segunda-feira, 26 de junho de 2017

Nendo faz seu primeiro projeto público



Com o minimalismo e a excelência de sempre, o estúdio Nendo, comandado pelo arquiteto Oki Sato, assina seu primeiro projeto público, a praça CoFuFun. O espaço de 6 mil m² fica na estação Tenri, em Nara, no Japão e reúne palco, parque, aluguel de bicicletas, ginásio, lojas, cafés, entre outras atrações.

A praça é composta por diversas estruturas de concreto em forma de disco, todas inspiradas em um antigo e tradicional cemitério japonês chamado "kofun". A construção é bastante comum na região e costumava ser feita em três formatos: o de fechadura, o de quadrado ou o círcular - como os construídos por Sato e sua equipe.


Outra inspiração, desta vez um pouco menos mórbida, veio da natureza ao redor. O estúdio sinaliza que a praça também faz referência à bacia de Nara e às montanhas que a cercam.  Por isso, algumas das estruturas são abobadadas, enquanto outras deprimem formando anfiteatros.

Os edifícios foram feitos com peças de concreto pré-moldado, descritas pelo estúdio como "pizzas enormes" que precisaram ser encaixadas como blocos de construção. Assim, eles conseguiram criar grandes espaços sem o uso de colunas.

Os diferentes níveis do kofun servem a vários fins: são escadas, mas também bancos, prateleiras e o que mais o público puder imaginar. Para Nendo, a variedade cria um ambiente que incentiva os visitantes a explorar e, consequentemente, passar o tempo em diferentes espaços dentro da praça. "É um espaço 'ambíguo' que é um café, um playground e um enorme mobiliário, tudo ao mesmo tempo."

No interior dos edifícios, todo o design foi pensado para reproduzir a mesma identidade visual da praça. Móveis e acessórios feitos com madeira local trazem cores neutras, formas circulares e peças escalonadas que garantem a total harmonia entre a estrutura e sua decoração.

O nome da praça, CoFuFun, combina a inspiração principal, o kofun, com a expressão "Fufun", que, em japonês, refere-se a um zumbido feliz e inconsciente. A ideia é que o projeto ofereça uma atmosfera tão agradável que, inconscientemente, os visitantes soltem aquele gostoso suspiro de felicidade. Vale o Clique!

Via Casa Vogue



domingo, 25 de junho de 2017

Câmera conceito - Impressão 3D

O conceito de “Faça-você-mesmo”, também conhecido como DIY (do inglês Do It Yourself), mais do que um slogan punk ou um mote de incentivo pessoal, pode ser de fato um mote e modelo de vida, a ser aplicado como motivo ideológico, político, ou simplesmente como uma via para se contornar dificuldades cotidianas – como a falta de dinheiro. O fotógrafo londrino Paul Kohlhaussen tinha em seus sonhos uma porção de câmeras com as quais gostaria de trabalhar; diante da falta grana para consegui-las, ele decidiu resolver a questão ao estilo DIY: Paul fez ele mesmo sua câmera dos sonhos.

Como um Frankestein reunindo as melhores características de suas câmeras preferidas, Paul se baseou em uma lente Schneider Kreuznach 90mm f/8 Super Angulon para desenvolver o resto das peças, e basicamente imprimiu a câmera através de um serviço chamado 3D Hubs, uma impressora 3D online. Diante do arrojo do projeto, o serviço de impressão online concedeu a Paul uma bolsa de 500 dólares para ele criar sua câmera dos sonhos.

A inspiração para o formato veio da câmera Mamiya 7, mas o projeto reuniu também a proporção da tela da Hasselblad XPan, e a maneira de carregar o filme foi inspirada na clássica Leica M. A câmera foi projetada em 8 diferentes módulos impressos, e ganhou o apelido de “Monstro Ciclope Mostarda”. A câmera tira fotos em filme 120 no formato 6×14, e não possui ajustadores de foco, sempre ajustado ao infinito. Mas sua dinâmica modular justamente permite que o Monstro Ciclope receba diferentes lentes e espaçadores focais.

Pelos exemplos das fotos tiradas com a câmera, é possível perceber o incrível feito de Paul, independentemente de qualquer comparação com as câmeras ditas profissionais. Afinal, o gosto de realizar algo com as próprias mãos e superar limites impostos é parte da força de fazer, você mesmo, seu sonho – tudo, assim, fica mais bonito; até mesmo as fotos.


Via Hypeness





sábado, 24 de junho de 2017

Nova York ganhará museu do Hip Hop em 2018





O Harlem, em Nova York, foi o bairro escolhido para abrigar o gigantesco museu em homenagem ao hip hop que está sendo planejado para ser inaugurado no ano que vem.

A notícia foi revelada pela Hip Hop Hall of Fame, organização sem fins lucrativos que venceu o leilão de um terreno na mesma rua do icônico Apollo Theater, local que já foi (e ainda é) palco para os mais consagrados artistas negros.

O espaço – um prédio de 20 andares – será construído em duas fases. A primeira, fica pronta em fevereiro de 2018 e inclui um café, galeria, espaço de visitantes, loja de presentes e um museu no segundo andar. Também estão planejados espaço para eventos, escritórios e estúdio multimídia para produção de conteúdo de filmes e televisão.

A segunda fase – ainda sem data prevista para inauguração – será a construção de um complexo de entretenimento completo com hotel 5 estrelas, shopping, fliperama, bar, restaurante e lounge para shows.

Segundo o Hip Hop Hall of Fame, o objetivo do lugar será receber anualmente até 1 milhão de visitantes nacionais e internacionais, incluindo fãs de música, turistas, estudantes, entusiastas da cultura e famílias em passeios de excursão educacionais e de entretenimento.

Via Hypeness

sexta-feira, 23 de junho de 2017

História da aviação brasileira ganha exposição no MCB

O Museu da Casa Brasileira (MCB), em parceria com o Instituto Embraer, inaugurou no dia 1º de junho uma exposição que aborda o universo de criação do design nacional para artefatos concebidos para voar. Criada pelo arquiteto e artista Guto Lacaz, a mostra Design na Aviação Brasileira permanece em cartaz no museu paulistano até 20 de agosto.

A exibição conta a história da Embraer S.A., que apostou, desde sua fundação em 1969, no potencial inovador da engenharia e da criatividade nacional. “Como único museu no Brasil dedicado às questões do design, a oportunidade de mostrar esta tradição brasileira e trazer a trajetória de sucesso da Embraer ao grande público é um importante momento de reforço da missão da instituição”, comenta a diretora geral do MCB, Miriam Lerner.

O arquiteto e designer Rogério Batagliese, um colaborador voluntário do MCB, conta que a ideia da exposição surgiu após uma conversa com Miriam e com o diretor técnico, Giancarlo Latorraca, em que propôs “mostrar a forte presença do design no ambiente técnico/tecnológico, que o imaginário reputa como ambiente exclusivo da engenharia”, diz.

“Com esta exposição, em que técnica e invenção estão a serviço do homem, o Museu busca expandir a compreensão sobre a produção do design, que é capaz até mesmo de desafiar a gravidade e diminuir fronteiras”, relata Latorraca.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArcoWeb

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - José Eduard Brito






Arquiteto processa o escritório SOM por plágio

O arquiteto Jeehoon Park entrou com um processo contra o escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM), afirmando que o projeto do One World Trade Center em Nova Iorque foi roubado de um projeto que ele desenvolveu como estudante de pós-graduação no Illinois Institute of Technology em 1999.

O processo diz que o One World Trade, de 104 andares, tem uma "semelhança impressionante" com sua torre Cityfront '99 de 122 andares, que também contava com uma fachada de vidro de triângulos invertidos.

Park, que agora é presidente da Qube Architecture LLC em Suwanee, está exigindo indenização por danos não especificados, incluindo um suposto dano à sua empresa, e os créditos pelo projeto do edifício.

De acordo com o arquiteto, alguém do escritório SOM poderia ter visto a tese de pós-graduação quando ela foi exibida no saguão da universidade, ou através de seu então orientador, que agora trabalha para a empresa. Park também disse que o Cityfront '99 foi apresentado em uma cena do filme A Casa do Lago, de 2006, estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock, que também incluiu uma cena no saguão de um edifício em Chicago onde o SOM tinha um escritório.

Entre os outros acusados no caso estão entidades que participaram do projeto administradas pela Autoridade Portuária de Nova Iorque e Nova Jersey, incorporadoras e a empreiteira Tishman Construction Co.

"Ele só quer ser tratado de forma justa", disse Dan Kent, advogado de Park.

"Nosso cliente francamente não sabia quais eram seus direitos legais até que ele veio até nós", acrescentou Kent. "Nós acreditamos que estamos dentro de qualquer estatuto de limitação, e que ilícita é a conduta atual."

Via ArchDaily

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Leonardo Fleury Gomes



Caminhar pelas ruas de Campinas observando através da lente as construções, o ir e vir das pessoas e a interação com o comércio característico da região, foi uma experiência única e enriquecedora que o projeto Deriva do Bem me proporcionou. O meu muito obrigado.

Leonardo Fleury Gomes




Concurso Nacional – Habitação de Interesse Social – CODHAB – DF


Concurso Público Nacional de Projeto de Arquitetura para Habitação de Interesse Social em três grupos: habitação unifamiliar econômica, casa sobreposta e habitação coletiva econômica.  Busca-se através deste concurso elevar a qualidade das construções no DF, incentivando a participação de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo e engenharia.

O Concurso é Nacional, aberto, em uma etapa. Podem se inscrever no Concurso profissionais diplomados, legalmente habilitados e devidamente cadastrados.

08/06/2017 a 17/07/2017 – Período de inscrições
25/07/2017 a 28/07/2017 – Envio dos projetos

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Concursos de Projeto

terça-feira, 20 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Augusto Vale






Concurso Internacional – Passages Cordillera – Chile

Concurso Internacional Passages Cordillera em Valparaíso, no Chile. Em busca de soluções de mobilidade para a área conhecida como Cordillera, em Valparaíso, por meio de intervenções de conexões, passagens e intervenções urbanas de pequena escala em pontos estratégicos da área de intervenção, favorecendo as conexões entre a escala metropolitana e a escala de bairro.

Podem participar Equipes multidisciplinares, sem restrição de nacionalidade, nos termos do regulamento.

28/06/2017 – Encerramento das inscrições – Primeira Etapa

Mais informações, Vale o Clique!

Via Concursos de Projeto

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Ynara Julia





Gostei muito de ter participado, foi uma experiência maravilhosa e quero ir em outras derivas mais vezes.

Ynara Julia

O dispositivo que transforma poluição do ar em eletricidade

Poluição de ar mata. Por isso, pesquisadores da Universidade de Antwerp encontraram a saída para transformá-la em energia elétrica. O dispositivo, que cabe na palma da mão, é leve e só precisa da luz do sol para funcionar.

A transformação é dividida em duas etapas. Na primeira, o ar é purificado. Já na segunda, o gás hidrogênio, fonte de eletricidade, é gerado. A mudança é feita a partir de nanomateriais que funcionam como catalisadores e são capazes de quebrar a poluição do ar e produzir o hidrogênio – que, por sua vez, pode ser armazenado e utilizado como fonte de energia.

Sammy Verbruggen, pesquisador responsável pelo estudo, publicado recentemente, acredita que ainda há muito trabalho até que seja possível aplicar a tecnologia de forma escalável no dia a dia da população. “Ainda não descobrimos o ‘cálice sagrado’, mas temos na nossa frente um vasto campo de oportunidades”, explicou o cientista, que está trabalhando na escalabilidade e otimização do dispositivo.

De acordo com o site de notícias da universidade local, KU Leuven, o novo dispositivo é inspirado na tecnologia já usada atualmente em painéis solares. A diferença é que a novidade não produz energia fotovoltaica diretamente. Ela utiliza a luz do sol para gerar energia para purificar o ar e, com isso, produzir hidrogênio.

E tem mais: quanto mais poluído for o local onde está instalado o dispositivo, maior é a sua eficiência para produzir eletricidade.

Via The Greenest Post

domingo, 18 de junho de 2017

Mala de prateleira



Ela não é exatamente uma super-novidade, mas também não é tão comum assim de se ver. Estou falando da impressionante ShelfPack, que há tempos está no meu arquivo mental, mas só hoje resolvi postar. Trata-se de uma incrível combinação de mala e prateleiras que só dá pra acreditar vendo. Um mecanismo simples, mas cheio de engenhosidade, permite que se arrume a mala pré-organizando tudo nas prateleiras embutidas na ShelfPack. A mala-prateleira fechada mede 71 cm de comprimento incluindo as rodinhas, 45 cm de largura e 35 cm de profundidade. Ao puxar as hastes laterais surge uma verdadeira estante com prateleiras de 107 cm de altura. Perfeito para manter as coisas organizadas e sem precisar desfazer a mala. Ela custa no site oficial U$ 349,00. Confira!

Via Bem Legaus

sábado, 17 de junho de 2017

App reúne mapas das estações de metrô de 150 cidades do mundo

É inegável a ajuda que os smartphones têm dado aos viajantes. Na hora de explorar as cidades, o celular é um grande aliado, seja criando rotas e mapas ou informando quais os lugares mais legais para se visitar. Como o passeio é muito melhor a pé, andar de metrô é a solução, e eis aqui um aplicativo que vai te ajudar a circular pelas maiores e menores cidade do mundo.

Com mapas de metrô de 150 cidades, como Nova York, Londres, Madri, Amsterdã e São Paulo, o AllSubway substitui a papelada na hora de encontrar a linha certa e ainda funciona offline. Além dessa vantagem, ele informa os horários e tarifas dos trens e assim você não passa aperto nem na hora de contar as moedas.

O app está disponível para os sistemas iOS (US$ 0,99). Depois de baixar, você pode conferir as estações de metrô mais legais do mundo. Vale o Clique!

Via Nômades Digitais

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Lá do Alto / Ralph Paiva






Uma viagem pelo Japão em fotos a P&B

O fotógrafo Baris Ozturk, baseado na Suíça, é um verdadeiro apaixonado pelo street style. Seus projetos pessoais envolvem suas viagens pelo mundo onde, muito atentamente, consegue captar a essência das cidades por onde passa através das suas lentes.

Seu último projeto são fotografias de uma viagem que ele fez recentemente para Tóquio. Fascinado pela cultura japonesa, Baris já fez algumas viagens para a terra do sol nascente e, nessa última em especial, nos apresenta o cotidiano urbano japonês numa incrível série em preto e branco. Vale o Clique!

Via Nômades Digitais

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O menor adaptador universal inventado

Todo mundo já passou por uma situação parecida: chegar num país diferente e dar de cara com uma tomada diferente do que se está acostumado. Alguns viajantes mais prevenidos carregam consigo um adaptador universal, que geralmente é enorme e nada prático.
Pensando nisso, a startup Kickstart Success, de Londres, criou o Micro, um adaptador que, como o nome diz, é micro, mas apenas no tamanho, já que é enorme na função, sendo compatível com tomadas de mais de 150 países. Isso sem falar no design do adaptador, super moderno e descolado.

O projeto ainda está em fase de financiamento coletivo, mas já arrecadou mais de 14% do objetivo inicial, que era 15 mil libras. A partir de uma doação de 23 libras, já é possível garantir o seu adaptador, que será entregue até dezembro de 2017. Para saber mais, Vale o Clique!

Via The Greenest Post

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Foto drone e a geometria de Hong Kong, por Andy Yeung

Uma enorme e geométrica selva de pedra. Literalmente é o que podemos dizer de Hong Kong depois de ver algumas das incríveis imagens capturadas pelo fotógrafo Andy Yeung.

O projeto de Yeung foi chamado de “Walled City“, algo como “cidade murada”, e Yeung registrou belas imagens dos arranha-céus da cidade chinesa usando um drone, mas com um olhar que valoriza a geometria das construções e que em alguns momentos até lembram um jogo de Tetris. Mais fotografias, Confira!

Via B9


terça-feira, 13 de junho de 2017

Nova sede do Google em Londres terá parque na cobertura

O Google revelou nesta quinta-feira as primeiras imagens do edifício que planeja construir para abrigar todos os seus funcionários em Londres, Reino Unido. Já submetido às autoridades locais, o projeto de 11 andares chama a atenção pelo tamanho – com 92 mil m² de área, ele será mais longo do que o Shard (maior edifício da cidade) é alto – e pela presença de um jardim que ocupa toda a extensão de sua cobertura.

Jardim, claro, é o termo utilizado pela empresa. Mais adequado seria chamá-lo e parque, não só pelas dimensões, mas também pela presença de pomares com pés de morango, groselha e sálvia, e até de uma pista de corrida, um incentivo da companhia para que seus empregados mantenham a forma.

A autoria do desenho é de duas das mais proeminentes estrelas da arquitetura mundial hoje, os escritórios do inglês Thomas Heatherwick e do dinamarquês Bjarke Ingels, o BIG. Como é de praxe em todas as sedes da gigante da tecnologia espalhadas pelo mundo, haverá espaços pensados para o bem-estar dos trabalhadores, incluindo uma piscina, salas de massagem, academias e um ginásio poliesportivo.

Neste mesmo espírito fitness, e também por estar ao lado de uma das mais importantes estações de trem da cidade, a King’s Cross, o campus terá vagas para 686 bicicletas, e apenas 4 para carros. Se tudo correr como planejado, o prédio, que terá capacidade para abrigar até 7 mil pessoas, começa a ser construído no ano que vem. Vale o Clique!

Via Casa Vogue


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Novo aplicativo permite colorir fotos em P&B em segundos



Quem nunca viu uma antiga fotografia em preto e branco e ficou imaginando como seriam as cores daquele momento capturado? Embora a colorização de imagens (e até de vídeos) tenha avançado bastante nos últimos anos, ainda se trata de uma tarefa que demanda muito tempo. Mas podemos estar prestes a ver um grande salto.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley vêm desenvolvendo um software capaz de transformar o trabalho, que costuma levar horas manualmente, em algo automatizado e que pode ser feito em minutos – ou até segundos.

Richard Zhang é o líder da equipe responsável pelo que vem sendo chamado de I Deep Color. Eles usaram 1,3 milhão de fotografias para treinar o sistema, removendo as escalas de cor e fazendo com que ele as colorisse. Como nem sempre o programa é capaz de “adivinhar” qual cor usar, eles criaram um sistema para que o usuário guie o software.

Zhang e sua equipe lembram que em qualquer processo de colorização, manual ou automático, há um obstáculo para que as fotografias fiquem 100% fiéis à realidade: somente quem viu as pessoas, objetos ou paisagem retratados pode dizer se uma roupa era azul ou verde, por exemplo, então uma mesma foto pode ter versões diferentes dependendo de quem a colorir.

A versão mais recente do aplicativo pode ser baixada aqui. Vale o Clique!

Via Hypeness

Expoderiva 2017 - Campinas, Go - Altillierme Carlo



Caminhar pelas ruas de Campinas foi explorar a dualidade entre Passos e Pausas, Caos e Calmaria, Memória e Esquecimento. Reconhecer nos diversos tipos de muros diversas realidades: a margem da memória, do abandono ou do esquecimento. Sobretudo, nos faz refletir sobre a condição humana, valorizar os encontros e reencontros e pensar sobre cidade e cidadania.

Altillierme Carlo