terça-feira, 19 de junho de 2018

Iphan lança edital de concurso com vagas para arquitetos e urbanistas

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional lançou esta semana o edital para um concurso que abrirá 411 vagas, distribuídas em todo o país. Organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), o certame foi autorizado no último dia 03 de maio pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) e é resultado de uma forte mobilização nacional, com o objetivo de evidenciar à sociedade a importância de preservação do patrimônio cultural brasileiro.

São 42 vagas para Técnico I oferecidas para arquitetos e urbanistas, distribuídas em 21 estados e o Distrito Federal. Além disso, o concurso prevê duas vagas para candidatos com deficiência e seis para candidatos negros.

O concurso exige dos candidatos um diploma de conclusão de curso de graduação de nível superior em Arquitetura e Urbanismo, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU.

As inscrições serão abertas às 10h do dia 18 de junho e poderão ser realizadas até às 18h de 09 de julho no site do Cebraspe. A data provável para aplicação das provas para cargos de nível superior é dia 26 de agosto de 2018, no turno da manhã, com o a duração de 4h30. Confira!

Via ArchDaily

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Obras abandonadas na Itália











Você penssa que é só no Brasil que tem obras abandonadas?
Em Empire of Dust, a artista e fotógrafa visual Amélie Labourdette captura as estruturas abandonadas e inacabadas devido a crises financeiras e problemas de desfalque na Sicília, Calabria, Basilicata e Puglia, no sul da Itália.

Os esqueletos de concreto estão em algum lugar entre ruínas e esculturas em potencial, fantasmagóricas e estranhamente poéticas. "Suspensos em uma temporalidade flutuante, essas paisagens refletem a profundidade de uma história humana familiar, feita de arrogância e vaidade, entropia e retorno inevitável ao pó", afirma Labourdette.







Via Assuntos Criativos



domingo, 17 de junho de 2018

Expoderiva 2018 - Cidade de Goiás - Bruna Marcela







A Deriva realmente me proporcionou um desvio do olhar sempre fechado de ir e vir aos mesmos lugares cotidianos. Derivar na cidade de Goiás à procura além de um patrimônio tombado ou um olhar incessante para àquilo que ninguém vê. A necessidade do descobrir tudo a nossa volta com outros olhares foi instigada e a experiência foi de extrema felicidade por vivenciar tanto em tão pouco tempo e com a única finalidade de derivar pelo meu bem, seu bem e nosso bem.

Bruna Marcela, graduanda em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Goiás - Regional Goiás.




sábado, 16 de junho de 2018

Expoderiva 2018 - Cidade de Goiás - Melissa Mateus








A partipação na Deriva, pessoalmente, foi pura epifania! Como já dizia a escritora Clarice Lispector: "Perder-se também é caminho", e esse projeto é a prova disso. Nossa cidade que é conhecida popularmente como "Goiás VELHO", pôde ser vista com um olhar NOVO. Compreendi a importância de se ter um olhar mais atento e sensível, não só para a cidade, arquitetonicamente falando, mas para as pessoas, os sentimentos e as histórias que encontramos pelas ruas,casas e becos de Goiás. A gente só precisa VER! Enquanto o olhar for atento, toda imagem será luminosa! 

Melissa Mateus




sexta-feira, 15 de junho de 2018

Expoderiva 2018 - Cidade de Goiás - Carlos Antonio da Silva

Os encantos da cidade são marcantes. Conhecer a história de Cora Coralina é motivador e inspirador. Achei maravilhoso caminhar pela cidade com bela arquitetura e suas histórias. O bate papo foi um momento descontraído e gratificante pelas falas dos oradores, profissionais, artistas e amantes da fotografia.
Que venham os próximos encontros.

Obrigado,

Carlos Antonio da Silva




Superpopulação de bikes na China e os desafios






Além da superpopulação de pessoas, a China agora também encara outro grave problema: a superpopulação de bicicletas. Sim! O meio de transporte – que é considerado solução para a mobilidade urbana em muitos países desenvolvidos – tem se mostrado extremamente desagradável, quando a cidade não possui nenhuma estrutura para atender suas demandas.

Acontece que, nos últimos anos, várias startups de compartilhamento de bicicletas surgiram em cidades como Shanghai e Beijing. A ideia parecia ótima! Era a solução para grande parte da população se locomover, sem poluir o ar, e de quebra ainda fazer exercício.

Acontece que, anos após esse boom, as bicicletas – que supostamente deveriam ajudar a combater a poluição (do ar) – viraram elas mesmas uma forma de poluição (visual).

Por falta de estrutura nas cidades, os ciclistas não têm onde estacionar suas bikes e acabam largando-as de qualquer jeito na rua – e, por vezes, nem voltam para buscar. Como consequência, estima-se que, atualmente, existam nas cidades chineses mais de 16 milhões de bikes nas ruas e mais de 60 empresas oferecendo o serviço de compartilhamento.

Ou seja, sem estrutura, as bicicletas viraram uma praga! Tornou-se trabalho da polícia retirar as magrelas das ruas e “guardá-las” em parques e terrenos públicos. Está aí um belo exemplo do que acontece quando as cidades não investem em estrutura cicloviária. Fica a dica, Brasil!

Via The Greenest Post

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Expoderiva 2018 - Cidade de Goiás - Otávio Martins Lima

"Estas fotos representam à alegria das pessoas é animais dessa cidade tão maravilhosa que é Goiás mesmo tão  simples quase tudo é perfeito  ao olhar de uma criança.

A deriva me ensinou a olhar para o mundo de uma forma diferente e é por isso que eu aprendi que devemos valorizar o mundo."

Otávio Martins Lima




Congresso de Arquitetura, Turismo e Sustentabilidade





Estão abertas as inscrições para o envio de TRABALHOS ACADÊMICOS para as Sessões de Comunicação do 4o. CATS - CONGRESSO DE ARQUITETURA , TURISMO E SUSTENTABILIDADE - Cataguases - MG.

Informações e Inscrições no site: www.catscataguases.com.br

Data limite para o envio de artigos é dia 10/08/2018

O evento acontecerá em Cataguases - MG, entre os dias 27 a 30 de Setembro/2018 e contará com oficinas, palestras, visitas guiadas aos bens tombados e sessões de comunicação.

Alguns nomes já estão definidos para o evento: Arquiteta Ceça Guimaraens, Arquiteto Francisco Fanucci, Arquiteto Arquiteto Manoel Ribeiro, Arquiteto Pierre Andre-Martin, Arquiteto Mario Cezar da Silveira, Turismólogas Maria José Ribeiro e Olga França, entre outros.

Cataguases é uma cidade tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) por inúmeros trabalhos de arquitetos e artistas como Niemeyer, Bolonha, Portinari, Tenreiro, Djanira, entre outros.

A ideia principal do evento é a conscientização acerca da importância da preservação do patrimônio histórico tombado como atividade turística sustentável para a formação econômica e cultural da cidade e a consequente melhoria da qualidade de vida de seus moradores.

O evento bianual, aborda a relação do turismo e da sustentabilidade com a arquitetura e o patrimônio tombado, observando as temáticas que conectam estes campos disciplinares à história, engenharia ambiental, engenharia florestal, biologia, geografia, artes, sociologia, educação, economia, administração.

O CATS incentiva a permanência e preservação das expressões artísticas do Modernismo por meio de palestras, exposições e debates em que estão presentes profissionais, professores, estudantes, artistas, moradores e autoridades públicas, sendo nosso foco a capacitação de jovens com o intuito de proporcionar qualificação, conhecimento, influenciando a comunidade e a sociedade.

O CATS reúne, em media pessoas de todas as regiões do país, o que mostra que a cidade de Cataguases e a temática da preservação patrimonial atraem estudantes e profissionais ligados a essas áreas.

O evento é patrocinado pela Bauminas, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura.
Apoio da Fundação Ormeo Junqueira Botelho, Energisa e Fundação Simão José Silva. Realização Elisabete Kropf.

Mais detalhes, Confira!

Via ArchDaily

terça-feira, 12 de junho de 2018

Expoderiva 2018 - Cidade de Goiás - Renilda M. Ferraz


"A deriva foi muito além de uma aula de fotografia. 
Foi encontrar e caminhar junto com pessoas que não observavam sua própria cidade. 

Olhares carinhosos a cada detalhe. Que eu só via em turistas que conheciam o Centro Histórico. 
Quando fomos para a periferia, encontramos sim pobreza, barraca de lona beira rio (Carioca) após uma chuva, ali é o lar de alguém. Esse alguém está feliz com o pouco que têm, está rodeado de amigos. Mesmo no Centro Histórico casas desfeitas pelo tempo, memórias gravadas de tempos as quais ainda era capital.

Enfim, o que me chamou atenção no Deriva do bem foram as pessoas. Daqui ou de longe procuravam algo que os encantassem e acredito todos encontraram!"

Renilda M. Ferraz




Zaha Hadid Architects ganha concurso em cidade russa no Mar Negro

Zaha Hadid Architects venceu uma concorrência internacional para o masterplan do Admiral Serebryakov na cidade de Novorossiysk, na costa russa do Mar Negro. Conectando a Rússia com o Mediterrâneo, o Oceano Atlântico e o Canal de Suez, a cidade industrial é o lar do maior porto marítimo do país, e o terceiro mais movimentado da Europa por volume de negócios.

O masterplan de ZHA, concebido em colaboração com o estúdio russo Pride TPO, procura integrar novos espaços públicos e amenidades na rica história marítima e tradições de Novorossiysk, através de uma análise cuidadosa da orientação do edifício, das vistas e da paisagem.

O masterplan de 13,9 hectares visa unir “funções recreativas, culturais, corporativas e ecológicas dentro de uma composição coerente que reinstala o passeio marítimo da cidade como importante espaço cívico.” O esquema, portanto, vê nove edifícios principais orientados perpendicularmente à frente do mar para manter as existentes vistas.

Os nove prédios oferecem diferentes iterações de uma única forma, evoluindo em um gradiente em todo o terreno, com a configuração de cada edifício respondendo a uma única função e requisito.

Com uma área total de mais de 300 mil metros quadrados, os edifícios conterão instalações para eventos cívicos, culturais e corporativos, bem como um hotel. O restauro da orla da cidade também inclui o design de um espaço público vibrante ao longo da Baía Tsemes para residentes e visitantes, além de um novo porto de pesca, marina e cais para reativar o patrimônio marítimo da cidade.

As estratégias de paisagismo e espaços públicos ao ar livre foram incentivadas pela decisão de restringir o acesso de veículos à área, criando oportunidades para lazer ao ar livre, esportes e recreação durante a maior parte do ano no clima subtropical da cidade.

Mais de 40 equipes de 13 países entraram no concurso, com o segundo lugar atribuído a Miralles Tagliabue (Espanha) com a Progress (Rússia) e o terceiro lugar atribuído a Rudy Riccotti (França) com ProjectService (Rússia) e JNC (Bélgica). A construção deve começar no segundo semestre de 2019.

Via ArchDaily



segunda-feira, 11 de junho de 2018

Expoderiva 2018 - Goiânia - Clara Naves





"Participar da Deriva é achar pequenos segredos escondidos na cidade, que passam despercebidos quando vistos de dentro do carro, é ver beleza em detalhes, em construções abandonadas, passar por lugares que você está acostumado a perceber de uma certa forma e quando vistos com mais calma e sem compromisso eles são percebidos de outra maneira. É a quarta vez que participo da Deriva e é sempre uma nova experiência." 

Clara Santos Neves




SOM divulga torres a construir sobre fundações de edifício de Calatrava em Chicago

O Chicago Tribune divulgou imagens dos arranha-céus projetados pela SOM para o antigo local do Chicago Spire. As duas torres, medindo 305 e 259 metros, deverão conter 120 mil metros quadrados de área útil, incluindo 850 unidades residenciais.

A proposta sinaliza um novo sopro de vida para a 400 N Lake Shore Drive, onde um buraco da fundação, de quase 25 metros de profundidade, serve como único lembrete do anteriormente planejado Chicago Spire, projeto de Santiago Calatrava de 600 metros de altura.

Intitulado “400 Lake Shore Drive”, o projeto da SOM apresenta duas torres residenciais no topo de uma base com quatro níveis, contendo 750 vagas de estacionamento, salas de reuniões, salão de festas e terraços ao ar livre. A mais alta das duas torres, localizada na margem sul do local, no rio Chicago, deve conter 300 residências e um hotel de luxo com 175 quartos. Enquanto isso, a torre irmã, construída a 45 metros ao norte, conterá 550 apartamentos.

O acordo entre a cidade e a incorporadora Related Middlewest também incluirá a construção do DuSable Park, um novo espaço público em uma península a leste do projeto da SOM, que está sendo considerado desde a década de 1980.

Se concluído, o projeto da SOM finalmente marcaria o fim da longa saga do terreno do Chicago Spire. O buraco que existe atualmente na 400 N Lake Shore Drive é tudo o que resta do Chicago Spire projetado por Santiago Calatrava, uma torre espiral de 610 metros que teria sido o prédio mais alto dos Estados Unidos. Sua construção começou em 2007, mas depois se tornou uma grande vítima da crise financeira, fazendo com que a proposta ficasse no limbo por anos antes de ser finalmente desmantelada em 2014.

O projeto proposto foi desenhado por David Childs, da SOM, o principal arquiteto do 1 World Trade Center. Ele ficaria muito perto do local da Torre Chicago Tribune que, se construída, se tornará o segundo arranha-céu mais alto da cidade. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArchDaily


domingo, 10 de junho de 2018

Arquitetura Social: O mal-entendido que levou Ruy Ohtake a Heliópolis, em SP






A história do conjunto habitacional dos “Redondinhos”, em Heliópolis, São Paulo, começou com uma fala mal interpretada de Ruy Ohtake. Em 2003, uma revista publicou a seguinte declaração atribuída ao prestigiado arquiteto e urbanista: “O que acho mais feio em São Paulo é Heliópolis”. Depois de ver a reportagem, Ohtake esclareceu que a intenção foi dizer que o mais feio na cidade era a diferença entre bairros ricos e pobres – “a diferença entre o bairro do Morumbi e Heliópolis, a maior favela”, corrigiu.

Na semana seguinte, uma provocação mudou o curso previsível da história: João Miranda, líder comunitário em Heliópolis, ligou para Ohtake. Em vez de exigir explicações, pediu ao profissional que ajudasse o lugar a ficar mais bonito. Conhecido por obras como os hotéis Unique e Renaissance e o Instituto Tomie Ohtake, dedicado à obra de sua mãe, Ruy se viu diante de um desafio até então inédito na carreira – a “Arquitetura real”, como ele chama.

A história foi narrada pelo arquiteto e urbanista em uma palestra em Brasília, no dia 6 de junho, realizada pelo Centro Cultural do TCU com o apoio do CAU/BR (saiba mais aqui).

A interação foi o ponto de partida para uma empreitada prolongada junto à comunidade, que envolveu vários projetos. Os principais foram um conjunto habitacional e o Pólo Educativo e Cultural de Heliópolis, que inclui uma biblioteca pública, um centro cultural com cinema e galeria e espaço para feira de produtos artesanais, além de uma escola técnica.

Ruy Ohtake concebeu e coordenou os trabalhos de forma voluntária, com a colaboração da arquiteta Daniela Della Volpe e o apoio da União dos Núcleos e Associações de Moradores de Heliópolis e São João Clímaco (Unas) e da Prefeitura de São Paulo. Mais detalhes, Confira!

Via CAU-BR