segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Painel cimentício 3D pode ser solução para proteger casas contra desastres naturais

A fabricante de materiais Re-Structure Group começou a usar um novo painel sanduíche cimentício nos Estados Unidos para ajudar a proteger as casas durante desastres naturais. De acordo com a CNBC, o material já vem sendo usado em outras partes do mundo, mas agora está sendo testado nos Estados Unidos. Projetados para produção em massa, os painéis são à prova de fogo, resistentes a abalos sísmicos - incluindo qualquer terremoto registrado na história da humanidade - e são resistentes a furacões. O material é fabricado como um sistema de construção sustentável e resiliente que visa reformular o mercado imobiliário norte-americano.

Re-Structure Group está fabricando o painel estrutural 3D com espuma retardadora de fogo entre duas faces de malha em arame. Estas duas faces são conectadas com fios de reforço que passam pela espuma e o painel é envolvido em concreto. Ken Calligar, CEO da RSG 3-D, disse: "Os estudiosos afirmarão que 77% das casas construídas nos Estados Unidos estão sob risco extremo de algum tipo de desastre natural. Na Costa Leste existem furacões, no Centro-Oeste tornados, as montanhas rochosas e o Oeste convivem com incêndios e eventos sísmicos. Nosso sistema é resistente a tudo isso."

Como o relatório menciona, o ano passado foi o mais custoso em desastres climáticos nos EUA, com mais de US $ 300 bilhões gastos em indenizações, de acordo com a NOAA. Embora o material não seja novo fora dos Estados Unidos, a fabricação em larga escala tem sido uma questão de longa data. Recentemente, uma empresa na Áustria chamada EVG criou máquinas para montar os painéis, reduzindo os custos de fabricação. O RSG 3-D está trazendo o material para os Estados Unidos como uma forma de demonstrar seu potencial para produção em massa no contexto de códigos de construção e custos de mão de obra qualificada.

Via ArchDaily

domingo, 21 de outubro de 2018

Artista recria Mona Lisa, de Da Vinci, usando um soprador de folhas



Usando apenas um soprador de folhas, o artista Nathan Wyburn está recriando obras de arte do jeito mais inusitado possível. Em um jardim em Richmon, no sul de Londres, ele soprou as folhas até que elas criassem o contorno de uma mulher vista de cima. A figura lembra a Mona Lisa, pintada por Leonardo da Vinci em 1503.

Ele iniciou seu processo juntamente com o outono, que já dá as caras na Europa, para lembrar que as pessoas devem deixar seu jardim limpo nessa época do ano — mas também se divertir enquanto fazem isso. Vale o Clique!

Via Casa Vogue

sábado, 20 de outubro de 2018

Primeiro hotel "subterrâneo" do mundo está quase 100% pronto em Xangai

Estamos entrando em uma era em que proprietários e arquitetos de hotéis do mundo inteiro estão entendendo a importância de melhorar a experiência do hóspede de maneiras dinâmicas e emocionantes, com ofertas que incluem desde hotel 5 estrelas em uma estação espacial a opções mais sustentáveis, como o hotel futurista movido por energia das marés.

Junto com esta linha de pensamento, o Intercontinental Shanghai Wonderland  foi concebido. Projetado e executado em um estilo verdadeiramente dramático, o hotel de 5 estrelas é quase completamente subterrâneo.

Para atingir este objetivo, a equipe responsável pelo hotel criou um plano que o colocou dentro de uma antiga pedreira de 90 metros de profundidade, que fica na parte da Cordilheira Sheshan, no centro da China.

O grupo britânico de engenharia, design e gerenciamento de projetos por trás do projeto, a  Atkins Global , tem dado os últimos retoques no projeto. O hotel está no alvo para abrir no próximo mês.

Via Engenharia É

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Em Curitiba, preservar araucárias rende incentivos a construtores de imóveis

A preservação de araucárias em Curitiba renderá incentivos construtivos aos proprietários de imóveis que abriguem árvores da espécie. O decreto nº 1035, que possibilita flexibilizar parâmetros construtivos em terrenos com a árvore símbolo do Paraná, foi assinado no dia 4/10/2018 pelo prefeito Rafael Greca.

A assinatura ocorreu no Solar 907, pequeno edifício residencial construído recentemente na rua Desembargador Motta, cujo projeto arquitetônico se moldou na conservação de uma araucária. “Este prédio é um exemplo de solução arquitetônica amigável e de respeito às araucárias, que chegaram aqui muito antes de nós. Daqui tirei a inspiração para criar esse decreto que beneficia, com incentivos construtivos, proprietários e construtores a conservarem nos terrenos nossas lindas araucárias”, disse Greca.

Pelo novo decreto, caberá ao Conselho Municipal do Urbanismo avaliar processos urbanísticos em terrenos que tiverem uma araucária ou mais para oferecer condições especiais de construção mediante a preservação da árvore. Os benefícios podem ser na ampliação da taxa de ocupação do terreno, no aumento de número de pavimentos, na quantidade de estacionamentos, entre outros.

Segundo o secretário municipal do Urbanismo, Júlio Mazza, os benefícios dependerão de cada caso. “As condições oferecidas vão variar de acordo com cada processo, dependendo do tamanho, localização do terreno, entre outros fatores”, disse Mazza.

Antes da avaliação no CMU, os processos dessa natureza passarão pela análise da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e também pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Atualmente as regras para remoção de araucárias em Curitiba estão sujeitas a análise criteriosa da Secretaria do Meio Ambiente.

Na legislação de Curitiba também existe benefícios construtivos para quem preserva maciços florestais, como bosques. “Com esse decreto ampliamos a possibilidade de benefícios também para casos de terrenos com árvores (araucárias) isoladas”, explicou o presidente do Ippuc, Luiz Fernando Jamur.

A secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, participou da assinatura do decreto.

Memória preservada
O edifício Solar pertence às irmãs Carmem e Cyntia Costa e foi construído no mesmo terreno de 273,6 metros quadrados onde elas moraram com os pais, Lúcia e João Costa.

Na antiga casa que ali existia, as irmãs cresceram com a araucária plantada há mais de 40 anos por um tio. “Todo ano minha mãe colhia pinhões e distribuía para os vizinhos. Essa é uma lembrança muito forte”, contou Carmem.

A construção mudou, mas a araucária continuou para produzir mais frutos e memórias afetivas. No novo prédio mora também a filha, o genro e a pequena Clara, neta Carmem.

Para a obra, a família contratou o escritório de arquitetura Doria e Lopes Fiuzza, que desenvolveu o projeto de maneira a preservar a araucária. “O terreno é pequeno e a primeira ideia foi realmente retirar a árvore, mas conseguimos adequar o projeto e mantê-la de forma a valorizar a construção”, disse Maicon Leitoles, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto.

Via Ciclo Vivo

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Novo arranha-céu de Foster + Partners começa a ser construído em Xangai

Acaba de ser iniciada a obra do novo arranha-céu projetado pelo escritório Foster + Partners em Xangai. Conhecida como Suhewan Skyscraper, a torre de 200 metros de altura faz parte de um grande e ambicioso projeto de requalificação da cidade. A nova estrutura de 42 pavimentos está sendo construída para abrigar a sede da incorporadora China Resources Land. A Suhewan será a primeira torre de escritórios a ser construída em um distrito residencial da cidade como parte de um plano urbanístico que pretende transformar Xangai em um importante centro financeiro e tecnológico até o ano de 2020. Como um novo marco urbano do complexo urbano Suhewan East, o arranha-céu proporcionará amplas vistas para os bairros de Pudong, Bund e para o rio Huangpu.

Projetado como um complemento para o parque junto ao qual está inserido, o arranha-céu está com a sua construção à todo vapor. Contando com uma série de elevadores panorâmicos, a torre estará conectada ao novo complexo comercial e subterrâneo de Suhewan Park, introduzindo uma maior diversidade de usos e funções em uma área planejada inicialmente para ser predominantemente de uso residencial. O Suhewan Skyscraper espera atrair novos negócios para a área. Gerard Evenden, chefe do projeto da Foster + Partners, disse que: “O empreendimento China Resources Land Suhewan ocupará uma posição central em Xangai, ajudando a transformar o distrito em um novo centro de negócios. Em consonância com os projetos à longo prazo, tanto para o distrito de Suhewan quanto para a cidade de Xangai, nosso principal objetivo é criar um marco referencial, inspirado na rica história da cidade e seu legado industrial.”

Sua estrutura aparente de aço e vidro foi concebida de tal forma à criar um contraste entre seus principais elementos construtivos. O edifício foi claramente dividido em duas alas deslocadas entre si para permitir uma melhor iluminação natural de ambos volumes. No interior, suas plantas flexíveis permitem uma grande variedade de organizações e layouts, proporcionando uma maior diversidade de salas e espaços. Como Evenden declarou, "projetamos este edifício para adaptar-se a natureza em constante transformação do mundo dos negócios. As plantas foram concebidas para facilitar a colaboração e a comunicação entre as pessoas, com ênfase especial na iluminação natural, indo ao encontro da atual tendência, quando as instituições estão cada vez mais preocupadas em buscam espaços mais saudáveis e abertos para seus empregados e colaboradores".

Via ArchDaily

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Uber terá serviço de patinetes elétricos compartilhados no Brasil

Se o compartilhamento é o desejo da vez, as empresas não vão perder a chance de investir em projetos que contemplem esse ideal. A Uber é uma delas. Em Santa Monica, na Califórnia (EUA), a companhia de transporte acaba de lançar seu programa de compartilhamento de patinetes elétricos e promete trazer o serviço para o Brasil em 2019.

A informação foi confirmada ao TechTudo pela diretora de parcerias da Uber para o Brasil, Tiana Jankovic. Segundo ela, não há uma data específica, mas o planejamento está acontecendo e é possível que esteja disponível ainda no início do próximo ano.

Enquanto isso, a empresa estuda a possibilidade de atuar em colaboração com outras companhias. Nos Estados Unidos, por exemplo, o serviço de patinete é oferecido em parceria com a Lime, especializada no modal, que deveria ser uma das principais concorrentes.

Um fato interessante em Santa Monica é que para operar na cidade (tanto a Uber quanto qualquer outra companhia de compartilhamento de patinetes) é preciso que a empresa se comprometa a educar os passageiros sobre a maneira correta de estacioná-las. Firmar este pacto pode ser interessante para todas as cidades que desejam avançar neste setor, afinal o direito do modal não pode sobrepor o direito da calçada livre, principalmente, em termos de acessibilidade.

A Uber defende o patinete com bateria recarregável como uma maneira acessível e ecológica de realizar trajetos mais curtos, como do trem até em casa ou de casa até o mercado.  “Queremos ser a Amazon do transporte. E esperamos que, daqui a 10 anos, ninguém na plateia tenha um carro”, afirmou o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, durante um evento sobre tecnologia disruptiva. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Microgeração de energia solar cria renda para vilarejo em Bangladesh

Em 2014, um programa governamental concedeu painéis solares a comunidades em Bangladesh. Um dos beneficiados foi o vilarejo de Shikarpur, onde os moradores começaram a gerar mais energia do que poderiam usar. Foi nesse contexto que a startup Solshare identificou a oportunidade de negócio para implantar o sistema off-grid de energia solar.

Este sistema não é conectado à rede elétrica, o que significa que cada morador pode gerar e armazenar sua própria energia por meio de baterias. Para rentabilizar o processo, a Solshare também incluiu o sistema peer-to-peer e os vizinhos começaram a vender eletricidade extra uns aos outros -, algo que eles, segundo a companhia, já faziam informalmente.

Com a tecnologia, medidores de energia e controladores de carga solar são instalados nas residências de pessoas que querem vender ou comprar energia. Há também um software que redireciona a energia para onde for necessário e rastreia o uso, de forma que os vizinhos podem pagar um ao outro por meio de um aplicativo de pagamento móvel.

Custo e investimentos
Sobre o valor a ser investido na instalação do sistema, a empresa afirma que as famílias podem fazer micropagamentos a uma taxa semelhante à que teriam gasto para comprar querosene. O gasto também pode ser compensado ao passo que elas se tornam “empreendedoras solares” que vendem o excesso de energia.

Com uma empresa social do vilarejo, chamada Grameen Shakti, a Solshare planeja criar 100 pequenas redes nos próximos 18 meses. Mas os planos gerais são mais ambiciosos. Por meio de parcerias, a startup já teve acesso a mais de três milhões de sistemas solares instalados nas áreas remotas de Bangladesh. O próximo objetivo é ampliar sua presença para o restante da Ásia.

Recentemente, a Solshare anunciou uma rodada de investimento de mais de um milhão de dólares, liderada pela New Ventures LLC, sediada no Vale do Silício. Além disso, foi aceita no programa Pioneiros Técnicos do Fórum Econômico Mundial, uma lista anual das empresas mais inovadoras do mundo cujas tecnologias estão mudando no mundo.

“Acreditamos firmemente que o novo mundo da energia é alimentado pelos 5 D’s: Descentralização, Descarbonização, Digitalização, Democratização e Ruptura. O objetivo é criar mercados energéticos locais eficientes e dinâmicos que capacitem as famílias e incentivem o empreendedorismo solar, começando em Bangladesh, seguido pela Índia antes do final deste ano e, eventualmente, em escala global”, afirma Sebastian Groh, diretor administrativo e fundador da Solshare.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

domingo, 14 de outubro de 2018

Onde baixar e imprimir modelos de grids para seus projetos

Rabiscar é, sem dúvida alguma, a melhor parte do desenvolvimento, seja de logotipos, UI design ou ilustrações. E além de muito importante é algo prazeroso de se fazer.

E a vontade de rabiscar vem, quase sempre, em lugares inusitados, como na fila do pão, na farmácia, no trânsito (cuidado com essa). Por isso é bom sempre andar com um caderninho de bolso, assim não tem perigo de deixar pra depois e acabar esquecendo daquele insight, né?

Existem vários modelos desses caderninhos por aí, alguns bem conhecidos e desejados são os Moleskines, que podem vir com pauta, com grids quadriculares, triangulares ou pontilhados e os clássicos sem pauta, popular folha branca.

Mas hoje eu trouxe duas ferramentas online, onde você pode montar e personalizar seu grid, baixar, imprimir e montar seu próprio caderninho.

No Gridzzly (http://gridzzly.com/) você pode personalizar o grid com pontilhados (quadrados e triangulares), com formas geométricas sólidas, como quadrados, triângulos e hexágonos, e linhas (emulando os tradicionais cadernos), além de escolher a espessura e a cor dos grids. Eu recomendo a padrão de 5mm mesmo. Depois é só salvar em pdf ou imprimir direto.

O Sneakpeekit (http://sneakpeekit.com/) também tem o formato quadricular pontilhado, porém, ele é focado em Ui Design e traz templates para browsers, tablets e mobile. A grande jogada do site é trazer templates longos, principalmente para a versão mobile. O que traz uma certa liberdade e economia de folhas para “responsivar” seus sketchs originais.

Via Designerd

sábado, 13 de outubro de 2018

Incríveis redesigns de logotipos famosos com lettering

Um redesign sempre é alvo de comentários e discussões. Afinal, toda mudança é impactante.

O artista especializado em lettering Luis Lili (https://www.instagram.com/luislili/) criou diversos redesigns de logotipos famosos que abusam do lettering em sua composição.

Logos de grandes empresas como Google, McDonald’s e Spotify ganharam versões  em lettering simplesmente geniais.

Nem nossos queridos Illustrator e Photoshop escaparam dessa! Vale o Clique!



Via Designerd

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Centros culturais: 50 exemplos em planta e corte

Quantas vezes nos deparamos com o desafio de projetar um centro cultural? Embora isso possa parecer uma façanha para a maioria, muitos arquitetos já se viram diante da tarefa de projetar um programa que combina centro comunitário e cultura.

Entre os projetos publicados em nosso site, encontramos exemplos que abordam a questão a partir de diferentes abordagens, de configurações flexíveis a propostas que priorizam a centralidade, gerando espaços de encontro e atividades. Veja, a seguir, 50 exemplos de centros culturais acompanhados de suas plantas e cortes. Vale o Clique!

Via ArchDaily

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Brasil poderá ter sítio misto reconhecido pela Unesco

As belezas naturais e culturais da Serra da Bocaina de Paraty (RJ) e Angra dos Reis (RJ) concorrem a ser consagradas como Patrimônio Mundial. A candidatura do primeiro sítio misto brasileiro ao título foi oficializada e, na semana passada, a região recebeu visita oficial da Unesco, por meio de representantes do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos) e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

A candidatura Paraty: Cultura e Biodiversidade envolve as áreas protegidas da cidade de Paraty e seu centro histórico, as preciosas unidades de conservação de Angra dos Reis e toda a Serra da Bocaina, localizada neste dois municípios fluminenses e em quatro outros municípios do Estado de São Paulo: Cunha, São José do Barreiro, Areias e Ubatuba. (veja conjunto de unidades de conservação lista abaixo). Além dos recursos naturais, a proposta enaltece as comunidades quilombolas, indígenas e caiçaras que vivem na região. “O sítio inclui o modo de vida destas comunidades e sua forma de se relacionar com a biodiversidade”, afirma o diretor de Áreas Protegida do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Paulo Sotero.

O resultado da candidatura será anunciado em meados do próximo ano, na reunião do Comitê do Patrimônio Mundial, que ocorrerá entre 30 de junho e 10 de julho de 2019, em Baku, no Azerbaijão. Caso aprovado, o sítio misto será reconhecido como patrimônio mundial cultural e natural. O título considera, assim, tanto a biodiversidade quanto a cultura viva local, que se traduz em aspectos como o modo de vida, o artesanato e a língua dos povos tradicionais da região.

O reconhecimento contribuirá para a proteção e a valorização da região. “Trata-se de uma região com enorme variedade de ambientes e fisionomias vegetais. Isso proporciona à região uma biodiversidade impar”, explica Sotero. Pelo caráter misto, a candidatura envolve o MMA e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) em conjunto com o Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural – Inepac, além das prefeituras.

Visita
As equipes dos órgãos assessores da Unesco percorreram locais como a Serra da Bocaina e um trecho do Caminho do Ouro, onde há vestígios preservados remanescentes das antigas rotas usadas em expedições para o interior do país. No centro histórico de Paraty, visitaram locais como o Museu de Arte Sacra e a Casa de Cultura. Puderam perceber os registros da presença do homem na região, em períodos ainda mais antigos, como na visita à Oficina Lítica localizada na Praia de Dois Rios, na Ilha Grande. O grupo assistiu, ainda, a manifestações culturais como a apresentação do coral da Aldeia Itaxi (Guarani-Mbya) na Terra Indígena Paraty-Mirim e do jongo no Quilombo do Campinho. Puderam também conhecer a Canoa Caiçara e seu modo de produção.

Nas Unidades de Conservação, vivenciaram a grande diversidade biológica que habita toda a área do Sitio e que se estende do fundo do mar a mais de 2 mil metros de altitude. Por meio de sobrevoos, visitas, trilhas pela Mata Atlântica e atividades de observação de pássaros, foi exposta toda a riqueza que faz da região uma área única no mundo.

Os avaliadores também puderam provar pratos típicos da culinária caiçara e quilombola feitos com ingredientes locais e da biodiversidade, constatando a alta gastronomia que se pratica em Paraty, reconhecida pela Unesco como Cidade Criativa para a Gastronomia. A intensa semana de trabalho envolveu também várias reuniões com o conjunto amplo de parceiros, entre governos e sociedade civil e só foi possível pelo compromisso e engajamento de todas as instituições.

Confira as UCs que compõem a área ampla do sítio misto. Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Obra não concluída de Oscar Niemeyer no Líbano pode se tornar patrimônio mundial da humanidade

A inacabada Feira de Trípoli, projetada por Oscar Niemeyer para a capital do Líbano, pode se tornar patrimônio mundial da humanidade da Unesco. Concebida nos anos 1960 a pedido do então presidente Fouad Chéhab, a feira tinha como objetivo simbólico forjar uma imagem de modernidade para o país.

O objetivo, no entanto, nunca foi alcançado. As obras, iniciadas no começo daquela década, tinham conclusão prevista para 1966, ou, no pior caso, 1967, mas uma sucessão de contratempos fez com que o projeto nunca fosse terminado. Problemas técnicos, orçamentos incoerentes, atrasos nas obras e corrupções no setor da construção somaram-se à eclosão da guerra do Líbano, em 1975, resultando no sepultamento do projeto - que naquele momento estava quase finalizado.

O desenho facilmente reconhecível da estrutura de concreto torna fácil deduzir a autoria do projeto. O jardim onde a feira se localiza é obra de outro mestre do modernismo brasileiro - o paisagista Roberto Burle Marx. Sobre o jardim de 10 mil hectares, outro edifícios compõem o complexo de Trípoli: um teatro ao ar livre, uma sala de concertos, um heliporto e alojamentos.

Nos anos de guerra, o projeto que deveria simbolizar avanço cultural e social serviu de base para as forças militares. Com o final da guerra e a retirada do exército, o complexo se tornou um grande espaço residual - abandonado à ameaça da depredação e ocupações ilegais.

A Feira foi incluída na lista dos cem monumentos mais ameaçados do mundo pela fundação World Monument Fund (WMF), e voltou à discussão com a recente abertura da exposição “Ciclos do Progresso em Colapso”, co-organizada pelo Museu de Arte de Beirute e da Studiocur/art, com patrocínio do ministério libanês da Cultura, da Unesco e da fundação Mikati, de Trípoli.

Via ArchDaily

domingo, 7 de outubro de 2018

Favelas: devemos continuar chamando-as assim?

Pesquisa preveem que a demanda por abrigo em ambientes urbanos continuará crescendo, talvez indefinidamente, e que até o ano de 2050, mais de dois terços da população mundial viverá nas cidades. Com isso em mente, não seria este o momento de reavaliar a maneira como falamos sobre diferentes formas de urbanização?

As conotações negativas da palavra "favela" são evidentes. Mas além do tom prescindível, o termo também é inadequado.

Ao usar termos genéricos para questões reais que resultam em assentamentos informais, perdemos a oportunidade de destacar problemas específicos de cada cidade, população e mesmo as particularidades da legislação que causam ou evitam mudanças.

O ArchDaily já empregou o termo da maneira que aqui, agora, questiona. Não seria o momento de reconsiderar o modo como falamos de assentamentos informais? Muitos profissionais já voltaram sua atenção e esforços para as "favelas" com as melhores intenções, aprofundando-se em pesquisas e projetos inspiradores. Mas tais resultados podem mesmo oferecer uma solução quando eles próprios são originados a partir de um termo impreciso e marginalizador?

Via ArchDaily

sábado, 6 de outubro de 2018

Turbina eólica “de montar” é lançada pela Lego

A Lego, famosa por suas peças plásticas montáveis, se uniu à dinamarquesa Vestas para criar um kit de energia eólica. Este é o primeiro conjunto disponível para compra da linha Plants from Plants composta por materiais de plástico verde.

O modelo possui 826 peças, mede 100cm de altura, 72 cm de largura e 31cm de profundidade e possui pás de vento ajustáveis – para se ter uma ideia, a maior turbina eólica do mundo mede 140 metros. Além disso, ela possui um pequeno motor elétrico que faz as pás girarem e ilumina a casinha de brinquedo acoplada no kit.

Feito de plástico à base de vegetais proveniente da cana-de-açúcar, o kit conterá as primeiras peças que não possuem petróleo a ser comercializada pela marca. Logo, a expectativa é grande.

Lego e o fim do plástico convencional
Este posicionamento da empresa reflete a mudança que a indústria do plástico já está e terá ainda mais que enfrentar nos próximos anos. No caso do Lego, a meta é usar  materiais ecológicos ​​em todos os produtos até 2030 e embalagens até 2025. As peças em produção agora não são biodegradáveis, mas podem ser reciclados para a criação de novas peças, mantendo o ciclo.

Com o lançamento da turbina montável, a ideia, segundo a companhia, é celebrar o jogo, a criatividade e a imaginação. Ao mesmo tempo em que também sensibiliza para a sustentabilidade e a energia renovável. O kit estará disponível para venda a partir da Black Friday deste ano: em 23 de novembro de 2018.

Via Ciclo Vivo

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Livro explora postos de gasolina inusitados ao redor do mundo

Quem diria que os postos de gasolina poderiam ser tão legais? Pois é essa linguagem que o livro “It’s a Gas”, publicado pela Gestalten, decidiu explorar. Inspirado por essa estética única, as imagens revelam alguns dos mais bizarros postos de gasolina — mas também alguns dos mais imaginativos.

Um deles, por exemplo, foi decorado com um avião da Segunda Guerra Mundial. Já outro é localizado no meio de um lago. “O mundo dos postos é cheio de surpresas — e está pronto para ser descoberto nesse livro”, afirma a editora.

“Primeiro, a gasolina era vendida nas farmácias — mas isso mudou nos anos 1950. Como os carros ficaram muito populares, os postos começaram a surgir como cogumelos. Futuristas e progressivos, esses templos da mobilidade viraram pontos de referência para pessoas jovens e que queriam ser independentes, e para todos que tinham um senso de liberdade”, finalizou. Confira!

Via Casa Vogue

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Nova ferramenta do Google calcula a pegada de carbono das cidades

Buenos Aires, na Argentina, Victoria, no Canadá, Melbourne, na Austrália, Montain View, nos Estados Unidos e Pittsburgh, na Rússia. Essas são as 5 primeiras cidades a terem seus dados analisados pelo Environmental Insights Explorer, nova ferramenta do Google criada para fornecer dados sobre as emissões de carbono de cidades pelo mundo.

Partindo do pressuposto de que só é possível causar impactos positivos no mundo a partir de insights - e que insights só surgem com acesso à informação - a plataforma revela a pegada de carbono de diferentes cidades, calculada a partir de dados sobre transporte e construção já identificados pelo Google Maps.

Além do raio-x da condição atual das zonas urbanas, a ferramenta apresenta projeções para os próximos 20 anos e permite que você simule melhorias, indicando o potencial de tetos solares e permitindo que você altere o número de carros, bicicletas e transportes públicos, mostrando como os índices de emissão de gases que causam o efeito estufa podem ser alterados.

A proposta, segundo o Google, é que a ferramenta ajude a promover tomadas de decisões que causem impactos positivos no meio ambiente. "O Environmental Insights Explorer analisa os dados do Google Maps para fornecer informações detalhadas sobre os sinais vitais do nosso planeta. Essas percepções podem ser usadas para criar linhas de base de carbono e acelerar os planos de ação climática", explica o site que ainda está na versão Beta.

Via Casa Vogue

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Met Museum desocupará o famoso edifício de Marcel Breuer em 2020

Recentemente, o Museu Frick Collection anunciou que o "The Met" irá desocupar a sua sede na Madison Avenue em 2020. Projetado em 1966 pelo arquiteto Marcel Breuer, o edifício foi a casa do Whitney Museum of American Art até 2015, quando a instituição deixou o local transferindo-se para sua nova sede projetada por Renzo Piano junto ao Highline Park. Um ano depois, a Frick Collection havia decidido dar início a um extenso projeto de reforma e ampliação de sua tradicional sede, a antiga mansão do magnata Henry Clay Frick projetada por Thomas Hastings e construída em 1913 e 1914. Como o Art Newspaper relata, a Frick Collection deverá ser transferida temporariamente para o edifício projetado por Breuer em 2020, enquanto a sua mansão passa por um amplo projeto de reforma e ampliação projetado pela Selldorf Architects. A notícia foi dada logo após o comunicado de aprovação do projeto de reforma pela Comissão de Patrimônio da cidade de Nova Iorque. A reforma do Museu da Coleção Frick será o maior projeto realizado pela instituição desde a abertura de suas portas em 1935.

Inicialmente em 2016, o museu havia apresentado um projeto de expansão que contava com um anexo de seis pavimentos concebido por Davis Brody Bond. Depois de abandonar o projeto inicial em detrimento de uma nova estratégia de reforma e ampliação, a Frick Colletion anunciou que a Selldorf Architects seria sua nova parceira, liderando esta importante empreitada que pretende atualizar as estruturas do museu e ampliar a seus espaços expositivos. Agora, dois anos depois do anúncio do acordo, o edifício brutalista de Marcel Breuer foi escolhido para abrigar temporariamente a coleção histórica de Henry Frick, enquanto a reforma da mansão será executada. O projeto é uma resposta prática à necessidade urgente por novos espaços que possam "acomodar o crescimento contínuo de suas coleções e programas, atualizar suas instalações de conservação e pesquisa, criar novas galerias e finalmente, incorporar espaços de ensino para os novos programas educacionais da Frick".

"O Met está alugando temporariamente o edifício de Marcel Breuer projetado para o Whitney Museum of American Art em 1966 desde 2015, quando o Whitney passou a ocupar sua nova sede. O Met também informa que está pronto para retomar os planos de expansão das galerias dedicadas à arte moderna e contemporânea em seu edifício principal na Quinta Avenida. Enquanto isso o Frick Museum agradece a oportunidade de ocupar a histórica estrutura de Breuer, evitando fechar as suas portas ao público enquanto as obras de reforma da sua imponente mansão serão executadas, as quais deverão ser iniciadas em 2020."

Via ArchDaily

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Evernote apresenta nova identidade visual

Evernote, gigante ferramenta de anotação, organização, lista de tarefas e arquivamento de conteúdo, apresentou sua nova identidade visual, que traz mudanças em seu icônico elefante e em sua tipografia.

De forma rápida, o Mads (sim, o elefante tem nome), está mais arredondado, totalmente verde, mais fino (veja a dobra) e com um sorriso mais discreto, além de agora ter uma tromba mais orgânica.

Se você questiona a mudança, a própria empresa tem a resposta: “Porque mudamos! As formas como as pessoas usam nossos produtos mudaram e precisamos mudar junto, nossa marca não refletia mais a empresa para qual foi construída.”

O projeto foi desenvolvido pelo time da DesignStudio, que teve total liberdade para explorar tudo o que fosse possível. Com um estilo moderno, porém, não diferente, as ilustrações da nova identidade do Evernote foca em formas simples, cores limitadas e abordagem ampla.

Via Designerd

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Dia Mundial da Arquitetura: Por um mundo melhor, rumo à UIA2020RIO

Nesta segunda-feira, 1º de outubro, comemora-se o Dia Mundial da Arquitetura. A União Internacional dos Arquitetos (UIA), que reúne associaçõe que representam mais de 3,2 milhões de profissionais em todo o planeta, escolheu como tema para 2018 o tema “Arquitetura… Para um Mundo Melhor”. O cartaz oficial da data foi escolhido em um concurso internacional, vencido por Ana Rute Costa e Rúben Ferreira Duarte, de Portugal.

O cartaz, que mostra o planeta Terra como a nossa casa no universo, transmite a mensagem do do Dia Mundial da Arquitetura de forma simples e poderosa. “O mundo é o nosso lar, fazemos as nossas casas no mundo, e a arquitetura é o meio pelo qual meditamos a nossa habitação”, disse o júri da UIA que escolheu a peça que representa as comemorações. “Na segunda-feira, 1º de outubro de 2018, as pessoas em todos os lugares celebrarão o Dia Mundial da Arquitetura de 2018. Países do mundo todo destacarão a importância da arquitetura por meio de eventos, exposições, palestras e outras atividades para a profissão e o público. O design, acompanhado do nome dos autores, serão utilizados mundialmente para promover o Dia Mundial da Arquitetura nos meios de comunicação de massa, na imprensa especializada, nas mídias sociais e em uma ampla variedade de eventos e locais” ,afirma o arquiteto brasileiro Roberto Simon, vice-presidente da UIA para as Américas, representando o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB).

Simon também destaca a proximidade do 27º Congresso Mundial de Arquitetos, a ser realizado em 2020 no Rio de Janeiro, com organização do IAB e da UIA. “Naturalmente, estamos a poucos passos do Congresso UIA Rio 2020, e devemos transmitir em nosso contexto nacional a mesma ideia de ‘Arquitetura para um mundo melhor’”, afirma Simon. Este Dia Mundial da Arquitetura de 2018 marca também o 70º aniversário da fundação da UIA, criada em 1948 para unir arquitetos em todos os lugares.

OUTUBRO URBANO
Nesta data também se iniciam as comemorações do Outubro Urbano, promovido pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). São vários eventos realizados em todo o mundo durante o mês, que começa com o Dia Mundial do Habitat (1º de outubro) e termina com o Dia Mundial das Cidades (31 de outubro). O tema do Dia Mundial do Habitat é a Gestão Municipal de Resíduos Sólidos, e o tema do Dia Mundial das Cidades será Construindo Cidades Sustentáveis ​​e Resilientes.

 O Outubro Urbano 2018 acontece logo após a primeira revisão do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11, sobre Cidades e Comunidades Sustentáveis ​​no Fórum Político de Alto Nível, em Nova York. A ONU-Habitat encoraja as autoridades locais e regionais e os parceiros a organizar atividades que enfatizem como tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. O Dia Mundial da Arquitetura, inclusive, é comemorado sempre na primeira segunda-feira de outubro para coincidir com o Dia Mundial do Habitat, de forma a potencializar a divulgação de ambas as datas.

Via CAU-BR

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Os 25 maiores estádios do mundo

Em 776 a.C., a cidade de Olympia, no Peloponeso, acolheu um evento que viria a ser conhecido como a primeira Olimpíada da história. Os "Jogos Olímpicos da Antiguidade" foram realizados na Grécia entre os séculos VIII e V a.C., naquela que acreditamos ser a arena mais antiga do mundo. Contando com uma pista alongada em forma de "U", o estádio abrigava um público de até 45.000 expectadores.

Quase 3000 anos depois, estádios e arenas esportivas continuam desempenhando um papel fundamental como espaços de encontro e celebração. O crescimento populacional e consequentemente, o estratosférico aumento das receitas geradas por este tipo de evento, tem afetado profundamente a maneira como projetamos as nossas modernas arenas esportivas.

Abaixo, compilamos uma lista com os 25 maiores estádios em operação do mundo em termos de capacidade total. Espalhados por dez países do globo, quinze deles estão localizados somente nos Estados Unidos. O futebol é o principal espetáculo para o qual estes palcos são construídos, entretanto, a versão americana do "pé na bola" é aquela que prevalece e que reúne os maiores públicos. Vale ressaltar que esta seleção não inclui outro tipo de estruturas como autódromos, estádios fechados ou fora de atividade, tampouco consideramos estruturas temporárias utilizadas para aumentar a capacidade destes locais.

Para conhecê-los, Vale o Clique!

Via ArchDaily

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Plataforma de design lança desafio em busca de solução para o trânsito de São Paulo

Os milhões de carros, caminhões e ônibus que circulam em São Paulo respondem por mais de 90% de toda poluição do ar. A cidade, onde os moradores perdem até cinco horas por dia para ir ao trabalho e voltar para casa, vive sufocada no trânsito. Por isso, a What Design Can Do e a Fundação IKEA estão convocando profissionais criativos de todo o mundo a pensar em soluções radicais e inovadoras para criar fluxos de pessoas e mercadorias mais sustentáveis na cidade.

É compreensível que muitos brasileiros sejam viciados em carros, porque para grande parte da população não há muitas alternativas de mobilidade. Em São Paulo, o transporte público é limitado, pouco eficaz para as dimensões da metrópole, e as ciclovias ainda são restritas ou inexistentes sobretudo nas regiões mais periféricas. Para os cidadãos mais pobres e sem carro, não é nada fácil atravessar a cidade. Além disso, as emissões dos escapamentos são uma ameaça à saúde e à qualidade de vida.

O Clean Energy Challenge São Paulo começou a receber no dia 4 e setembro ideias que tragam soluções radicais para o trânsito da cidade: pense em como reduzir a dependência dos veículos motorizados, por meio de deslocamentos a pé ou de bicicleta ou em como incentivar o transporte solidário de modo a diminuir o número de carros nas ruas.

5 continentes, 5 cidades, 5 desafios
Em um novo desafio global de design, a plataforma de design What Design Can Do e os designers da Fundação IKEA querem encontrar novas respostas para as questões energéticas de cinco cidades globais: Déli, Nairóbi, São Paulo, Cidade do México e Amsterdã. Cada uma com seu próprio foco: moradia (Déli), alimentação (Nairóbi), mobilidade (São Paulo), processamento de resíduos (Cidade do México) e energia alternativa (Amsterdã).

A questão-chave em todas estas cidades é: como é possível repensar a produção, a distribuição e o uso da energia em áreas metropolitanas em constante expansão? No caso de São Paulo, queremos saber: como diminuir a poluição do ar considerando o previsto aumento populacional?

O que é esperado?
O Clean Energy Challenge São Paulo busca soluções ancoradas localmente, estratégias de baixo para cima e a combinação de inovação com os conhecimentos tradicionais e de redes locais. Tanto os designers moradores das cidades participantes quanto de outros lugares do mundo podem enviar suas ideias.

Os melhores projetos serão os que forem ao mesmo tempo inovadores, práticos, escalonáveis, acessíveis e fáceis de entender. Os vencedores, avaliados e escolhidos por um júri internacional, irão compartilhar um pacote de prêmios que inclui um orçamento de 10.000 Euros para desenvolvimento da ideia; um programa de aceleração personalizado, destinados a tornar as ideias, protótipos ou startups vencedores prontos para o mercado e a produção; uma equipe de mentores e peritos dedicados e, acesso à rede de parceiros.

Chamada para participação: 4 de setembro a 15 de novembro de 2018. Inscrições: Vale o Clique!

Via ArchDaily

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Facebook amplia sede em Menlo Park com edifício de Frank Gehry

O escritório Gehry Partners concluiu recentemente o novo edifício MPK 21 do Facebook em Menlo Park, Califórnia. Ampliando a sede da empresa, o projeto foi construído em menos de 18 meses e anunciado como um edifício altamente sustentável. Desenhado de modo a trazer o exterior para dentro dos espaços corporativos, o projeto se desenvolve em torno de um espaço verde protegido com sequoias de 12 metros de altura, que se conecta a outro edifício de Gahry, o MPK 20.

Com um terraço jardim de 3,6 acres e mais de 200 árvores, o MPK 21 se conecta ao ar livre e foi projetado para promover o trabalho colaborativo em equipe. No interior, um espaço de trabalho aberto se conecta a uma única circulação que se estende por todo o edifício. Este percurso conta com 15 instalações de arte comissionadas por um artista em programa de residência, cinco opções gastronômicas e um espaço de eventos e reuniões para duas mil pessoas.

A expansão do Menlo Park foi projetada para alcançar a certificação LEED Platinum do US Green Building Council. O projeto é o início de um plano que pretende conectar a sede do Facebook com a comunidade de Menlo Park e arredores através de uma ponte para ciclistas e pedestres sobre a via expressa Bayfront. Quando concluído, o masterplan conectará a sede a um parque público equipado com estruturas para receber eventos e festividades.

O edifício MPK 21 é o mais recente de uma série de obras previstas pelo Facebook. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArchDaily


domingo, 23 de setembro de 2018

Aulas acontecem dentro da floresta em escola de Seattle





A educação passa por um processo de transformação. O modelo educacional vigente está desfasado há décadas e não podemos tentar ensinar às nossas crianças e adolescentes um conteúdo que eles podem acessar na hora que quiserem em qualquer celular que tenha wi-fi. Muitos movimentos de vanguarda acontecem pelo mundo e um deles é a IslandWood, uma escola ao ar livre em Seattle, nos EUA.

IslandWood é um exclusivo centro de aprendizagem ao ar livre de 255 hectares, projetado para oferecer experiências excepcionais de aprendizagem ao longo da vida e inspirar a gestão ambiental e da comunidade, combinando a pesquisa científica, a tecnologia e as artes para ajudar os estudantes a descobrir as conexões naturais e passarem a se integrar mais à natureza, coisa que não acontece no cotidiano urbano das crianças.

Baseada nas ideias de aventura e exploração sugeridas pelas próprias crianças da região, Debbi e Paul Brainerd, moradores de Bainbridge Island nos EUA, fundaram a escola na floresta em 1997 – uma organização sem fins lucrativos e que conta com um design inovador, que se tornou exemplo de economia de energia e de estilo de vida sustentável, ensinando valores vitais para o desenvolvimento crítico e analítico dessas crianças.

A escola prova que a natureza, com sua infinita beleza e força, consegue nos auxiliar a sermos pessoas melhores, mais saudáveis e mais conectadas a valores que realmente valem a pena. Vale o Clique!



Via Hypeness


sábado, 22 de setembro de 2018

A Mozilla está trabalhando no redesign do Firefox

A Mozilla tem investido bastante em design no último ano, após seu redesign open-source e um redesign do Firefox é hora de mais uma mudança e, mais uma vez, no Firefox.

Para acompanhar a evolução da internet a Mozilla está criando novos aplicativos e serviços.

Segundo eles, o ícone atual do Firefox não oferece o design suficiente para estas novas ferramentas e uma equipe de designers da Mozilla desenvolveu dois sistemas de ícones e símbolos. Mais detalhes, Confira!

Via Designerd

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Designer japonês transforma logotipos famosos em objetos para o dia-a-dia







O que lhe vem à mente quando vê logotipos de empresas famosas, como Honda, Nike ou Twitter?

Provavelmente pensa em várias coisas relacionadas à própria empresa, como seus produtos e propagandas, certo?

Mas, no caso do designer japonês Taku Oomura, a realidade é outra.

Com ajuda de uma impressora 3D e criatividade de sobra, ele deu um outro sentido a alguns logos famosos, transformando-os em objetos úteis (ok, alguns nem tanto) para o dia-a-dia. Vale o Clique!





Via Designerd

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Adobe atualiza sua biblioteca de fontes, o TypeKit, com mais de 600 fontes

Recentemente a Adobe fez um upgrade em sua biblioteca de fontes, o TypeKit, adicionando mais de 600 fontes da Monotype, uma gigante especializada na criação de fontes tipográficas.

Fontes clássicas como ITC Benguiat, Avant Garde, Gill Sans e Rockweel foram adicionadas e estão disponíveis para sincronização.

Mike Matteo, vice-presidente de alianças globais e parcerias da Monotype, reforçou e disse estar entusiasmado com essa atualização e quer facilitar cada vez mais a vida dos profissionais de criação.

Lembrando que o Typekit está incluso na Creative Cloud e conta com mais de 9000 fontes disponíveis na associação.

Via Designerd

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Alejandro Aravena receberá o prêmio RIBA Charles Jencks de 2018

O arquiteto chileno Alejandro Aravena e fundador do ELEMENTAL foi eleito o premiado de 2018 do Prêmio Charles Jencks do Instituto Real dos Arquitetos Britânicos (RIBA). O prêmio é concedido em reconhecimento às contribuições excepcionais de um indivíduo para o campo da arquitetura, tanto em obras construídas quanto em trabalhos teóricos. Aravena receberá o prêmio e fará uma palestra na sede do RIBA em Londres no dia 15 de outubro.

"O trabalho de Aravena abrange uma grande quantidade de terrenos, desde a produção de um corpo respeitável de obras publicadas através de projetos sob medida para clientes tradicionais, como universidades, bem como uma abordagem para habitação incremental que pode crescer com a família ocupada". explicou o Diretor de Educação do RIBA, David Gloster. "Trabalhar de forma criativa em polaridades de expressão arquitetônica e interesse significa que seu trabalho é imprevisível, diversificado e sem medo de explorar o que não é familiar".

Nascido em Santiago do Chile, Alejandro Aravena formou-se na Universidade Católica do Chile em 1992. Enquanto lecionava na Universidade de Harvard entre 2000 e 2005, conheceu o engenheiro Andres Iacobelli, com quem fundou o ELEMENTAL na premissa para desenvolver habitações sociais no Chile. De 2010 a 2015, foi um membro do júri do Prêmio Pritzker, após o qual ele foi selecionado como o laureado em 2016.

Aravena ganhou reconhecimento mundial após sua curadoria da Bienal de Veneza em 2016, com o tema ""Reporting from the Front". Sua curadoria da exposição marcou uma virada do típico evento industrial, em vez disso, investigando de diversas maneiras como a arquitetura é implantada em novos campos de ação - ou seja, como a arquitetura pode ser usada para lidar com a falta de moradia, migração, favelas urbanas, desperdícios e desastres naturais, entre outros.

O Prêmio Charles Jencks foi criado em 2003 para reconhecer talentos excepcionais e promover a disseminação do pensamento arquitetônico em todo o mundo. Os vencedores anteriores incluem Niall McLaughlin (2016), Herzog & de Meuron (2015), Benedetta Tagliabue (2013), Rem Koolhaas (2012), Eric Owen Moss (2011), Steven Holl (2010), Charles Correa (2009), Wolf Prix (2008), Ben van Berkel and Caroline Bos (2007), Zaha Hadid(2006), Alejandro Zaera-Polo and Farshid Moussavi (2005), Peter Eisenman (2004) e Cecil Balmond (2003).

Via ArchDaily

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Curitiba é cidade mais inteligente e conectada do Brasil

Curitiba, capital do Paraná, conquistou o posto de cidade mais inteligente e conectada do Brasil, de acordo com o ranking Connected Smart Cities 2018, divulgado dia 04/09/2018. A capital ultrapassou São Paulo e ficou em primeiro lugar no levantamento geral.

O estudo, elaborado pela empresa de consultoria Urban Systems e divulgado durante o fórum Connected Smart Cities, avaliou cerca de 700 municípios e é feito com o objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil.

O ranking, que está na quarta edição, é composto por 70 indicadores divididos em 11 eixos: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança.

Referência em educação
Na mesma semana que comemorou o título, a cidade descobriu que teve novo crescimento no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o principal indicador da qualidade da educação no País.

Referência no ensino público, o Ideb das escolas municipais para os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º) passou de 6,3 para 6,4 e superou em 3,2% a meta estabelecida pelo Ministério de Educação (MEC) para a cidade, que era de 6,2. Os dados são referentes ao ano de 2017 e foram divulgados pelo Ministério da Educação. Com este desempenho, Curitiba continua com o melhor ensino público do país entre as capitais com mais de um milhão de habitantes. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

Exposição: Um olhar artístico para a nossa cidade






Dia 26 de setembro abertura da esperada exposição "Um olhar artístico para a nossa cidade", com obras dos artistas: Bráulio Vinícius Ferreira, Ênio Tavares Ferreira Jr., Euclides Maria Soares de Souza, Rodolpho Teixeira Furtado e Rubia Itagiba França.

Dia 26_09 das 19h às 23h.

Exposição até 06 de outubro, entrada franca.




Via Urban Arts

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Starbucks inaugura loja na Itália, mas o público prefere cafés locais

A rede de cafés Starbucks inaugurou em Milão um estabelecimento que a própria empresa tem chamado de sua “loja mais bonita do mundo”. E realmente, a beleza do lugar escolhido é incontestável.

Com 2.300 metros quadrados, o Starbucks Reserve Roastery fica no edifício Poste, um antigo correio da cidade, na Piazza Cordusio. Seu design interior foi pensado para transmitir a sensação de “museu do café”, contando com um bar principal e um “teatro” de torrefação de café, onde os clientes podem assistir ao seu café expresso sendo feito pelos baristas italianos.

Inclusive, embora seja comum ao Starbucks ter uma equipe de quatro a cinco funcionários que preparam bebidas, a loja italiana conta, segundo a empresa, “com centenas de profissionais” que ajudaram a criar um cardápio com mais de 115 bebidas.

Além da beleza, a loja marca a chegada da rede à Itália, mas não exatamente por um clamor popular. Uma rápida pesquisa conduzida pela The Local Italy no início do ano mostrou que 87% dos italianos não faziam questão de uma loja Starbucks no país.

Após a inauguração do Starbucks Reserve Roastery,o Bloomberg entrevistou alguns moradores locais, incluindo pessoas que já passaram pela loja, a grande maioria continua sem interesse em consumir cafés no Starbucks.”

Segundo Howard Schulz, CEO do Starbucks, disse que o plano de abrir uma loja da rede na Itália sempre existiu: “Durante minha primeira viagem a Milão, em 1983, fui cativado pelo senso de comunidade que encontrei nos bares de café expresso da cidade – os momentos de conexão humana que passaram tão livremente e genuinamente entre baristas e seus clientes. A abertura do Milan Roastery é a história da Starbucks que completa o círculo”.

A empresa, porém, não está “abalada” pela aparente rejeição dos italianos ao seu café. Como lembram alguns consumidores da nova loja, o café do país sempre será melhor que o da rede, mas os italianos podem aproveitar outras características como a eficiência e o bom atendimento ao cliente, que tornam o Starbucks tão agradável.

Via B9

domingo, 16 de setembro de 2018

Para CAU/GO, emenda que permite 100% de taxa de ocupação é devastadora

Tramita na Câmara de Goiânia o Projeto de Lei 44/2017, que visa instituir as regras para o chamado Alvará de Regularização. O objetivo desse instrumento legal é, justamente, regularizar imóveis irregulares construídos até 1995, que estejam em desacordo com o Plano Diretor de 2007 ou o Código de Obras e Edificações de 2008. Por exemplo, edificações que desrespeitam os afastamentos, as taxas de ocupação do terreno ou os índices de permeabilidade necessários para garantir a qualidade de vida e mesmo a segurança das pessoas na cidade.

O PL é necessário para regularizar construções existentes antes de 1995, porém não pode abrir precedente para modificar parâmetros urbanísticos atuais. Em suma, ele não pode ser usado com a finalidade de mudar as regras para construir na cidade.

Mais do que o próprio PL, uma emenda de Anselmo Pereira põe os arquitetos e urbanistas em estado de alerta. A proposta do vereador pretende conceder as seguintes permissões para novas edificações de uso misto que venham a ser erguidas no Centro da capital: índice de ocupação do terreno de 100% para uma altura de até 14,5 metros, sem recuos frontais, laterais ou de fundo. E, para piorar, o índice paisagístico de 25% proposto pela emenda permite a utilização de “cobertura vegetal não permeável”. Ou seja, possibilita que o terreno, no fim das contas, seja completamente impermeável.

Para o CAU/GO, trata-se de uma proposta devastadora para a região central da capital, uma vez que ocupar 100% dos terrenos irá agravar o já severo problema de drenagem urbana do local. Não faz muito tempo, a cidade assistiu ao grande volume de água pluvial que fez transbordar o córrego Botafogo, cuja via marginal após meses ainda não foi devidamente recuperada.

É de suma importância que a legislação urbanística avance no sentido de acompanhar as novas necessidades que surgem no decorrer dos tempos e de garantir o pleno desenvolvimento da cidade. Porém, como já manifestou o Conselho reiteradas vezes, esse avanço não deve atropelar o planejamento urbano adequado.

Via CAU-GO

sábado, 15 de setembro de 2018

CAU e IAB pedem socorro para nossas cidades em Carta Aberta aos Candidatos

Nossas cidades pedem socorro, o Brasil tem competência técnica para tratar dos problemas urbanos e não faltam planos ou leis para tanto. No entanto, é imperativo implementá-los, o que exige uma assertiva decisão política para colocar em prática uma reforma urbana baseada na função social da cidade prevista na Constituição de 1988 e regulamentada pelo Estatuto da Cidade.

Com esse objetivo, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e o Instituto de Arquitetos do Brasil lançaram a “Carta Aberta aos Candidatos nas Eleições de 2018 pelo Direito à Cidade”.

O documento apresenta propostas para “um Planejamento Urbano Solidário e Inclusivo que seja o vetor da democracia no Brasil” e resulta do “Seminário Nacional de Política Urbana: por cidades humanas, justas e sustentáveis” promovido pelas duas entidades nos dias 3 e 4 de julho, em São Paulo.

O Planejamento Urbano Solidário proposto estaria baseado em um plano nacional de desenvolvimento social e econômico que atrelasse a ocupação do território nacional à economia, combinado com a descentralização das definições das políticas regionais e locais e uma maior participação popular nas discussões quem afetam a vida urbana.

Para conferir Carta Aberta completa, Vale o Clique!

Via CAU-GO

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Partículas subatômicas serão usadas para revelar os segredos da cúpula de Brunelleschi

Mais de 500 anos depois de ter sido construída, a cúpula de Santa Maria del Fiore, de Filippo Brunelleschi, em Florença, na Itália, continua a ser a maior cúpula de alvenaria já feita. Mas os métodos de construção da cúpula ainda são um segredo, já que nenhum desenho ou esboço foi descoberto. A única pista que Brunelleschi deixou era um modelo de madeira e tijolo. Embora a cúpula tenha sofrido com rachaduras durante séculos, novas descobertas realizadas com imagem de múons podem ajudar os preservacionistas a descobrir como salvar a icônica estrutura e revelar novas pistas sobre sua construção.

Filippo Brunelleschi projetou a cúpula de Santa Maria del Fiore no início do século XV. Destacando-se no horizonte de Florença, a estrutura tem a forma de uma catenária invertida. Com 45 metros de diâmetro e quase 90 metros de altura, a cúpula foi provavelmente construída a partir de uma série de fileiras de pedra e duas conchas. A revista Ars Technica publicou uma matéria em que Elena Guardincerri, física do Laboratório Nacional de Los Alamos, acredita que pode ajudar a resolver parte do mistério da cúpula. Usando partículas subatômicas através de um processo conhecido como imagem de múon, Guardincerri tem como objetivo descobrir se algum reforço foi acrescentado às fileiras de pedra.

Semelhante a imagens de raios X, as imagens de múon normalmente envolvem câmaras cheias de gás. Enquanto os múons colidem com as partículas de gás, os cientistas registram a energia e a trajetória das partículas. Usada para os mais diversos fins, incluindo a busca por câmaras escondidas na Grande Pirâmide de Gizé, a técnica permitiria aos cientistas identificar se Brunelleschi usava barras de ferro para reforçar a cúpula. Elena Guardincerri planeja usar dois detectores portáteis montados no próprio domo para coletar dados durante alguns meses. Uma vez concluído, o trabalho de Guardincerri poderá finalmente revelar os segredos da cúpula de Brunelleschi.

Via ArchDaily

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Aston Martin recria carro de James Bond

Se você é fã de James Bond e sonhava em andar por aí com o carrão usado pelo protagonista de 007 desde Goldfinger (1964), pode começar a ficar mais animado.

A Aston Martin, fabricante do DB5, anunciou que produzirá 25 novos modelos do carro, incluindo vários dos gadgets que ele possuía nas produções, como as famosas placas giratórias. Esses dispositivos serão desenvolvidos por Chris Corbould, que já trabalhou em oito filmes da franquia 007 e ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais em 2011 pelo filme A Origem, de Christopher Nolan.

A produção acontecerá em parceria com a produtora EON, que co-assina o projeto, que ganhará forma na fábrica da Aston em Newport Pagnell, Inglaterra. Os modelos são mesmo para colecionadores, já que não poderão sair às ruas e custarão R$ 13,9 milhões cada. Além da série de 25 carros, outros três serão produzidos e já têm destino certo: um fica com a EON, outro com a própria Aston Martin e um terceiro será doado para caridade.

Via Casa Vogue

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Com drone, fotógrafo registra desigualdade em cidades pelo mundo








Utilizando um drone, o fotógrafo Johnny Miller conseguiu registrar a desigualdade social refletida no espaço urbano em lugares como Cidade do México, Tanzânia, Mumbai e Joanesburgo.

O projeto se chama Unequal Scenes (Cenas Desiguais, em tradução livre) e surgiu quando Miller se mudou para a África do Sul para fazer faculdade de antropologia na Cidade do Cabo. Com as primeiras fotografias, conseguiu registrar a herança do apartheid, política de segregação racial que vigorou no país entre os anos 1940 e 1990.

Por meio das fotos, Miller conseguiu ver condomínios fechados ainda dominados por brancos e outros bairros superlotados de população predominantemente negra.

Via Casa Vogue


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

São Francisco ganha parque suspenso de 22.000 m²

Depois de Nova York, chegou a vez de São Francisco ganhar seu próprio highline: no dia 11 de agosto, foi inaugurado o Parque Transbay. Projeto do escritório PWP Landscape Architects, faz parte de uma primeira etapa do novo Centro de Trânsito Salesforce, que reunirá 11 linhas de ônibus e, eventualmente, trens de toda a região.

O parque Transbay, ocupa todo o telhado do centro de trânsito, que equivale a uma área de quase 22.000 m². É um dos maiores trechos de vegetação da cidade em anos, onde a densa área comercial do bairro de East Cut agradece pelo agradável espaço aberto e público. O parque também se conecta ao prédio Salesforce, empresa que patrocina o projeto.

O projeto original tinha como proposta reutilizar a água cinza – água residual originada a partir das pias de banheiros, copas, entre outros – para irrigar todo o parque. Mas como o arranha-céu e o centro de trânsito se transformaram em projetos separados, isso incapacitou que a proposta pudesse ser executada. Em vez disso, a água cinza das pias do centro de trânsito serão bombeadas até o jardim úmido do parque que filtrará a água, e esta retornará ao seu local de origem.

Apesar de ter apenas 50 metros de largura, o centro se estende por vários quarteirões e serve também como centro social para os moradores e visitantes da região. Os arquitetos responsáveis dividiram intencionalmente o parque para que tivesse uma estrutura completa com praça aberta (que se conecta à Torre Salesforce), um anfiteatro, um gramado e jardins botânicos com plantas nativas da Califórnia, assim como o jardim de zonas úmidas, um jardim desértico e um jardim mediterrâneo.

Via Casa Vogue