demais carros receberão a instalação do software que permite o uso compartilhado. Foram entregues 12 veículos e quatro chegarão a Brasília até o final do ano.

Rotas
Os novos veículos terão uma rota restrita ao percurso entre a Esplanada dos Ministérios, onde ficam os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais, e as sedes dos órgãos da administração do DF. Os carros têm autonomia para até 100 quilômetros (km) com uma velocidade de até 80 quilômetros por hora (km/h).

O aplicativo será viabilizado por um software (MoVe), que permite reservar os veículos disponíveis e acompanhar a localização deles. O aplicativo rastreia o automóvel, monitora a velocidade, a carga de bateria e as rotas percorridas. Os carros serão desbloqueados com cartões dos usuários cadastrados no sistema.

Para garantir o carregamento dos veículos elétricos, serão instalados por toda a capital 35 pontos de recarga. Os eletropostos permitirão abastecimento gratuito e serão de uso público, e não apenas da frota do governo.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) investiu nos carros e eletropostos R$ 2,1 milhões.

Um acordo de cooperação técnica (ACT) assinado entre ABDI, Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) e GDF viabilizou o início do projeto em Brasília. Os veículos serão cedidos ao governo distrital em forma de comodato, com cláusulas sobre operação, manutenção, taxas e seguros.

IPVA
No lançamento do projeto, o governador Ibaneis Rocha anunciou que o governo prepara projeto de lei para isentar carros elétricos de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) por cinco anos. Segundo Ibaneis, o projeto está pronto e será encaminhado para a Câmara Legislativa do DF.

Via Ciclo Vivo

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Igreja da Pampulha é reaberta ao público após um ano de restauro

Um dos principais cartões-postais de Belo Horizonte, a Igreja da Pampulha, projetada por Oscar Niemeyer, recebeu um minucioso trabalho de restauro e será reaberta ao público hoje, dia 4 de outubro. O edifício estava fechado desde junho do ano passado, quando se iniciou a intervenção nas infiltrações, incluindo um complexo trabalho de substituição do forro de madeira da nave central, além de manutenções gerais, como a limpeza e recuperação do revestimento externo das pastilhas cerâmicas, repintura da capela e recuperação dos passeios da calçada portuguesa.

A Igreja de São Francisco de Assis, popularmente conhecida como Igrejinha da Pampulha, é um edifício com alto valor histórico, marco da arquitetura moderna e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e desde 2016 é Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

As obras na igreja fizeram parte de compromissos assinados com a UNESCO para modificações nos projetos do Conjunto da Pampulha após sua nomeação como Patrimônio Cultural da Humanidade. Devido à importância do projeto da igreja, foi realizado um amplo estudo para garantir a preservação dos valores patrimoniais. De acordo com a Tecnibras, construtora responsável pelo projeto, o restauro contou com uma intervenção atenta aos detalhes construtivos, para que não houvesse uma descaracterização do bem cultural e para que fossem mantidas as condições de autenticidade e fruição.

A substituição do forro de madeira da nave central, danificado por conta das infiltrações, foi o maior desafio do restauro. Como cada peça dos painéis de madeira que formavam o forro tinha medida única e diferentes entre si, foi feito um mapeamento de cada painel e as peças antigas serviram de molde para a fabricação de novas.

A recuperação do revestimento externo das pastilhas cerâmicas também exigiu bastante atenção no processo de restauração. As regiões com destacamento de pastilhas foram recuperadas manualmente e reassentadas, seguido de limpeza também manual para não danificar as pastilhas e argamassa de assentamento.

O restauro foi selecionado pelo IPHAN para receber recursos do Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas. As obras foram executadas pela Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap).

Via ArchDaily

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia









A Deriva do Bem 2019, começa amanhã com nosso tradicional bate-papo. Nosso tradicional bate-papo será na Escola Municipal Brice Francisco Cordeiro na Rua R-34, 191, às 20h00.

Ainda dá tempo de se inscrever! Vale o Clique!

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Deriva do Bem é um Projeto Extensão UFG



A Deriva do Bem é um projeto de extensão e cultura da UFG sem fins lucrativos.

Desde 2014 buscamos através das vendas de camisetas e canecas financiar as despesas do evento, como manutenção de sites, material de consumo etc.

Uma forma de você colaborar com o nosso projeto é adquirindo nossas camisetas. A cada edição do evento lançamos uma cor diferente.

Para maiores informações envie um email para

derivadobem@gmail.com

Deriva do Bem 2019 - Inscrições Abertas!





Se você ainda não se inscreveu, clique, inscreva-se e venha participar conosco de mais uma edição da Deriva do Bem!

A Deriva do Bem 2019 acontecerá nos dias 18 e 19 de outubro, no Bairro Itatiaia, ao lado do Campus 2 da UFG.

Clique, confira, se inscreva e venha com a gente!

sábado, 12 de outubro de 2019

Deriva do Bem 2019 - Inscrições Abertas!








Já está disponível no site as inscrições para a Deriva do Bem 2019!

A Deriva Goiânia acontecerá nos dias 18 e 19 de outubro, no Bairro Itatiaia, ao lado do Campus 2 da UFG.


Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia



A Deriva do Bem em suas primeiras edições percorreu pelas ruas do Centro. O projeto expandiu e derivamos por outros Bairros e pela Cidade de Goiás.


Esse ano, nossa experiência será no Itatiaia, ao lado do Campus 2 da Universidade Federal de Goiás. Um bairro com característica residencia com bosques, parques e caminhos singulares por onde vale a pena derivar! Vem com a gente!

Nosso tradicional bate-papo será na Escola Municipal Brice Francisco Cordeiro na Rua R-34, 191, no Itatiaia, às 20h00. No sábado nosso ponto de encontro será no Parque Itatiaia na Av. Esperança esquina com a Rua R-6, às 9h00.

Deriva do Bem - Bairro Itatiaia

"A Deriva do Bem promove o encontro. Encontro com a cidade, com pessoas, com memórias. Uma experiência em cada passo sentindo o espaço, lembranças, sensações. Um exercício sensorial. Um reencontro com a cidade, com o sentido do espaço: o transitório, o efêmero, o de permanência. É se encontrar em pequenos detalhes urbanos, arquitetônicos, em gestos. É refletir sobre o ser, o existir, o preservar. É o encontro de gerações que enriquece o passeio e a vida. Derivar é a experiência do reencontro com o sentido do verbo pertencer."
[Altillierme Carlo]

Vem aí, Deriva do Bem 2019! Vem com a gente!
Anote essa data! Dias 18 e 19/10/2019.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Deriva do Bem 2019 - Bairro Itatiaia







A Deriva do Bem em suas primeiras edições percorreu pelas ruas do Centro. O projeto expandiu e derivamos por outros Bairros e pela Cidade de Goiás. Esse ano, nosso passeio será pelo Bairro Itatiaia, ao lado do Campus 2 da Universidade Federal de Goiás. Um bairro com característica residencial predominante, com algumas praças e caminhos singulares que vale a pena derivar! Vem com a gente!

Deriva do Bem 2019






A Deriva do Bem em suas primeiras edições percorreu pelas ruas do Centro. O projeto expandiu e derivamos por outros Bairros e pela Cidade de Goiás. Esse ano, nosso passeio será pelo Bairro Itatiaia, ao lado do Campus 2 da Universidade Federal de Goiás. Um bairro com característica residencial predominante, com algumas praças e caminhos singulares que vale a pena derivar! Vem com a gente!

Deriva do Bem 2019










Vem aí a Deriva do Bem 2019! Em breve mais informações! Estamos com saudades de cada derivante! Vem com a gente!

sábado, 5 de outubro de 2019

Estudo revela a precariedade das calçadas nas 27 capitais brasileiras

Caminhar é a forma mais simples, leve, econômica e de baixo impacto para os deslocamentos urbanos, especialmente em trajetos de até dois quilômetros. Mais gente caminhando significa melhor qualidade de vida para as pessoas e suas cidades, com consequente redução dos gastos de governos em saúde pública. Esses conceitos são unanimidade entre urbanistas e outros pensadores contemporâneos.

No entanto, os resultados de um estudo inédito realizado pela organização Mobilize Brasil indicam que nenhuma das 27 capitais brasileiras oferece condições “civilizadas” para a circulação de pedestres e cadeirantes em suas calçadas, ruas e faixas de travessia. Os valentes que insistem em caminhar encontram calçadas estreitas, buracos, degraus, postes, faixas de travessia apagadas, semáforos ausentes ou deficientes, ambientes agressivos e poluídos e nenhum local para descanso em dias de calor ou chuva. Em outras palavras, as cidades brasileiras apresentam baixa caminhabilidade.

Caminhabilidade (do inglês, walkability) é uma medida quantitativa e qualitativa para avaliar quão convidativa uma rua, praça, ou qualquer espaço público pode ser para pedestres, cadeirantes e outras pessoas com deficiência. E avaliar a caminhabilidade de uma rua, um bairro, ou de uma cidade, é o primeiro passo para transformar esse lugar.

Para essa avaliação, a equipe realizou uma ampla pesquisa das experiências internacionais, seguida por uma série de encontros com especialistas de organizações brasileiras que atuam no estímulo à mobilidade ativa. O trabalho resultou em uma metodologia de avaliação simples e intuitiva, que pode ser aplicada em qualquer cidade brasileira, por qualquer pessoa com um mínimo de treinamento.

Com apoio dessa metodologia, foi formada uma rede de colaboradores, nas 27 capitais, que saíram às ruas entre os meses de abril e julho para fazer o levantamento das proximidades de locais com grande circulação de pessoas a pé, como hospitais, escolas, mercados, terminais de transportes, edifícios da administração pública, praças e parques, entre outros espaços.

Os avaliadores visitaram, fotografaram, tomaram medições, e atribuíram notas de zero a dez para cada um dos 13 itens considerados na pesquisa: regularidade do piso, largura da calçada, inclinação transversal da calçada, existência de barreiras e obstáculos, condições de rampas de acessibilidade, faixas de pedestres, semáforos de pedestres, mapas e placas de orientação, arborização e paisagismo, mobiliário urbano, poluição atmosférica, ruído urbano e segurança. Por fim, essas notas foram ponderadas e tabuladas para a geração de dados sobre cada cidade e de todo o Brasil.

Resultados

A média nacional, entre todas as 27 capitais e considerando todos os itens avaliados, ficou em 5,71, uma média baixa, já que os critérios do estudo estabeleciam que o mínimo aceitável seria a nota 8, numa escala de zero a dez.

O mais grave é que todos os 835 locais avaliados estão sob responsabilidade direta dos governos, em seus três níveis. Se os governantes não cumprem as leis e normas, como esperar que o morador zele por sua calçada?

Sobre o Mobilize Brasil

Criado em 2011, por Ricky Ribeiro, como um “portal brasileiro de conteúdo exclusivo sobre mobilidade urbana sustentável”, o Mobilize se tornou uma plataforma para a articulação de diversos atores que trabalham para a melhoria das condições de vida nas cidades. Seu objetivo é contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida nas cidades brasileiras, em quatro eixos: Prover conhecimento e conteúdo relevante, abrangente e de diversas formas sobre mobilidade urbana sustentável; Fomentar o debate público sobre a temática; Disseminar uma cultura cidadã participativa em prol da melhoria da qualidade de vida nas cidades; Pressionar governos para implantarem políticas públicas efetivas de mobilidade urbana sustentável.

Via ArchDaily



sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Moradias Infantis de Rosenbaum e Aleph Zero é eleita uma das 25 melhores obras do século XXI

O projeto Moradias Infantis de Marcelo Rosembaum e Aleph Zero foi eleito uma das 25 melhores obras de arquitetura construídas no século XXI. Localizado em Formoso do Araguaia, no estado de Tocantins, o projeto ficou com a 24ª posição na lista publicada pelo jornal inglês The Guardian.

"Oferecendo abrigo elementar em uma escala heroica, as Moradias Infantis - de Aleph Zero e Marcelo Rosembaum - são um modelo de engenhosidade arquitetônica em uma remota região rural do Brasil", escreve Oliver Wainwright, autor da matéria. O projeto é o único brasileiro da lista e um dos quatro representantes da América Latina, ao lado da Quinta Monroy do Elemental (Chile), do Campus Universitário UTEC de Grafton Architects e Shell Arquitectos (Peru) e do Jardim Botânico e Biblioteca Vasconcelos de Alberto Kalach (México).

A presença de obras localizadas na Europa é marcante, como costuma ser em listas realizadas por autores daquele continente. São 12 os projetos de lá, com destaque para o Reino Unido (país de Wainwright) com quatro projetos, Alemanha com três e Espanha com dois.

A melhor obra de arquitetura deste século, segundo o autor, é a transformação do Tate Modern, um dos principais centros culturais de Londres, a cargo da dupla suíça Herzong & de Meuron, concluída em 2000. Em segundo lugar vem o projeto Grand Parc de Lacaton & Vassal em Bordeaux, França, concluído em 2016 e vencedor do Prêmio Mies van der Rohe 2019 de Arquitetura Contemporânea. O terceiro lugar é ocupado pelo projeto de renovação do Neues Museum de Berlim, de David Chipperfield e Julian Harrap, concluído em 2009.

Seis projetos representam a Ásia, sendo três deles do Japão, dois da China e um de Bangladesh. A África, por sua vez, é representada por apenas um projeto: a belíssima Escola Primária em Gando, Burkina Faso, de Diébédo Francis Kéré.

Via ArchDaily


quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Ela restaura digitalmente fotografias em um nível impressionante





Graças à tecnologia, fotografias antigas podem ganhar uma nova vida, se livrando dos efeitos que sofreram com o tempo.

Além de ser possível colorir digitalmente fotografias em preto-e-branco, softwares de edição de imagens, como o Photoshop, também permitem fazer um belo trabalho de restauração em fotografias.

É o que faz, com muita habilidade, a artista digital Michelle Spalding.

Recentemente ela divulgou alguns de seus trabalhos de restauração que impressionam pelo nível de detalhes que a artista consegue recuperar. Vale o Clique!




Via Designerd





quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Ela viaja ao passado com ajuda do Photoshop e "tira selfies" com celebridades

Se você pudesse entrar em uma máquina do tempo e conhecer uma celebridade do passado, quem você escolheria?

Infelizmente a ciência moderna ainda não é capaz de nos levar pessoalmente ao passado, mas existe uma tecnologia que chega perto disso: o Photoshop.

A fotógrafa Flora Borsi criou uma série de manipulações fotográficas onde se insere junto a artistas e celebridades da época, como John Lennon, Salvador Dalí e Albert Einstein, com direito a tirar uma selfie com cada um. Vale o Clique!






Via Designerd



terça-feira, 1 de outubro de 2019

12 Aplicativos para arquitetos na construção civil



Confira uma lista de 12 Aplicativos para arquitetos na construção civil, apresentados pelo Archdaily. Uma série de aplicativos que podem ajudar arquitetas e arquitetos no desenvolvimento e gestão de obras. De ferramentas digitais de mediação a softwares para criar relatórios instantâneos, esperamos que esta lista de apps voltados para a construção lhe ajude em suas tarefas diárias. Vale o Clique!


Via Archdaily