sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Estudantes brasileiros vencem concurso latino-americano de construção em aço

Após vencerem o 12º Concurso para Estudantes de Arquitetura do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), os estudantes Bruna Barbosa e Lino Mendonça, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conquistaram o primeiro lugar no 12º Concurso Alacero para Estudantes de Arquitetura, promovido pela Associação Latino-Americana do Aço (Alacero).

Os alunos foram orientados pelo professor Verner Max e receberam a missão de representar o Brasil na competição internacional após levarem o primeiro lugar na etapa nacional, que convidava os participantes a projetarem uma Fábrica de Ideias e Inovação. O anúncio dos vencedores aconteceu esta semana, durante o Congresso Alacero 60, em Buenos Aires.

Segundo o júri, "o projeto se destacou pela sua inserção no principal eixo da urbanização potiguar, atendimento ao programa e aplicação adequada do sistema estrutural em aço e seus subsistemas construtivos, além do bom diálogo com o entorno, valorizando a integração entre os espaços internos e externos."

A segunda colocação ficou com a equipe da Universidade Nacional Pedro Henriquez Urena, da República Dominicana, e a terceira com os alunos da Universidade Central, do Chile. O concurso também premiou com menção honrosa uma equipe mexicana. Além destas, participaram equipes da Argentina, Colômbia e Equador.

Desde 2008, o CBCA e o Alacero são parceiros na realização do Concurso para Estudantes de Arquitetura, sendo o CBCA responsável pela realização da etapa nacional do concurso, que em 2019 reuniu 154 equipes de 82 universidades, representando 22 estados brasileiros.

Via ArchDaily


quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Ruy Ohtake é o mais novo integrante da Academia Paulista de Letras

A Academia Paulista de Letras elegeu o arquiteto Ruy Ohtake como seu mais novo membro, que passará a ocupar a cadeira de número 39. O lugar anteriormente pertencia ao também arquiteto Benedito Lima de Toledo, falecido em julho deste ano.

Ohtake foi eleito com a aprovação de 35 dos 37 votantes. Uma "consagração", nas palavras do presidente da APL, José Renato Nalini. Da extensa produção de Ruy Ohtake, destacam-se a casa projetada para sua mãe, a artista plástica Tomie Ohtake, e o Instituto Tomie Ohtake, além de sua participação no Pavilhão do Brasil para a Expo 70 em Osaka, em colaboração com Paulo Mendes da Rocha.

Fundada em 1909, a APL é uma instituição sem fins lucrativos que tem como objetivo a difusão da literatura brasileira. Conta com 40 cadeiras ocupadas por literatos e outras personalidades, a maioria dos quais reside na cidade de São Paulo.

O arquiteto é o segundo membro a integrar a Academia em menos de um mês. Maria Adelaide Amaral, conhecida, dentre outros feitos, por escrever as séries televisivas Os Maias e A Casa das Sete Mulheres, foi eleita para ocupar a cadeira anteriormente pertencente a Paulo Bomfim.

Via ArchDaily

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Luxemburgo será primeiro país a liberar transporte público gratuito

O pequeno Estado soberano de Luxemburgo possui cerca de 560 mil habitantes. O número de carros, no entanto, não acompanha seu tamanho: 662 para cada mil pessoas, segundo o New York Times. É a maior quantidade de carros em relação à população de toda a União Europeia. Para resolver essa questão, o primeiro-ministro Xavier Bettel, reeleito para o segundo mandato, prometeu passe livre para todos os moradores.

Entre os fatores que contribuem para o caos está o deslocamento dos mais de 200 mil trabalhadores que cruzam a fronteira da Bélgica, França e Alemanha rumo a Luxemburgo. Em busca de melhores salários, muitos moradores do entorno trabalham em países diferentes. Ao NY Times, o pesquisador do Instituto de Pesquisa Socioeconômica de Luxemburgo, Olivier Klein, afirmou que “é basicamente como uma cidade que tem subúrbios no exterior”.

Nos últimos 20 anos, os passageiros que realizam a travessia já são o dobro e isso está afetando comunidades rurais próximas à fronteira de Luxemburgo, cujas ruas, antes tranquilas, viraram rota alternativa para a fuga do trânsito. A solução? Suspender as tarifas de trens, bondes e ônibus.

Segundo o “Acordo de Coalizão 2018-2023”, publicado pelo governo, o transporte público gratuito será introduzido no primeiro trimestre de 2020. “Uma mobilidade sustentável e de alto desempenho é não só essencial para nossa economia, como também é indispensável para [alcançar] as metas de redução de emissão de gases de efeito estufa até 2030. A implementação da mobilidade multimodal continuará a ser uma das principais prioridades dos cinco anos que estão por vir”, afirma o documento.

Passe livre
Transporte coletivo gratuito já é realidade em algumas cidades brasileiras, além de ser uma possibilidade testada em capitais mundo afora. Apesar de todos os entraves que enfrenta, é uma luta constante de algumas organizações que buscam tornar o transporte coletivo acessível a todos e também daquelas que veem na alternativa uma solução para a mobilidade urbana das grandes cidades.

Via ArchDaily

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Esfera projetada por Oscar Niemeyer está prestes a ser concluída na Alemanha

O mais famoso arquiteto brasileiro, Oscar Niemeyer, manteve seu escritório em atividade até falecer em 2012, aos 104 anos de idade. Um dos últimos projetos que concebeu está prestes a ser concluído na cidade de Leipzig, Alemanha. Trata-se de uma esfera de 12 metros de diâmetro engastada no canto de um edifício de tijolos do século XIX que abrigará um café e bar para os funcionários das fábricas da HeiterBlick e Kirow Ardelt AG, empresas do ramo ferroviário.

Apelidado de Esfera Niemeyer, o projeto é baseado em desenhos que o arquiteto produziu em 2011, posteriormente desenvolvidos por Jair Velara, gerente de projeto do escritório de Oscar Niemeyer. Impressiona o nível de acabamento da obra: cinquenta fôrmas de madeira foram produzidas manualmente para moldar a esfera de concreto, além disso, o interior da casca, bastante iluminado, recebeu a aplicação de uma substância desenvolvida especialmente para o projeto, um cristal líquido cuja função é reduzir o índice de ofuscamento solar.

O projeto teve início em 2017, com conclusão prevista para o ano seguinte, porém, a fabricação dos painéis de vidro tomou mais tempo que o esperado, atrasando o andamento da obra.

Ludwig Koehne, proprietário do campus industrial, buscou o arquiteto brasileiro interessado na abertura de seus projetos. "Quanto mais paredes você tem, menos progresso você alcança enquanto companhia. É preciso ter contato com outras pessoas. O pavilhão de Niemeyer é uma forma muito original de reunir as pessoas."

Via ArchDaily

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

EXPODERIVA 2019 - BAIRRO ITATIAIA - ELIANE CHAUD




Eliane Chaud nos traz um ensaio visual super bacana com o tema "Ponto azul"



"Apenas um momento,
um ponto azul,
se fez deriva."

Deriva do bem – Vila Itatiaia Goiânia, 19 de outubro de 2019.

Por Eliane Chaud






Senado disponibiliza e-book gratuito sobre projeto de edifícios públicos sustentáveis

O Senado Federal disponibilizou em sua página oficial um e-book gratuito sobre projeto de edifícios públicos sustentáveis. De autoria de Mário Hermes Stanziona Viggiano, o livro apresenta uma abordagem cultural, econômica, ambiental e arquitetônica à concepção e desenho de edificações de uso público.

Dividido em três grandes capítulos que tratam de Cultura e Economia, Meio Ambiente, e Arquitetura Sistêmica, o e-book faz uso de uma série de edifícios conhecidos, de diferentes regiões do globo, para exemplificar conceitos e abordagens que visam a sustentabilidade econômica e ambiental da arquitetura.

"Ao afirmarmos que uma pessoa, grupo, rede de processos ou projeto é sustentável, aferimos que o mesmo é capaz de se manter utilizando as limitações dos recursos disponíveis do nosso patrimônio natural, tais como a água, o potencial energético e a biodiversidade, sempre economizando, conservando, reusando e reciclando quando necessário e possível. É também capaz de compartilhar, independentemente de quantidades, os bens a que se tem acesso. Por fim, é responsável por educar e formar cidadãos éticos e responsáveis, que saibam, no presente e no futuro, bem gerir o patrimônio natural finito do nosso planeta." - Mário Viggiano

O livro, disponibilizado sob licença Creative Commons, é uma produção da Rede Legislativo Verde, formada pelo Senado Federal, Tribunal de Contas da União e Câmara dos Deputados, que tem como objetivo o compartilhamento de práticas e desenvolvimento de ações voltadas à gestão sustentável. Para Download, Vale o Clique!

Via ArchDaily

domingo, 22 de dezembro de 2019

Fotógrafo vence concurso do Museu de História Natural de Londres com imagem genial

Todo ano milhares de fotógrafos miram suas lentes para o que o planeta tem de melhor, e registram a natureza em busca daquele clique raro e espetacular. As melhores fotografias da fauna e da flora da natureza selvagem são premiadas no concurso anual “Wildlife Photographer of the Year”, e na última terça-feira, dia 15, o Museu de História Natural de Londres anunciou os vencedores da edição 2019 do concurso. Foram 18 premiados entre mais de 48 mil inscritos, e o título mais alto foi para a China nesse que é o 55o ano da premiação.

O prêmio máximo foi para o fotógrafo chinês Yongqing Bao, que capturou uma marmota do Himalaia reagindo em absoluto espanto a um ataque por vir de uma raposa tibetana. O clique aconteceu na reserva natural das Montanhas Qilian, na China, e foi apropriadamente intitulado de “O Momento”. Segundo foi revelado, a raposa tinha três filhotes pequenos para alimentar, e a marmota saia dos seis meses de hibernação que atravessam entocadas – quando ficam mais expostas a possíveis predadores.

Yongqing Bao, grande premiado da noite, é fotógrafo chefe da Associação Chinesa “Qilian Mountain Nature Conservation Association of China”, além de vice-secretário-geral da associação de fotógrafos da vida selvagem de Qingha. Além do prêmio máximo, porém, outras fotos foram também laureadas – como as que seguem abaixo, comprovando que a natureza ainda é a mais refinada e surpreendente das artes.

Para mais detalhes, Vale o Clique!

Via Hypeness

Artista cria foto montagens surrealistas

Um dos maiores ensinamentos da arte é de que a criatividade caminha lado a lado com a liberdade. É impossível explorar todo o potencial artístico de um artista, se o apirionamos com diversas regras. As montagens da fotógrafa e artista visual Monica Carvalho são um ótimo exemplo disto. Combinando cenas comuns do cotidiano, com elementos surreais, sua arte irá desafiar seus olhos.

Segundo a artista suíça, seu processo criativo baseia-se em: “Se desafiar a olhar o familiar sob uma nova perspectiva. Combino fotos das minhas viagens e da vida cotidiana no Photoshop para produzir montagens. Meu objetivo é inspirá-lo e fazer você olhar o mundo de maneira diferente!”.

Com o objetivo de transformar o comum em extraordinário, de real já basta a vida, não é mesmo? Afinal, este é um dos maiores propósitos da arte: nos convidar a enxergar o mundo sob uma nova perspectiva. Se o surrealismo se caracteriza pela expressão espontânea e automática do pensamento, as montagens de Monica representam claramente este conceito.

Surrealismo como movimento artístico
O pintor espanhol Salvador Dalí é um dos maiores expoentes e representantes do surrealismo nas artes plásticas. Se ele mesmo classificava seu trabalho como “crítico-paranoico“, seu estilo ousado e vanguardista foi um divisor de águas extremamente libertador.

Seus quadros eram ‘fotografias de sonhos pintadas à mão’ e fazem sucesso até hoje. Repletos de imagens oníricas e, por vezes, bizarras, os céticos que me desculpem, mas sonhar é fundamental. Vale o Clique!

Via Hypeness

sábado, 21 de dezembro de 2019

Empresa brasileira está transformando o ensino de arquitetura e engenharia pelo mundo

 Em um mundo onde cada vez mais se discute sobre educação, é preciso reconhecer que o sistema educacional tradicional – com livros imensos, repletos de fórmulas e teorias, precisa ser reformulado e adaptado à sociedade em que vivemos hoje. Foi neste sentido que o arquiteto brasileiro Marcio Sequeira desenvolveu o Mola – um kit interativo composto por um conjunto de peças moduladas que se conectam por magnetismo e simula o comportamento de estruturas arquitetônicas. Com ele fica muito mais fácil para um estudante de arquitetura ou engenharia, imaginar algo tão abstrato quanto vigas, treliças e cabos desenhadas na lousa nas aulas de estruturas.

Em 2014, quando o arquiteto lançou o Kit Estrutural Mola 1, teve a ideia de criar uma campanha de financiamento coletivo, que atingiu a marca de maior financeiro coletivo já feito no Brasil. Dois anos depois, o Mola2 quebrou este recorde. Atualmente, os kits são usados em renomadas universidades no mundo todo, como Massachusetts Institute of Technology (MIT), a École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), e a Universidad Politecnica de Madrid (UPM).

Neste ano, a empresa lança o Mola3, composto por 237 peças e manual bilíngue. Com ele, estudantes ou qualquer pessoa interessada, podem aprender conceitos complicados na teoria, como comportamento de cabos, sistemas estaiados, pontes suspensas, tensegridade, sistemas de redes, malhas de cabos e concepção estrutural com correntes suspensas. Todos os produtos da empresa podem ser adquiridos no Kickstarter. A campanha já alcançou a meta em menos de 8 horas e já arrecadou mais de $140.000 com a colaboração de pessoas de 38 países. E ainda falam que brasileiro não valoriza a educação!


Via Hypeness


sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

FAU USP lança canal no Youtube com entrevistas, palestras e documentários

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, uma das instituições de ensino de arquitetura mais prestigiadas da América Latina, lançou recentemente seu canal no Youtube - uma iniciativa em continuidade aos movimentos em direção à valorização da produção de sua comunidade e da democratização do conhecimento. Entre produções de estudantes, palestras, documentários e pontos de vista de especialistas sobre assuntos variados, são diversos e relevantes os conteúdos disponibilizados no canal.

Conheça o canal. Vale o Clique!

Via ArchDaily

sábado, 7 de dezembro de 2019

Zanettini, um mestre!




Há 24 anos eu tive a honra de conhecer pessoalmente o arquiteto Siegbert Zanettini.

Em Goiânia embarquei no ônibus e fui pela primeira vez para a cidade de São Paulo.
Lembro que cheguei na cidade, a maior que eu já tinha conhecido até então, em plena greve dos trabalhadores do transporte público número reduzido para os ônibus e em velocidade lenta nos metrôs, para minha decepção pois era a minha primeira vez naquele tipo de transporte público.

Sai da rodoviária direto para o escritório @zanettini_arquitetura. A emoção do "encontro" com o edifício que eu só tinha visto em revistas foi algo mágico, emocionante. Eu fiquei do outro lado da rua, parado. Era um “alvo” fácil, não bastasse minha linguagem corporal, eu levei uma mochila comprida roxa e uma outra nas costas. 
Dentro delas uma "traquitana" de coisas que a tecnologia da década de 1990 poderia oferecer, uma câmera fotográfica do meu pai com um filme de 36 poses, um gravador, uma filmadora. E um receio enorme de não conseguir fazer nada daquilo funcionar. O que de fato ocorreu.

Ao chegar no escritório fui informado pela secretária que uma chamado urgente em uma das obras do escritório mudou a agenda do arquiteto, que eu previamente havia marcado por telefone.
Mudança mais que compreensível. Aguardei o dia todo, e aproveitei para tirar as fotos com a máquina fotográfica do meu pai, até que veio a notícia de que não seria atendido, e Zanettini gentilmente me pediu desculpas pela secretaria. 


Deixei o Itaim Bibi e fui em direção oposta para Itaquaquecetuba. Levei 6 horas para chegar até meu destino, a casa das minhas primas e tia que lá moravam. A “operação tartaruga” na rede de transportes deu certo naquele dia, cheguei por volta das 23 horas e deixei todo mundo preocupado na casa, principalmente minha prima Valéria que me recebeu na rodoviária e traçou o plano para voltar do escritório para a casa dela. 

Tive que reorganizar a agenda, abri mão do Museu Brasileiro da Escultura, de Paulo Mendes da Rocha, e priorizei a entrevista com o arquiteto e a visita ao MASP e outras galerias no meu último dia de viagem na cidade.

No dia seguinte, depois de 4 horas de viagem, cheguei novamente ao escritório e fui encaminhado para uma pequena sala de reuniões, e aguardei ansioso o encontro com o arquiteto. Zanettini era para mim, e ainda é, um dos maiores arquitetos brasileiros.

A porta da sala é aberta me levanto e nervoso me apresento, ainda incrédulo. A primeira fala do arquiteto foi de pedir desculpas, explicou que teve que ir à obra, explicou os detalhes técnicos de uma escolha de material que ele teve que acompanhar. Eu incrédulo e trêmulo pensava se tudo aquilo estava realmente acontecendo. Em seguida mostrei meu roteiro de as perguntas, e falei um pouco do meu trabalho. Era um trabalho de graduação, um TCC, um dos três que existiam na PUC GOIÁS (tecnologia, teoria e história e projeto).

Conversamos por horas, ouvi atentamente o que ele pensava sobre a industrialização da construção e como a tecnologia do aço poderia ser um suporte para impulsionar as desigualdades sociais brasileiras, evidentemente sobre a habitação de interesse social. Foi um dos momentos mais emocionantes da conversa, porque a voz embargada e os olhos marejados demonstraram uma sensibilidade enorme pela situação da maioria dos brasileiros que vivem em condições subumanas.

Ao final ele me perguntou qual era meu programa de pós graduação. Eu,sem graça, pedi desculpas pois não havia me apresentado direito, expliquei que eu era um aluno da graduação da Universidade Católica de Goiás. Nesse momento, Zanettini se emociona e fala do legado do arquiteto-professor. Ele ficou surpreso de receber um aluno de outro estado, ainda mais da graduação.

Aprendi muita coisa sobre arquitetura com Zanettini, mas naquele dia levei para mim uma lição ainda mais importante sobre a profissão do arquiteto-professor: humildade. Em seguida falei disse que aquele encontro tinha sido uma grande honra, e que eu tinha vivido naquela tarde a experiência mais significativa da minha vida acadêmica, e que ele já era e seria uma inspiração para a minha carreira como arquiteto, e mais tarde como arquiteto-professor.

Naquela tarde voltei para a casa da minha família pensando sobre o universo que se descortinava à minha frente. A minha primeira visita à São Paulo, exposições belíssimas e meu primeiro contato com a fotografia, mas isso é assunto para outro texto. 

Por hoje basta agradecer ao arquiteto Siegbert Zanettini por tudo.
Muito obrigado, mestre.