sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Museu das Cadeiras Brasileiras é inaugurado em Belmonte, Bahia

A cidade de Belmonte, localizada no litoral sul da Bahia, acaba de ganhar o primeiro museu do Brasil totalmente dedicado à cadeira. O Museu das Cadeiras Brasileiras é um projeto do designer Zanine de Zanine, filho de Zanini Caldas, artista belmontense e um dos principais representantes do modernismo brasileiro no design de móveis, do empresário do ramo da construção civil, Daniel Katz, e da Secretaria de Cultura e Turismo de Belmonte.

Localizado em uma antiga residência, remodelada para o novo programa, o museu traz a história desse móvel e seu papel social, além de ser inspiração para profissionais do design. “A cadeira tem um papel icônico na profissão do designer, especialmente por transitar com muita fluidez entre a usabilidade e a possibilidade de ser um ícone peculiar, transformando o ambiente em que está inserida”, comenta Zanini de Zanini.

O responsável pela organização do acervo de cadeiras, que estão expostas no Museu, é Christian Larsen, curador do The Metropolitan Museum of Art de Nova York. “Esse é outro ponto que reforça a importância e o reconhecimento do projeto para a valorização da cultura nacional e sua visibilidade, a nível internacional, especialmente para a rica herança cultural que Belmonte carrega”, explica Zanini.

No acervo, estão peças de artistas, como os Irmãos Campana, Aida Boal, Joaquim Tenreiro, Carol Gay, Claudia Moreira Salles, Domingos Totora, Estevão Toledo, Etel Carmona, Fernando Mendes e Flávio Franco.  O museu está aberto para visitação de quarta-feira a sexta-feira, de 9h às 12h e 14h às 17h, e aos sábados e domingos com agendamento pelos telefones (73) 99811-4261 e (73) 98107-1102.

Via ArchDaily


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

KPF conclui o terceiro maior edifício de Shenzhen com 400 metros de altura

 A Kohn Pedersen Fox Associates (KPF) acaba de inaugurar seu mais novo edifício, o terceiro arranha-céu mais alto da cidade de Shenzhen. Sede da China Resources, a torre de escritórios de 400 metros de altura é um enorme complexo multi-uso, abrigando espaços comerciais, residenciais além dos já mencionados escritórios da empresa.

Implantado em uma área de 2.000 metros quadrados de espaços públicos, o mais novo arranha-céu da cidade de Shenzhen teve seu projeto inspirado na forma de um broto de bambu. Muito mais do que um ícone urbano, o majestoso edifício projetado pela Kuhn Pedersen Fox procura "resgatar a urbanidade da região central de Shenzhen, ao mesmo tempo em que atende a demanda de uma das principais empresas do país, criando um ícone que reflete tanta a história quanto o atual momento de crescimento e pujança da empresa".

O edifício foi construído através de sistema estrutural tubular leve e estável, produzindo uma forma esbelta e escultural. Este inovador sistema construtivo de estrutura perimetral libera todo o interior de pilares e vigas indesejadas, expressando toda a potência e simetria radial deste exuberante arranha-céu. À medida que a torre avança em altura, esta trama pré-fabricada da fachada torna-se mais estreita, convergindo e entrelaçando-se, passando de 56 colunas verticais no térreo para apenas 28 no coroamento da torre.

A convergência destas linhas estruturais acabam por configurar uma série de “portais de entrada” na base do edifício, fundindo-se por outro lado, em uma ponta afiada que aponta em direção ao céu azul de Shenzhen. Nestes arcos ogivais criados onde as colunas se encontram, painéis de vidro facetado fazem a interface entre os espaços internos e externos, tornando-se um farol multifacetado e iluminado durante a noite. No cume da torre, o “sky hall” oferece um espaço único com perspectivas impressionantes para a cidade de Shenzhen, como uma catedral gótica à 400 metros de altura, tornando-se um dos poucos arranha-céus do mundo com espaços habitáveis em seu ponto mais alto.

"Foi uma honra para todos nós trabalhar no projeto da sede da China Resources, uma das empresas mais antigas e importantes do país. O projeto icônico deste aranha-céu expressa toda a sua ousadia geométrica que reflete o orgulho da China Resources em seu passado e a confiança no futuro. Um novo marco urbano no skyline de Shenzhen, este será um novo cartão postal da cidade, a capital chinesa da tecnologia." - James von Klemperer, Presidente da KPF

O projeto para a China Resources marca a mais nova conquista da KPF, que projetou os edifícios mais altos de Paris (Tour First), de Seul (Lotte World Tower), de Pequim (CITIC Tower) e também de Shenzhen (Ping An Finance Center).

Via ArchDaily

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Cidade de Perth desenhada a mão por Carl Lavia




O desenhista Carl Lavia se uniu com a fotógrafa Lorna Le Bredonche para criar um imenso projeto de arte.

Eles levaram meses para desenhar à mão a cidade inteira de Perth, Escócia. O esboço ficou com cerca de 2 metros.

O projeto será exibido em Janeiro de 2019, no Museu e Galeria de Arte de Perth. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Bons Tutoriais

domingo, 13 de janeiro de 2019

Canais do YouTube para quem gosta de Fotografia

A internet tornou-se uma ótima ferramenta para os amantes de fotografia. No meio online é possível achar uma diversidade enorme de conteúdo, que vão desde assuntos mais básicos até técnicas mais avançadas, ou até mesmo profissionais.

Além das já conhecidas e consagradas redes sociais de fotografia e blogs que já existem por muitos anos, tem aumentado também a quantidade de canais no Youtube. Pessoas que dedicam uma boa parte do seu tempo para instruir e compartilhar seu conhecimento com quem estiver a fim de aprender um pouco mais sobre essa arte.

Um ótimo lugar para começar é a Twitch, que sempre foi muito popular no mundo dos gamers. Esta, aliás, foi a principal razão do seu surgimento, lá em 2011, e hoje ele é uma das principais ferramentas para a transmissão de campeonatos de eSports e também de outras modalidades, como o poker ao vivo. Claro, como você pode imaginar, não para por ai: é uma grande ferramenta de transmissões como um todo, abarcando também conteúdos criativos, envolvendo música e fotografia.

Na rede, você pode encontrar dicas de edição de fotografia e sobre como utilizar determinados aplicativos. Mas talvez o canal mais relevante sobre o assunto seja o 5hoe de Mike Larremore, um fotógrafo de retratos do Colorado que transmite sua edição de fotos no Twitch com as pessoas fotografadas por ele muitas vezes na plateia. Para quem quer aprender mais sobre a pós-produção de uma fotografia e ferramentas de edição, este é o lugar certo!

Entretanto, a plataforma mais popular sobre o assunto ainda é o Youtube. Nele, existem milhares de canais voltados para assuntos específicos e com a fotografia não é diferente. Para facilitar um pouco a sua vida trouxemos algumas sugestões de alguns dos mais relevantes, assim você pode escolher qual se encaixa mais no seu perfil e nível de conhecimento.

Para conferir, Vale o Clique!

Via Conexão Fotografia

sábado, 12 de janeiro de 2019

Casa de Vidro inaugura seu Pavilhão de Verão

Instalado nos extensos jardins da Casa de Vidro - morada icônica da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914-1992) e sede do Instituto Bardi -, o anexo se apresenta como uma solução temporária, concebida para receber eventos durante uma temporada de quatro meses e assim ampliar as receitas destinadas à manutenção do Instituto e à sua programação cultural.

"A intenção de ativar outros espaços da Casa, além da exposição 'Sonia Gomes – Ainda assim me levanto', realizada no salão principal e fruto de uma parceria com o MASP, provocou a ideia de construir uma estrutura temporária visando diversificar as atividades no espaço durante as férias de verão”, diz Waldick Jatobá, diretor-presidente do Instituto.

Para dar continuidade à missão de promover atividades culturais e educacionais - conforme o propósito de Pietro M. Bardi (1900-1999) e Lina Bo Bardi, fundadores do Instituto e grandes promotores das artes -, o novo espaço foi criado sob medida para comportar desde pequenos grupos a até 220 convidados. É aberto e versátil, capaz de receber apresentações diversas, palestras de arquitetura, arte e design, assim como cursos de desenho e jardinagem, entre outros - sempre voltados para adultos e crianças.

O pavilhão tem projeto da arquiteta Sol Camacho e foi inspirado na tradição de estruturas efêmeras e em obras da própria Lina Bo Bardi, a exemplo do restaurante Coaty, em Salvador. Nesse sentido, chamam a atenção o traçado sinuoso de piso e cobertura e dos bancos que servem de guarda-corpo (fruto de um cuidadoso estudo que permitiu desviar das árvores ao redor). O traçado orgânico se soma ainda aos delgados pilares redondos pretos, que parecem mimetizar os troncos do entorno.

Apesar do aspecto simples, o anexo emprega Cross Laminated Timber (CLT), placas compostas de três camadas de madeira certificada, cortadas em uma grande máquina de CNC conforme as instruções do engenheiro Alan Dias para a Carpintaria. A montagem levou menos de duas semanas. “A Casa de Vidro é uma das poucas instituições culturais que discute, exibe e promove o debate sobre arquitetura contemporânea; a ideia de construir o pavilhão com CLT teve a intenção de trazer a conversa sobre novos materiais e possibilidades de construção no contexto brasileiro”, ressalta Sol Camacho.

A respeito do projeto, ela pontua: "Lina concebeu e desenhou sua casa em interação total com a natureza. Ela criou, plantou e cuidou do jardim por quatro décadas. O jardim e a Casa se complementam. O pavilhão tinha que seguir essa ideia."

Local Casa de Vidro (a esxposição ocorre simultaneamento no MASP)
Endereço General Almerio de Moura 200, Morumbi, São Paulo (SP)
Visitação até 24 de fevereiro de 2019

Mais detalhes, Confira!

Via ArcoWeb

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Jean Nouvel assina hotel da Fendi

Já não é novidade: as marcas de luxo caminham bem juntas. Grandes nomes da moda, então, acabam apostando em projetos de arte, gastronomia e hotelaria. O mais novo buzz entre os fashionistas, portanto, é o Palazzo Rhinoceros – novo centro cultural em um palácio do século 17 em Roma concebido pela Fondazione Alda Fendi Esperimenti que abriga espaços para residências artísticas, exposições e performances.

E agora o complexo ganhou um hotel superexclusivo – como a turma da moda e da arte gosta! No The Rooms of Rome o hospede escolhe desde o aromatizador de seu quarto, fazer uma aula de culinária com um chef talentoso local, selecionar o tratamento de beleza que vai receber na chegada e até cortar as filas dos museus mais populares da cidade.

Se estética é tudo para esse cliente, era necessário convidar nada menos que um pritzker para cuidar do projeto: Jean Nouvel foi o escolhido para criar e mobiliar os 24 quartos do hotel em Velabro (bairro congelado no tempo pelo excesso de monumentos antigos e igrejas). O francês imaginou, então, "as salas de Roma" como uma série de caixas de aço feitas sob medida e projetadas para se alinhar com a arquitetura histórica preexistente – o resultado é um belo diálogo entre novo e antigo e unidades de diversos tamanhos.

Os quartos têm proporções generosas - são arejados, cheios de sol, cada um com seu próprio terraço – e os armários, cozinha e banheiros são escondidos por chapas de aço que entram como um contraponto harmônico ao lado das superfícies irregulares do edifício original. O concreto aparece em tons arenosos e os pisos nascem da mistura de padrões vibrantes com partes irregulares em tom de areia do projeto original.

Dica de décor mais interessante: em todos os cômodos há trompe l'oeils do chão ao teto que funcionam como uma espécie de “espelho” sugerindo dimensões mais generosas, porém inexistentes.  Para compor, uma seleção de móveis sofisticados dos anos 1950 – nada que ofusque a beleza da arquitetura grifada com os trompe l'oeils, além de peças bastante pontuais como uma poltrona do Gaetano Pesce.

Nos quinto e sexto andares, um restaurante italiano com inspiração Russa, o Caviar Kaspia Roma, filial da parisiense Caviar Kaspia, e vistas panorâmicas de Velabro (bairro congelado no tempo pelo excesso de monumentos antigos e igrejas).Lá, vale provar o espaguete com limão, amêndoas e seleção de caviar; conchiglie com salmão e vodca, risoto de ervas aromáticas com camarão vermelho, fondue de tomate seco ou o linguine com trufas e bottarga.

Via Casa Vogue


quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Mosteiro abandonado transformado em Novo Museu na Suíça

Encravado no vale do rio Inn, entre as reminiscências de um mosteiro medieval abandonado no remoto vale de Engadin, o mais novo museu da Suíça abriu suas portas ao público no dia 2 de janeiro. Com projeto do escritório de arquitetura Voellmy Schmidlin Architektur, com sede em Zurique, o Muzeum Susch foi idealizado pelo empresário polonês e patrono de arte Grazyna Kulczyk.

O prédio – fundado por Kulczyk para abrigar sua coleção em uma série de instalações específicas para o local, além de exposições temporárias, programadas para se tornar parte do circuito artístico internacional – ocupa as instalações de um mosteiro originalmente estabelecido em 1157 depois do desfiladeiro Flüela, no caminho do peregrino para Roma e Santiago de Compostela. Uma cervejaria foi adicionada à construção original no século 19, situada acima de uma fonte de água de montanha.

Para abrigar as novas instalações, as estruturas existentes foram sutilmente restauradas e recombinadas para dar origem a um ambiente inspirador para a produção artística e incentivar viagens exploratórias dos visitantes. O objetivo, segundo os arquitetos, era criar um projeto que respeitasse a arquitetura existente e ao mesmo tempo desse destaque à construção atual da melhor forma possível. Desta maneira, foram preservados elementos das formações rochosas naturais do local, que permanecem expostos, conectando o museu à paisagem natural circundante.

O complexo tem cerca de 1.500 m² de espaços de galeria temporários e permanentes e inclui o Instituto Susch, um instituto acadêmico que apoia pesquisas sobre questões de gênero na arte e na ciência. A exposição de abertura, “A woman looking at men looking at women”, foca na noção do feminino, conforme explica a curadora Kasia Redzisz, e apresenta trabalhos de mais de 30 artistas internacionais.

Via Casa Vogue

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Painel solar é obrigatório em toda casa na Califórnia

A geração de energia tem sido um dos grandes desafios da humanidade atualmente. E em sintonia com essa preocupação, especialmente no que diz respeito à preservação dos recursos existentes, é que o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, adotou uma nova lei: todas as novas casas construídas a partir de 2020 deverão ter painéis solares.

A regra foi estabelecida pela Comissão de Padrões de Construção da Califórnia e tem um incentivo para que os donos das novas moradas incluam uma bateria de alta capacidade ao sistema elétrico. A iniciativa pretende ajudar a cumprir com a meta do estado de reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa, ao mesmo tempo em que extrai toda a eletricidade de fontes de energia renováveis.

Tanto casas quanto edifícios de até três andares devem seguir o novo padrão de energia solar. O estado prevê que as instalações obrigatórias de painéis solares podem acrescentar cerca de US $ 10 mil no custo inicial de uma casa. A Comissão de Energia da Califórnia endossou a regra do painel solar como parte do Green Building Standards Code da Califórnia. Para facilitar a adesão, os proprietários terão a opção de comprar os painéis diretamente, arrendá-los ou participar de um contrato de compra de energia com o construtor da casa.

Via Casa Vogue

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Uma caverna de luxo para viver seus dias de vilão de James Bond

 A ideia de morar numa caverna pode não ser muito atraente no início, mas o Beckham Creek Cave Lodge está longe de ser aquelas moradias frias e sombrias de nossos ancestrais. A chamada “Caverna mais luxuosa do mundo” está localizada em um resort privado e uma área remota de Arkansas. Com vista para um vale e rodeado de montanhas, rios e fontes termais, a acomodação é ideal para quem procura aventura em grande estilo.

Originalmente foi adquirida por John Hay, que a transformou em um abrigo durante a Gerra Fria. Ele passou quatro anos transformando o espaço num refúgio perfeito, completo e com todo o conforto de uma casa moderna. Após a guerra, ele vendeu a “caverna” para o atual proprietário que em 2014 transformou em um hotel de luxo.

São quatro quartos e quatro banheiros luxuosos, passar uma noite no Bechkham Creek custa cerca de 1200 dólares. O interior moderno é combinado com elementos naturais, repleto de estalagmites, estalactites e outras formações rochosas. Tem até um heliporto do lado de fora, se você quiser viver aventuras como oum vilão doe James Bond.









Via Zupi


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Empresa brasileira cria biomassa e reduz custos das obras em 40%



Cimento, areia, cal e água: essa é a fórmula que vem mantendo as cidades de pé. É com essa mistura que se costuma fabricar a argamassa que reveste e assenta as construções em alvenaria há séculos. Acontece que essa é também a fórmula do desperdício e da poluição: 3% de toda a energia consumida no planeta é utilizada para a fabricação de cimento, e cada tonelada de cimento produzida emite cerca de 900 kg de CO2 na atmosfera.

Logo fica fácil ver que a construção civil precisa mudar e se adaptar à necessidade urgente de uma vida mais sustentável.

É nesse ponto que entra a Biomassa do Brasil, uma empresa que, como seu slogan – com o perdão do trocadilho – diz, pretender trazer “inovação de forma concreta”.

Fundada pelos irmãos Ricardo e Gilberto Strafacci, a Biomassa do Brasil precisou de dois anos em laboratório até chegar a um resultado absolutamente novo: uma argamassa realmente sustentável.

Feita com uma mistura de polímeros com minérios inertes (que não exigem queima), a biomassa da empresa não utiliza nenhum dos componentes da argamassa tradicional – e principalmente não utiliza cimento.

O produto já vem pronto, com um método de aplicação exclusivo e eficaz, para ser aplicado sobre, por exemplo, os tijolos a fim de levantar uma parede.

O impacto da utilização da Biomassa numa obra é tamanho que pode ser medido não somente no âmbito ambiental como na duração da obra e também pelo bolso e o orçamento da construção: a biomassa sustentável agiliza o tempo da obra em nada menos que quatro vezes. Como se não bastasse, o consumo de água na obra se reduz inacreditavelmente em 95%.

Tal variável leva a biomassa a uma realidade radical: utilizar Biomassa do Brasil significa uma economia de 40% em custos – através da economia de tempo e de mão de obra. E a embalagem e o método de aplicação são também exclusivos e inovadores: trata-se da primeira argamassa em bisnaga do mercado.  Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Hypeness

domingo, 6 de janeiro de 2019

Hostel de contêineres reaproveitados é construído em porto alemão




Rodeado pelo porto, Warnemünde é uma estância balnear, localizada na cidade de Rostock, na Alemanha. Em meio a um cenário onde chegam muitos turistas, vindo de cruzeiros, foi construído um hostel com contêineres reaproveitados.

O interior do empreendimento aposta na decoração industrial para combinar com o aspecto do porto e a sensação marítima. Muitas peças de ferro, metal e palletes (que servem de assento) ajudam a compor os vários ambientes. No total, o hostel possui 64 quartos com 188 leitos feitos em quatro tipos diferentes de contêineres (não foi divulgado a quantidade exata de contêineres reaproveitados). Além das áreas de repouso, um restaurante aberto, salas de lazer e de informática, e ainda um spa compõem as áreas comuns dos hóspedes.

Chamado de  Dock Inn, o hostel ganhou cores que deram um aspecto vibrante e jovial ao estilo. Apesar dos quartos serem pequenos, as ampas janelas garantem a entrada de luz natural e também a sensação de amplitude do espaço. As ideias são fruto do trabalho da Holzer Kobler Architekturen e a Kinzo Architekten, amos escritórios sediados em Berlim.



Via Ciclo Vivo


sábado, 5 de janeiro de 2019

Apple anuncia novo campus de US$ 1 bilhão no Texas

O anúncio de um novo campus da Apple em Austin, Texas, chamou a atenção pelos números envolvidos. Segundo Tim Cook, CEO da empresa, as novas instalações terão um investimento de US$ 1 bilhão e o potencial de gerar 15 mil empregos.

A expansão da empresa vai além e contempla outras cidades americanas como Seattle, San Diego, Culver City, Pittsburgh, Nova York e Boulder. Com isso, a Apple pretende criar milhares de novos empregos pelos próximos três anos.

“A Apple está orgulhosa em trazer novos investimentos, empregos e oportunidades para cidades dos Estados Unidos e para aprofundar significativamente nossa parceria de 25 anos com a cidade e o povo de Austin”, disse Tim Cook em comunicado.

O movimento da empresa coincide com o de outras gigantes da tecnologia, como a Amazon, que dividirá sua segunda sede entre Nova York e Virgínia.

Mas, no caso da Apple, a expansão é mais que “uma tendência”. Primeiro, essa é uma forma da empresa contornar as muitas críticas que tem recebido nos últimos anos por “não fazer o suficiente para a economia americana”, já que a sua grande produção está na China, e a maior parte de seus lucros no exterior para evitar pagar impostos nos Estados Unidos.

Além disso, a Apple foi uma das maiores beneficiárias com as mudanças no código tributário sancionado pelo presidente Donald Trump, em janeiro deste ano. A nova lei reduz justamente os impostos sobre dinheiro vindo do exterior. Com isso, a empresa repatriou cerca de US$ 250 bilhões que tinha fora dos Estados Unidos e pagou uma multa de US$ 38 bilhões ao governo americano, número que seria muito maior sob a legislação tributária anterior – que chegaria a US$ 90 bilhões.

Na época dessa movimentação, a Apple afirmou que investiria mais de US$ 30 bilhões nos Estados Unidos pelos próximos cinco anos, criando cerca de 20 mil empregos com a expansão. Trump, que por diversas vezes criticou a empresa, reagiu à promessa elogiando a Apple, mas voltou a criticá-la em setembro, depois que a empresa informou às autoridades comerciais em uma carta que as tarifas do governo afetariam uma ampla gama de produtos.

Mesmo que o presidente tenha pedido para a empresa fazer “seus produtos nos Estados Unidos em vez da China”, não é exatamente isso que o novo campus no Texas atende. Inicialmente, o espaço abrigará 5 mil trabalhadores em áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento, operações, finanças, vendas e suporte ao cliente. Mas o espaço todo terá capacidade para até 15 mil profissionais – e a empresa pretende preencher estes lugares.

Via B9

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Bahia ganha usina solar flutuante no Rio São Francisco

As águas verdes do Rio São Francisco agora também abrigam uma Usina Solar Fotovoltaica Flutuante, que transforma a luz solar em energia elétrica. A planta piloto de painéis solares foi instalada pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) no reservatório da Usina Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia.

Esse sistema de geração concentrada de energia fotovoltaica em usinas utilizando a área de reservatórios é pioneiro no Brasil. Até então, ele só havia sido instalado no solo. Segundo a Chesf, o objetivo é avaliar a viabilidade técnica, econômica e ambiental do projeto para que ele possa participar de leilões de venda de energia e ser reproduzido em outros reservatórios ou até mesmo em rios.

“Isso pode ser muito bem replicado em lugares onde o Brasil é rico em rios, na Amazônia e regiões do Centro-Oeste, por exemplo. Estamos criando uma oportunidade”, explicou o gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Chesf, José Bione, contando que, quando o projeto estiver concluído, a usina flutuante terá capacidade de abastecer 20 mil casas populares.

A plataforma flutuante já instalada em Sobradinho tem 7,3 mil módulos de placas solares, área total de 10 mil metros quadrados e capacidade de gerar 1 megawatt-pico (MWp). Outros 4 MWp deverão ser instalados em 2019. Quando o projeto estiver concluído, com 5MWp, a usina flutuante deverá contar com 35 mil módulos e 50 mil metros quadrados de área sobre o reservatório de Sobradinho. O investimento total da Chesf é R$ 56 milhões.

Para comparação, o reservatório de Sobradinho tem uma superfície de espelho d’água de 4,2 mil quilômetros quadrados, com uma usina capaz de gerar 1,05 mil MW. Mas, atualmente, por causa da baixa vazão, a usina está gerando em torno de 180 MW.

Energia limpa e mais barata
Dia 28 de Dezembro de 2018, o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, visitou a usina flutuante e disse que o modelo centralizado do setor energético brasileiro precisa ser repensado pois não beneficia o consumidor. Ele defendeu a diversificação da matriz energética, aproveitando as potencialidades de cada região. “No Nordeste, por exemplo, temos que criar um modelo que permita que o vento e sol, que são fontes de energia mais barata, possam beneficiar os consumidores”, disse, explicando que no Centro-Oeste, por exemplo, o biocombustível é muito mais barato que outras áreas.

Para o ministro, havendo viabilidade, é preciso criar condições para que o potencial produtivo da fonte de energia fotovoltaica possa ser desenvolvido no país, com equipamentos produzidos no Brasil e a custos mais baratos. “Para que o produto final não imponha ao consumidor brasileiro continuar pagando a energia mais cara do mundo”.

Ele alertou ainda que, com a previsão de crescimento da economia em 2,5%, logo o país terá dificuldades por falta de energia. “Se não tivéssemos tido a maior crise econômica da nossa história, nós teríamos tido o maior apagão da nossa história”, explicou. “Estamos aqui buscando abrir a mentalidade, os hábitos, a cultura do setor elétrico brasileiro para conviver com inovação. Não dá para se repetir os mesmos métodos, ter os mesmos modelos que têm gerado uma das energias mais caras do mundo”.

Estudos em andamento
Os técnicos envolvidos no projeto da Chesf vão estudar a eficiência da tecnologia fotovoltaica resfriada naturalmente pela água e pelo vento, já que as placas instaladas em terra perdem eficiência sob forte calor. Os impactos ambientais também são objetos de estudo. “A planta de 1 MWp aparentemente não faria interferência, mas se ampliarmos para usinas de 30 MWp ou 100 MWp é preciso ver o comportamento da fauna aquática”, explicou Bione.

Os estudos dos sistemas de ancoragem, conexão e conversão de energia também são pioneiros. A plataforma é fixada ao fundo do lago por cabos, com material próprio para suportar o peso das placas e dos trabalhadores que atuam na construção e manutenção, mas será preciso analisar seu comportamento em água corrente e com a movimentação da barragem.

Para entrar em funcionamento, ainda serão instalados contêineres de conversão da energia em corrente contínua, produzida pela plataforma, para energia em corrente alternada, própria para ser enviada às linhas de transmissão da usina hidrelétrica. De acordo com Bione, esta é outra vantagem da instalação de usinas fotovoltaicas nesses reservatórios, já que elas aproveitam as infraestruturas de transmissão, reduzindo, inclusive, as perdas de energias.

Além da usina flutuante, a Chesf desenvolve outros projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na Região Nordeste, com foco no avanço dos estudos de tecnologias em geração solar e em outros projetos de inovação. Eles estão centralizados no Centro de Referência em Energia Solar de Petrolina (Cresp) e somam cerca de R$ 200 milhões.

Via The Greenest Post

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Zaha Hadid Architects tem mais um projeto cancelado


Os planos de construção de um conjunto de arranha-céus em Brisbane, projetados por Zaha Hadid Architects, foram descartados após uma longa polêmica. O esquema "Grace on Coronation",apresentado em 2014, consistia em três torres residenciais esculturais e procurava revitalizar uma área histórica em Toowong, quatro quilômetros a oeste do Distrito Financeiro Central de Brisbane.

No entanto, o projeto tem sido criticado pela falta de sensibilidade em relação à área circundante, com a proposta de 27 andares violando o limite definido pela cidade, que permite até 15 pavimentos. Em maio de 2018, um único residente ganhou um recurso contra o empreendimento devido à violação de altura.

O investidor por trás do projeto de US$ 430 milhões (R$ 1,7 bilhão), a Sunland Group, anunciou agora que o empreendimento não seguirá adiante, após uma decisão do Tribunal de Recursos em setembro confirmando a objeção do residente.

"Quando apresentamos a proposta do nosso empreendimento em 2014, nossa visão era trazer uma arquitetura de classe mundial e parques comunitários para o centro da cidade a beira-rio, que está fechado ao público há mais de 160 anos." Sahba Abedian, diretor administrativo da Sunland

O projeto havia sido idealizado pela equipe de arquitetura como “uma flor desabrochando” com uma fachada de multicamadas, composta de um pano de vidro sob um padrão de diamante de vidro e concreto armado. A falecida Zaha Hadid, no momento do lançamento do projeto, disse: "O projeto reduz cada estrutura para minimizar sua área e aproximar o rio do público criando um espaço cívico vibrante para Toowong no contexto de um novo parque".

O conjunto das 555 unidades seria cercado por amplo espaço público, ponto principal do argumento - sem sucesso - da equipe para mitigar a altura excessiva das três torres, com duas de 24 andares e uma de 27 andares.

Conforme relatado pelo The Urban Developer, o diretor da Sunland, Abedian, indicou que a empresa está "direcionando todos os esforços" para "um novo resultado arquitetônico que celebra este local único e contribui para o amadurecimento de Brisbane como uma verdadeira cidade internacional".

Via ArchDaily

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Fotos aéreas das paisagens na Namíbia

A fotógrafa australiana Leah Kennedy geralmente se concentra em fotografias aéreas que permitem criar imagens abstratas de lugares desgastados. Durante um safari fotográfico para a Namíbia, ,Kennedy foi para o céu e os resultados são de tirar o fôlego. Ela capturou a paisagem árida do país de maneira única, mostrando a beleza diversa da região.

Kennedy é muitas vezes inspirada pelas padrões, texturas e formações geológicas que parecem voar, cada um dos quais proporciona e ela uma oportunidade de ser criativo. Ela conta que sempre se interessou por abstração e dualidade na fotografia e as fotografias aéreas oferecem essas qualidades.

Com um avião à sua disponibilidade, Kennedy foi capaz de viajar para diferentes áreas do país, desde o Fish River Canyon até a Skeleton Coast. Em vários registros, as duanas vermelhas aparecem como um ambiente surreal, repleto de formas abstratas e assombradas. Kenney usa a luz como grande efeito da série, criando uma ambiguidade que parece ao mesmo tempo familiar e estrangeira.

O que a fotógrafa documenta, nem sempre fica aparente, o que força a atenção as cores e formas. Isso leva a uma apreciação do trabalho apenas por sua beleza, sem noções preconcebidas de ter que ver um lugar específico. Vale o Clique!


Via Zupi

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Um museu dedicado a James Bond na montanha Gaislachkogl, na Áustria







O cume da Montanha Gaislachkogl em Solden, na Ástria, agora abriga um museu que celebra James Bond. Ele marca a localização onde se passa o filme 007 Contra Spectre (2015). Construído a mais de 3 mil metros de altitude e com 1300 m², é um dos maiores museus do mundo.

Foi projetado pelo arquiteto austríaco Johann Obermoser, profissional responsável também pelo projeto do restaurante Ice Q localizado no topo da Gaislachkogl.

Em parceria com Neal Callow, diretor de arte dos quatro últimos filmes. Obermoser criou sete estruturas de concreto embutidas na montanha e conectadas por rampas.

A ideia é contar a narrativa da história de James Bond de forma cativante. Confira!

Via Zupi


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Burle Marx ganha exposição no MUBE

Se existiu algum artista completo nesse país, o nome dele era Roberto Burle Marx ( ao lado de Geraldo de Barros!).  Filho de pai alemão e mãe pernambucana, ele começou a colecionar plantas quando tinha apenas sete anos de idade e formou-se  em artes plásticas e arquitetura em 1993. Foi para Berlim estudar e a saudade ajudou a aumentar ainda mais o seu interesse pela flora brasileira de forma antropófoga. Unindo arte e ciência, ele se destacou como um dos nossos maiores paisagistas contrapondo formas orgânicas abstratas à rígida geometria da arquitetura virando referência, ainda, em causas ambientais - Burle Marx criticou, por exemplo, a derrubada de árvores para a construção de estradas pelo país nos anos 1970.

Parece inevitável e coerente, então, uma mostra dedicada às suas múltiplas facetas do artista no MUBE. Vale lembrar que o museu foi idealizado como “Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia ” e tem seu jardim projetado por Burle Marx. Quem visitar Burle Marx: arte, paisagem e botânica  poderá conferir 70 trabalhos, entre desenhos, pinturas, esculturas, tapeçarias, peças de design, projetos paisagísticos e registros de espécies botânicas e de expedições científicas que realizou ao longo da vida.

"Paulo Mendes da Rocha e Burle Marx, a quem coube a questão da ecologia do MuBE, idealizaram um museu integrado com o bairro, que já é um jardim, o Jardim Europa. Ele integra o projeto justamente com a ideia de dar conta desse aspecto que está na origem da instituição. Cidade e natureza estão em diálogo constante em sua obra", comenta o curador Cauê Alves.  De fato, sem dúvidas, a área externa no museu é um dos melhores presentes que Burle Marx deu à cidade de São Paulo e vale ver o primeiro estudo do jardim que não foi aplicado e será apresentado em tamanho real, ocupando toda a área externa do museu durante o período da exposição.

Entre os projetos particulares assinados pelo paisagista, está a casa de Ema Klabin, na frente do museu, que hoje é um espaço cultural e terá as portas abertas durante o período da exposição como uma extensão da mostra.

No núcleo de arte, é interessante ver telas que vão desde realismo figurativo à abstração informal - caso do óleo sobre tela Mangue azul (1963). Não deixe de buscar, ainda, pela pintura sobre o tecido de uma toalha de mesa e as tapeçarias de lã. Há também um núcleo de obras de artistas contemporâneos influenciados ou que dialogam com ele, como a britânica Margaret Mee, que se especializou em plantas da Amazônia, e o brasileiro Caio Reisewitz, que retrata o jardim berlinense que despertou no paisagista o olhar apurado para a flora tropical. Uma viagem imperdível.

Serviço
Burle Marx: arte, paisagem e botânica
Local: MuBe - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia
Abertura: 15 de dezembro, sábado, das 10h às 18h
Endereço: Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, São Paulo
Período expositivo: 8 de dezembro a 17 de março
Visitação: de terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Mais informações: www.mube.space

Via Casa Vogue


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Prédio mais alto da Tailândia ganha deck de vidro surpreendente

Considerado o prédio mais alto da Tailândia, o MahaNakhon, situado em Bangkok, não só atrai pelos seus 314 metros de altura e sua arquitetura curiosa. Recentemente, o edifício inaugurou um novo espaço que está dando o que falar na cidade: um deck de observação com vista panorâmica e um piso de vidro que faz os visitantes "flutuarem" sobre a cidade!

Projetada pelo arquiteto Ole Scheeren, a construção inaugurada em 2016 reflete o constante crescimento observado em Bangkok - por isso sua fachada tem esse aspecto pixelado como um jogo de Tetris em andamento. O topo de vidro em balanço, segundo o escritório, é o gran finale da arquitetura. 

O rooftop transparente é talvez um dos mais altos do mundo e fica no 74º, 75º e 78º. Para chegar lá, os visitantes utilizam um elevador que leva ao primeiro andar do deck em apenas 50 segundos.

Além de observar a vista em 360º e tirar um selfie flutuando sobre os prédios, os visitantes também podem tomar drinks, já que há também um bar no deck. No 74º andar, primeiro local da experiência, pode-se descobrir os principais pontos turísticos da cidade por meio de telas interativas e realidade aumentada.

Para visitar o topo do MahaNakhon é preciso adquirir ingressos. A ida completa, que dá direito à caminhada sobre o piso de vidro, custa 1050 bahts - cerca de R$ 124 reais - e pode ser adquirida no primeiro piso do edíficio.

Via Casa Vogue


segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

A criativa arte em miniatura nas fotografias de Tatsuya Tanaka








Ao observar os objetos que existem no seu quarto ou escritório, talvez não achará nada demais.

Mas, tente por um momento exercitar a visão criativa, como no exemplo a seguir.

O artista japonês Tatsuya Tanaka utiliza diversos objetos comuns, como cadernos, pantufas, esponjas e até pneus para criar cenários em miniatura para suas fotografias.

Em seu projeto, ele cria uma fotografia por dia, trazendo uma infinidade de situações.

O legal é ver como as miniaturas interagem com os objetos, criando algo totalmente novo e inusitado. Confira!

Via Designerd

domingo, 23 de dezembro de 2018

A maior frota de ônibus 100% elétricos da América Latina está no Chile

Dia 13 de dezembro de 2018, o governo chileno realizou a cerimônia de entrega dos 100 ônibus elétricos BYD K9FE em Santiago, no Chile. O evento marcou também a chegada da maior frota de ônibus 100% elétricos na América Latina, impulsionando a revolução da eletrificação do transporte público no país.

A parceira local da BYD, Enel, entregou a frota para a operadora de ônibus Metbus. Os 100 ônibus K9FE atenderão às áreas mais importantes de Santiago. Esses ônibus são equipados com a mais recente tecnologia de baterias da BYD, com uma única carga cobrindo mais de 250 quilômetros.

O Presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou orgulhosamente que esta é a maior frota de ônibus 100% elétricos da América Latina e que este novo “transporte do terceiro milênio” melhorará a qualidade de vida de todos os chilenos. Ele também reiterou o sério aviso do ex-presidente dos EUA, Barack Obama, “somos a primeira geração a sentir os efeitos da mudança climática e a última geração que pode fazer algo a respeito”.

A gerente da BYD Chile, Tamara Berríos, afirmou que “a BYD se orgulha de fazer parte desse momento histórico para o Chile. Isso posiciona Santiago como líder entre as cidades sustentáveis da América Latina”.

Os ônibus elétricos da BYD já estão operando em outras partes do Chile e sua tecnologia passou nos padrões de certificação de ônibus do país. A filial da BYD no Chile foi criada em 2014 com a missão de promover o negócio de veículos elétricos em todo o país. Em maio de 2016, a BYD lançou seu primeiro ônibus elétrico para serviços comunitários no Chile e, em maio de 2017, a BYD ganhou o primeiro pedido de compra de dois ônibus 100% elétricos no país.

Via Ciclo Vivo

sábado, 22 de dezembro de 2018

E se pintores famosos tivessem seus próprios logotipos?




Você com certeza já viu a assinatura de um pintor em sua obra, atestando sua autenticidade.

Mas, e se essa identificação se tornasse, digamos, mais comercial? E se pintores famosos tivessem seus próprios logotipos?

O designer Milton Omena imaginou essa possibilidade e criou identidades visuais para pintores famosos como Picasso, Monet, Dali, da Vinci e outros.

Confira suas referências e o resultado final de cada projeto. Vale o Clique!

Via Designerd

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

AsBEA lança campanha Concorrência com Valor

A fim de incentivar uma concorrência honesta, transparente e ética entre os profissionais de arquitetura, a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) lançou a campanha “Concorrência com Valor”.

A iniciativa visa conscientizar os contratantes e os demais participantes da cadeia produtiva arquitetônica sobre o conjunto de práticas que permitem a contratação justa de uma empresa de arquitetura e a valorização do mercado de arquitetura.

“O projeto de arquitetura é o início de uma cadeia que movimenta um amplo setor da economia (consultores, projetistas, construtoras e indústria). O contratante tem responsabilidade fundamental no crescimento desse setor, ao promover a concorrência entre empresas”, diz o manifesto da campanha.

Ainda segundo o texto, “Para que essa competição seja ética, é importante que o cliente reconheça a complexidade que está por trás de uma solução de projeto. A boa solução de projeto envolve questões metodológicas, funcionais, técnica, financeiras e estéticas, que são específicas de cada empresa e representam o valor de mercado desta corporação.”

A conscientização será feita por meio de apresentações de conceitos para clientes potenciais e parceiros das empresas inscritas na campanha. Os conceitos a serem apresentados estão relacionados com o funcionamento dos escritórios de arquitetura e suas atuações no mercado, como os critérios para seleção de empresas arquitetônicas, referenciais de prazos e valores.

Mais de 40 empresas já apoiam o movimento e qualquer empresa arquitetônica que se identifique com os valores da iniciativa pode se inscrever por meio do site da campanha. Vale o Clique!

Via ArcoWeb

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Escola de Arquitetura da Universidade de Miami


Descrição enviada pela equipe de projeto. A parceria entre o escritório Arquitectonica e a Escola de Arquitetura da Universidade de Miami é uma história de longa data. Bernardo Fort-Brescia, Laurinda Spear e seu filho Raymond Fort, sócios e fundadores do Arquitectonica, já foram ou são professores da escola de Miami. O projeto do edifício Thomas P. Murphy Design Studio vem para somar e dar ainda mais brilho a esta longínqua cooperação, concretizando o compromisso do escritório com a Universidade e com a cidade que acolheu e assistiu o nascimento e crescimento da empresa. O novo edifício de ateliês conta com mais de mil e oitocentos metros quadrados, um espaço colaborativo integrado que será a casa da próxima geração de arquitetos formados pela escola de arquitetura de Miami. Transpondo o conceito pedagógico para o espaço da físico da escola, o projeto transforma e amplia a maneira como se pretende ensinar arquitetura e além disso, recebeu a certificação LEED de sustentabilidade, mostrando a sensibilidade e a eficiência do mais novo edifício da Escola de Arquitetura de Miami. Sua estrutura de concreto aparente e vidro é por si só uma ferramenta para o ensino e aprendizado da disciplina, a qual expressa alguns dos princípios mais elementares da arquitetura moderna, de construção e sustentabilidade.

Localizado em uma importante interseção do Campus da Universidade de Miami, o edifício cria uma praça que se conecta à um caminho adjacente ao Metrorail de Miami. Em essência, o edifício é um grande salão aberto e coberto por uma laje de concreto aparente abobadada, a qual flutua à cinco metros de altura, suspensa por estreitas colunas de aço e paredes estruturais. A leveza da estrutura de cobertura e seu generoso pé-direito proporcionam uma completa sensação de abertura, permitindo que a luz natural permeie o edifício naturalmente. Uma empena de concreto curva marca o acesso principal da escola à partir da rede pública de transporte e sua conexão com o Centro de Arquitetura Jorge M. Pérez, um edifício projetado pelo arquiteto Leon Krier, o coração da faculdade de arquitetura e do Campus da Universidade de Miami. A parede ao sul, outra empena curva de concreto aparente, dialoga com o pórtico arqueado e o auditório octogonal do edifício de Krier. Atuando como um gesto simbólico de boas-vindas, convidando os alunos a entrar e suavizando as vigorosas linhas do edifício.

A cobertura por si só, uma esbelta estrutura de concreto, é o principal elemento arquitetônico do projeto. Ela se deforma ligeiramente, como se estivesse derretendo sob o sol forte da Flórida, formando um arco suave que proporciona ainda mais complexidade à silhueta do edifício. Além disso, seus generosos balanços proporcionam um sombreamento efetivo para as fachadas vítreas voltadas à leste e à oeste. A sinuosidade de sua forma compõe perfeitamente com a curva que marca a entrada do edifício, explorando toda a plasticidade das estruturas de concreto. Esses dois momentos formais, transformam o que seria apenas um singelo pavilhão em um edifício extremamente expressivo e dinâmico, incorporando princípios modernistas em um projeto contemporâneo de arquitetura que servirá como uma referência para as futuras gerações.

A implantação, orientação e seus principais elementos foram concebidos de acordo com o movimento do sol de forma a garantir as melhores condições de conforto no interior do edifício, até mesmo nos meses mais quentes do ano. A laje de concreto inclina-se em direção ao sul para melhor sombrear a fachada mais exposta a incidência direta do sol. Devido à sua envoltória completamente translúcida e permeável, o edifício pode ser utilizado durante o dia sem a necessidade de iluminação artificial, lembrando de que este é o primeiro edifício a apresentar um sistema de panos de vidro resistentes a furacões com mais de 5 metros de altura. Além disso, janelas operáveis permitem uma adequada ventilação cruzada no verão para minimizar a necessidade do uso de sistemas artificiais de condicionamento de ar.

O ateliê é o coração de uma escola de arquitetura, a fonte de inspiração para seus alunos e futuros arquitetos. Ostentando as mais modernas instalações, espaços expositivos e sociais, o projeto deste ateliê sintetiza todos os conceitos pedagógicos do ensino da arquitetura nos dias de hoje, reunindo-os com perfeição  sobre esta escultórica laje de concreto. O espaço de trabalho em si é baseado em um módulo de cinco metros quadrados que pode acomodar uma ampla variedade de configurações de layout. A partir da entrada principal chega-se à um foyer que suavemente nos encaminha até os estúdios. As paredes leste e oeste do volume central foram concebidas como grandes painéis expositivos, onde os alunos podem afixar seus trabalhos e compartilhá-los com toda a escola. Os ateliês ao lado sul foram destinados aos cursos de design e construção e possuem acesso direto às áreas de trabalho ao ar livre. Os volumes cúbicos dispersos dentro do espaço de ateliê abrigam diferentes programas: cortinas para as salas de aula, vidro e painéis para salas de reunião e seminários, concreto para o laboratório de fabricação de modelos. Dois outros pavilhões independentes abrigam as salas dos professores, os quais podem ser constantemente redesenhados e reconstruídos pelos alunos a cada ano, proporcionando um ambiente fértil para a criatividade e o trabalho colaborativo.

Via ArchDaily

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Escola do Tocantins é “Melhor Edifício Educacional” do mundo

Na cidade de Formoso do Araguaia, no sul do Tocantins, está o Melhor Edifício de Arquitetura Educacional do mundo. O prédio, onde funciona a escola da Fazenda Canuanã, recebeu o título da premiação Building Of The Year em fevereiro deste ano.

O reconhecimento veio após a conclusão do projeto de construção do espaço de moradia da escola, que funciona como internato desde 1973, e que propunha a reformulação do local para melhor adaptação e maior conforto para os 540 alunos que moram na instituição enquanto cursam o Ensino Fundamental e Médio.

Os responsáveis pelo projeto foram o escritório curitibano de arquitetura Aleph Zero e o escritório de design Rosenbaum, a convite da Fundação Bradesco, mantenedora da instituição.

O desenvolvimento do projeto

O projeto teve início em 2013 e foi finalizado em 2016. Para a realização da obra, os arquitetos e designers responsáveis estudaram a cultura e as construções da região, para fidelizar o espaço e deixá-lo mais confortável para os estudantes.

Tanto por isso quanto por estar localizada numa região remota, o prédio foi construído com tijolos de solo cimento fabricados ali mesmo na Fazenda Canuanã, madeira laminada e painéis de palha trançada, e o piso da construção foi feito de cimento queimado.

O designer e arquiteto Marcelo Rosenbaum contou em entrevista ao Estadão que um pedido repetido pelos alunos da Canuanã era para que o prédio fosse mais fresco. Levando-se em conta a localização da escola, onde a temperatura chega aos 38ºC, o pedido foi atendido.

Também para maior conforto dos estudantes, as instalações passaram a acomodar menos alunos por quarto, já que antes do projeto os quartos eram divididos por 40 deles. No novo espaço, os quartos foram projetados para ser habitados por 6 alunos e cada um deles recebeu um gavetão, um abajur e um espelho, e ainda de acordo com Marcelo, isso foi feito para lembrar aos alunos deles mesmos. “Em uma escola com tantos alunos, em que eles passam a maior parte do tempo de uniforme, é importante que eles tenham um momento em que possam enxergar e valorizar sua individualidade”, disse ao Estadão.

A premiação

O projeto da escola da Fazenda Canuanã levou o prêmio de 2018 de Melhor Edifício de Arquitetura Educacional na nona edição da premiação mundial ArchDaily Building of the Year. A votação foi feita por leitores através do site da premiação, onde era possível escolher as construções que mais chamaram a atenção durante o ano em 15 categorias.

Mais de 3.500 projetos concorreram aos prêmios e, além do Brasil, países como Estados Unidos, Japão, Holanda e Jordânia também tiveram projetos reconhecidos.

Outros prêmios

O edifício da Fazenda Canuanã também foi premiado pelo Instituto Real de Arquitetos Britânicos (Riba, na sigla em inglês) na categoria Excelência Internacional na lista de 2018. Além de reconhecer a arquitetura do projeto, o Riba International Prize também premiou um dos escritórios responsáveis, Aleph Zero, como Escritório Internacional Emergente. A premiação do Instituto Real é concedido a cada dois anos.

Via Ciclo Vivo

domingo, 16 de dezembro de 2018

RJ terá viaduto vegetado para travessia de animais

A concessionária Autopista Fluminense deu início às obras de um viaduto vegetado para minimizar o impacto ambiental da duplicação da BR 101 no Rio de Janeiro. O projeto é parte do resultado de uma série de discussões e acordos realizados com a Associação Mico Leão Dourado, que teve o Ministério Público do Rio como mediador. 

O MP explica que a estrada em questão atravessa uma área estratégica para a biodiversidade e para o desenvolvimento nacional. Isso porque ela passa por uma área de proteção ambiental do Mico-Leão-Dourado e também conecta a cidade do Rio de Janeiro com o polo de petróleo Macaé/Campos. Além de causar atropelamentos, a estrada também é uma barreira para os animais que tentam acessar a Reserva Biológica de Poço das Antas, também localizada na região.

Não à toa, a implementação de passagens de fauna era parte das obrigações para a concessão de licença da obra. A ideia no caso do viaduto vegetado é servir de travessia principalmente para os macaquinhos que foram isolados pela construção da rodovia.  “É muito importante que a população de micos da reserva possa atravessar para evitar isolamento genético”, comentou Luis Paulo Ferraz, diretor da Associação Mico Leão Dourado em Silva Jardim, após perceber uma séries de dúvidas levantadas no Facebook do MP, após noticiar a novidade. “O mico nunca entraria em túneis”, ressalta.

Além do viaduto, estão em construção passagens subterrâneas para a fauna terrestre,  estruturas para passagem de fauna copa a copa das árvores e os vãos das pontes dos rios, que cortam a estrada, também serão adaptados para facilitar a circulação da fauna.

Confira abaixo parte da nota divulgada por Luis Paulo Ferraz em nome da associação:

“Espera-se com isso que a BR-101 se transforme em um modelo em termos de medidas de proteção à fauna em obras do setor rodoviário. Um último trecho estratégico ainda está em licenciamento, que corresponde aos 8 km que a rodovia atravessa a Reserva Biológica União.

Foram mais de seis anos de negociações, reuniões, campanhas, projetos, processo judicial  para chegarmos a este momento tão importante do início das obras. Após a sua conclusão, que deve durar cerca de um ano, será realizado um trabalho de monitoramento do uso do corredor florestal pela fauna. O objetivo é viabilizar que os animais utilizem a passagem, visando permitir a troca genética entre os diferentes grupos de Mico-Leão-Dourado que vivem em cada lado da pista. Além disso, espera-se que o uso por outros bichos, especialmente os predadores, permita a manutenção do equilíbrio ecológico dentro da Reserva Biológica. Trata-se de uma iniciativa de longo prazo para viabilizar a conectividade da paisagem”.

Via Ciclo Vivo

sábado, 15 de dezembro de 2018

Hotel cápsula em SP dispara a claustrofobia


Os hostels caíram nas graças dos viajantes pela possibilidade de combinar economia e conforto. Contudo, este estabelecimento de São Paulo foi além e acabou despertando sentimentos claustrofóbicos nas pessoas.

Os quartos são cápsulas. A novidade foi apresentada pelo Sphostel Club e são ideais para usar o quarto apenas para dormir. No sentido literal da coisa mesmo, já que não passa nem respiração.

O estabelecimento está localizado na Avenida Paulista, em São Paulo e oferece cápsulas a partir de R$ 69, com buffet de café da manhã e wi-fi inclusos. O cliente pode escolher entre as opções com ar-condicionado ou ventilador de teto.

Talvez as cápsulas sejam um pouco desconfortáveis para os que se mexem enquanto dormem ou se você quiser carregar o celular. Enfim, o espaço não é o grande trunfo do negócio.

O estilo lembra bastante o já adotado em hoteis e prédios de apartamento de países como Japão e Hong Kong.

Via Hypeness

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Arquiteto projeta estrutura flutuante pré-fabricada de bambu

Enquantos uns duvidam das mudanças climáticas, outros se preparam para os piores cenários. A meta atual estabelecida por cientistas no Acordo de Paris é que o aquecimento do planeta deve se manter abaixo dos 2ºC até o fim do século. Ainda que isso seja alcançado, acredita-se que não será possível evitar certos eventos climáticos extremos, como o aumento do nível do mar, por exemplo. É nesse contexto que surge projetos como o do arquiteto nigeriano Kunlé Adeyemi, que apresenta sua terceira versão da Makoko Floating School.

O arquiteto propõe um sistema de construção pré-fabricado que seja resistente às mudanças climáticas. As instalações flutuantes, chamada de MFS IIIx3, são o resultado de seu estudo em alternativas de construção. Três unidades foram instaladas em um lago em Chengdu, capital da província de Sichuan, sudoeste da China.

As estruturas são feitas de madeira e bambu local abundante em Chengdu. Elas formam uma sala de concertos ao ar livre, um espaço para exposições internas e um pequeno centro de informações, todos reunidos em torno de uma praça – reunindo pessoas em um centro de reflexão sobre artes, culturas da água e futuras ecologias.

Como obras de arte, as estruturas flutuantes integram a exposição “Cosmopolis #1.5: Inteligência Ampliada”, que reúne quase 60 artistas sobre os temas: ecologia, tecnologia e os bens comuns. O evento busca imaginar “como podemos hoje utilizar tecnologias inteligentes, bem como inteligência ecológica, para promover valores sociais – em vez de deixar o capital para definir amplamente os usos dessas técnicas e sistemas de conhecimento”.

Via Ciclo Vivo