domingo, 10 de dezembro de 2017

Teto solar inteligente para refrescar veículos


Entrar no carro depois de horas que o veículo está estacionado no sol em um dia quente é praticamente insuportável, não é? Pensando em minimizar esta questão, a empresa Webasto, que produz tetos solares, panorâmicos e conversíveis, desenvolveu sistemas com células solares integradas ao vidro do teto, que convertem a energia da radiação solar em energia elétrica.

A energia gerada permite o acionamento automático do sistema de ventilação elétrica enquanto o veículo está parado, diminuindo assim o calor extremo e refrescando o interior do carro em até 20°C. Se a temperatura interna for de 50°C, por exemplo, pode chegar a 30°C com este sistema.

“Um interior não tão quente evita que os motoristas liguem o ar-condicionado no nível máximo para resfriar o ambiente assim que entram no veículo, reduzindo consideravelmente o consumo de combustível e, consequentemente, a emissão de CO₂”, disse a empresa em nota.

Essa redução na emissão de CO₂ na atmosfera é um dos principais desafios da indústria automotiva e um dos mais importantes do mundo. Capturar energia solar por meio de células solares integradas no teto é uma saída.

A empresa desenvolve ainda projetos para aumentar a eficácia das células solares e gerar energia suficiente para carregar a bateria do veículo. Isso também alivia o alternador – responsável por produzir a energia necessária para os equipamentos elétricos do carro como, por exemplo, dar a partida.

Dessa forma, em veículos equipados com células solares no teto com capacidade para carregar baterias, o motor de combustão interna pode, em média, reduzir a emissão de CO₂ em até 2,3 g/km, dependendo do combustível.

Via Ciclo Vivo

sábado, 9 de dezembro de 2017

Minicasa móvel conta com estufa e varanda




Cada dia mais, viver em ambientes pequenos e funcionais tem sido uma opção para lidar com uma sociedade de excessos. E não necessariamente o pequeno e funcional precisa deixar de ser charmoso! A Olive Nest Tiny Homes criou um modelo de casa móvel que é uma gracinha – e ainda conta com uma pequena estufa.

O modelo Elsa tem, no total, 30 metros quadrados de área útil, com uma sala arejada que acomoda bem uma poltrona e um sofá retrátil de tamanho comum, que ainda serve como uma cama extra para convidados.

O truque da casa móvel é o armazenamento: armários embaixo de escadas, espaços extras que são aproveitados (como um vão entre um degrau e outro) e a própria disposição dos móveis. O quarto com cama de casal fica no ‘andar superior’ e é bem iluminado e arejado, mas contém apenas a cama e uma pequena mesa de cabeceira para otimizar o espaço.

A cozinha é igualmente ampla e comporta uma geladeira e um fogão de tamanho padrão, uma pia de aço inoxidável e uma mesa móvel, onde os seus habitantes podem comer tranquilamente e de maneira confortável.

O maior destaque, porém, é o segundo trailer menor acoplado à casa, que contém uma estufa que é o sonho de qualquer amante da jardinagem. A pequena estrutura oferece a oportunidade de plantar legumes e verduras o ano inteiro – e manter uma produção sustentável de alimentos –, além de contar com uma pequena varanda (com direito à um banco-balanço), perfeita para aproveitar as noites de verão. Vale o Clique!

Via Casa Abril

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Brasil inicia operações dos dois maiores parques solares da América Latina

A Enel, por meio de sua subsidiária de energia renovável Enel Green Power Brasil (EGPB), iniciou operação de 546 MW de projetos solares fotovoltaicos no Brasil, sendo 254 MW do parque solar Ituverava e 292 MW do parque solar Nova Olinda, que são os maiores parques solares da América do Sul atualmente em operação. Ituverava fica no município de Tabocas do Brejo Velho, Estado da Bahia, e Nova Olinda está localizada no município de Ribeira do Piauí, no Estado do Piauí.

A Enel investiu aproximadamente 300 milhões de dólares americanos na construção de Nova Olinda, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia, e que serão financiados por meio de recursos próprios do grupo, assim como por um empréstimo de longo prazo concedido pelo Banco do Nordeste. O parque solar de Nova Olinda (292 MW), que é composto por quase 930 mil painéis solares em uma área de 690 hectares na região do semiárido, será capaz de produzir mais de 600 GWh por ano quando estiver em plena operação, o suficiente para atender às necessidades de consumo de cerca de 300 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 350 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

A construção da planta solar de Ituverava exigiu investimento
s de cerca de 400 milhões de dólares americanos, também parte dos investimentos previstos no plano estratégico do grupo. O parque Ituverava é financiado por recursos próprios do grupo, assim como por um financiamento de longo prazo fornecido pelo Banco da China e Santander. A planta é composta de cerca de 850 mil painéis distribuídos em uma área de 579 hectares e, uma vez em plena operação, será capaz de produzir mais de 550 GWh, o suficiente para atender às necessidades de consumo de mais de 268 mil lares brasileiros, evitando a emissão de mais de 318 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Os dois parques solares são apoiados por um acordo de compra de energia (Power Purchase Agreement, – PPA sigla em inglês) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de cerca de 2.276 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 716 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 275 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 103 MW solares.

Via Ciclo Vivo

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Após 25 anos, Fórmula 1 apresenta Redesign para próxima temporada

Desde que assumiu o comando da Fórmula 1, o grupo Liberty Media mudou a forma de como a categoria se comunica com os fãs. Mas neste domingo, na última corrida do ano, os novos donos deram um passo ousado no processo de transformação e mexeram na identidade da F1, o logotipo, a marca principal que representava a categoria desde 1994. O novo design, feito pela agência Wieden+Kennedy London, chega para "mostrar inovação" e foi apresentado no pódio do GP de Abu Dhabi

Apesar da marca antiga estar em ação há 23 anos e ter se tornado icônica com o número “1” escondido no meio da marca, Sean Bratches, chefe comercial da F1, afirmou que era demasido sutil para muita gente.

- Nós temos grande apreço pela marca. Ela serviu a F1 muito bem nos últimos 23 anos, mas, em termos de onde levaremos o negócio e nossa visão, aquele espaço negativo com o ‘1’ não vai bem no digital. Se eu fizesse uma enquete com as pessoas para discutir a logo desde que chegamos aqui, muitos deles passaram anos sem perceber que o espaço no meio era um "1". Então, queríamos manter algo mais simples e claro. Acho que é importante para o espaço digital - afirma.

E a F1 não está brincando com o logo mesmo. Pelo circuito de Abu Dhabi já é possível ver a marca indicando os locais dentro do autódromo.

Via G1 Globo Esporte

Foster + Partners é selecionado para projetar extensão do aeroporto de Marselha

O escritório Foster + Partners venceu o concurso de projeto para a extensão do aeroporto de Marselha, que aumentará a capacidade do terminal para 12 milhões de passageiros por ano. O projeto será desenvolvido em duas etapas e acrescentará um novo pavilhão central ao edifício existente - composto atualmente pela estrutura original dos anos 1960, projetada por Fernand Pouillon e uma extensão construída em 1992, de Richard Rogers - e uma nova plataforma de acesso às aeronaves.

A primeira fase do projeto, dedicada ao novo "coração" do edifício, consiste em um pavilhão de 22 metros de altura que pretende simplificar o fluxo de passageiros. Inspirando-se na estrutura original dos anos 60, o anexo contará com grandes claraboias e áreas verdes internas que contribuirão para um ambiente bastante iluminado e agradável.

"O aeroporto de Marselha cresceu muito e de forma incremental nos últimos 60 anos", afirmou Grant Brooker, chefe de estúdio da Foster + Partners. "Nosso objetivo é projetar um generoso pavilhão que reconecte todas as partes dos edifícios existentes, simplificando o fluxo de pessoas entre eles e criando um novo portal de acolhimento para a região. O novo terminal possui um terraço panorâmico com vista para o aeroporto e a paisagem natural, e é totalmente iluminado por claraboias, absorvendo a luz solar provençal e homenageando o arrojado espírito arquitetônico do edifício original de Fernand Pouillon."

"As interfaces entre os edifícios antigos e novos estão claramente articuladas, através de um portal distinto", acrescentou Foster + Partners em seu comunicado de imprensa. "Os espaços interiores fluem perfeitamente de um edifício para o outro, com um layout flexível que pode ser adaptado para os edifícios existentes".

Via ArchDaily


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Sebastião Salgado - o 1º brasileiro a ingressar na Academia de Belas Artes da França



Pela primeira vez na história, um brasileiro ocupará uma cadeira na Academia de Belas Artes da França. Sebastião Salgado, fotógrafo de 73 anos conhecidos por suas imagens expressivas em preto e branco, acaba de ser nomeado pelo conselho e, nesta quarta-feira (06/12), tomará posse.

O setor fotógrafo da academia foi criado há 10 anos e ocupa apenas quatro cadeiras entre os 52 existentes na instituição. Sebastião Salgado entrará no lugar de Lucien Clergue, que faleceu em 2014, e estará representando o Brasil na companhia dos franceses Jean Gaumy e Yann Arthus-Bertrand e o marroquino Bruno Barbey.

Segundo a Folha de S. Paulo, Salgado vestirá um costume assinado pelo estilista Pierre Cardin e contratará uma empresa para fornecer caipirinhas e outros quitutes que representem o país.


Via Casa Vogue

Uma casa feita de LEGO está disponível para hospedagem no Airbnb






Prepare-se para viver seu sonho de infância! A LEGO House em Billund, na Dinamarca, fez parceria com a Airbnb para oferecer a uma família a chance de passar a noite em uma casa composta por 25 milhões de peças de legos. Esta é uma oportunidade incrível, e a residência de dois andares tem características incríveis.

A casa é adequada para crianças, já que quase tudo dentro é feito de tijolos LEGO – a cama, a piscina e até mesmo um ursinho gigante, tudo é feito com LEGO. Outros objetos peculiares em exibição incluem um jornal de tijolos e uma bandeja de café de LEGO. Até o despertador é feito com as peças.

Se os hóspedes se sentem como se estivessem faltando alguma coisa, há muito mais tijolos para construir – os clientes podem usar a máquina de moldagem LEGO no lobby para construir peças extras. Outras atrações que uma família pode desfrutar incluem a “Árvore da Criatividade” (que é construída a partir de mais de 6 milhões de tijolos) e “Zonas de Experiência” que permitem dirigir seu próprio filme , criar carros robóticos e até projetar cidades inteiras. O LEGO também mostra obras-primas feitas por fãs de todo o mundo na Masterpiece Gallery.

Embora a LEGO House seja uma atração turística popular na cidade dinamarquesa, os visitantes normalmente não podem ficar a noite. Para entrar na competição, uma família precisa compartilhar a única coisa que eles construiriam se tivessem um suprimento ilimitado de tijolos LEGO. Os vencedores terão a oportunidade de trazer o objeto à vida, graças à ajuda do mestre construtor Jamie Berard.

Via Engenharia É

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MVRDV planeja parque do futuro em Xangai

 No distrito de Pudong, em Xangai, China, o Zhangjiang Hi-Tech Park funciona como centro empresarial e industrial para quatro mil empresas e como bairro residencial para os 100 mil funcionários e famílias que trabalham ali.

Em breve, o Zhangjiang Hi-Tech Park também contará com um parque do futuro de 56 mil metros quadrados, planejado pelo MVRDV para fornecer os espaços públicos que estão faltando na região.

“O projeto MVRDV para o Future Park visa inserir um novo complexo urbano que, por um lado, expressa o caráter atual de Zhangjiang e, por outro lado, expressa suas ambições futuras. O Future Park estará localizado em uma ilha, no cruzamento entre valiosas áreas verdes e corpos d’água. O conceito decorre de uma combinação de natureza, cultura e entretenimento para fornecer a área não apenas com serviços, mas com um destino reconhecível”, o escritório explicou.

Chamado Future Park, o projeto vai integrar gramados, praças e quatro prédios: uma biblioteca, um teatro e centros de arte e esportes. Ali, o destaque será o topo das construções que, em diversos formatos, se transformarão em parques suspensos e interconectados.

Na biblioteca, o átrio oferecerá um espaço para socialização e leitura, além de áreas menores com controle de luz e som. O centro de arte receberá exposições temporárias e terá no acervo uma pequena coleção de pinturas e esculturas. O teatro será divido em dois ambientes: um maior, com capacidade para 700 pessoas, e um menor, que acomodará 300 expectadores. Por último, o centro esportivo terá foco nas modalidades aquáticas e com bola.

Via Casa Cláudia


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Conjunto residencial chinês imita formas das montanhas

O escritório MAD projetou, na província chinesa de Anhui, um conjunto de torres residenciais com formas que se adaptam aos contornos das montanhas ao redor, da serra de Huangshan, na beira do Lago Taiping. São dez prédios que simulam o formato de uma montanha, com base maior e cume menor.

O projeto faz parte de um plano para melhorar a região do Lago Taiping, em Huangshan, um popular destino turístico do país.

O design baseia-se na ideia da cidade de Shanshui, um conceito arquitetônico criado pelo fundador da MAD, Ma Yansong, que se inspira em pinturas de paisagens chinesas. Ele visa ajudar os habitantes a se reconectarem com o ambiente natural. “A impressão que temos do Lago Taiping em Huangshan é vaga: cada visita a este lugar produz diferentes pontos de vista e impressões”, disse Ma ao Dezeen.

Com o projeto, o arquiteto pretende que os moradores não apenas admirem o cenário natural, mas se sintam como parte dele. “Ao observarem a si mesmos, talvez cada um possa perceber um eu diferente do que o que vêem na cidade”, complementou.

Varandas onduladas cercam cada andar rodeado por vidros. As formas sinuosas fazem com que não haja dois apartamentos iguais. Cada edifício tem uma altura e um formato diferente e foram concebidos respeitando os níveis das montanhas. Eles são ligados por caminhos que se estendem pela floresta.






Via Casa Cláudia

domingo, 3 de dezembro de 2017

Este será o maior jardim botânico da Arábia

Grimshaw architects, Arup Engineering e Haley Sharpe Design foram escolhidos pelo Sultão Qaboos bin Said Al Said para desenhar o maior jardim botânico da península Arábica, o Oman Botanic Garden.

Localizado em Al Khoud, há 35 quilômetros de Mascate, a capital de Omã, o jardim botânico, que já está em processo de construção, será o único no mundo que representará toda a flora de um país nas características específicas dos respectivos habitats naturais de cada planta.

O local escolhido é um dos únicos do mundo em que o relevo oceânico do mar que antigamente cobria a peninsula continua intacto. Por isso, os escritórios Arup e Grimshaw aproveitaram os cumes e ravinas para projetar edifícios e passarelas que integram-se cuidadosamente à superfície ondulosa.

Com a orientação do próprio sultão, os arquitetos desenharam um ambiente equilibrado entre o conforto ecológico e dos próprios visitantes. Por isso, incluíram no projeto uma otimização da iluminação natural, equipamentos para regular as sombras ativa e passivamente, resfriamento condicionado e uma eficiente sistema de irrigação.

“Nós aproveitamos os inúmeros e únicos desafios presentes pelo Oman Botanic Garden; desde desenhar paisagens autenticas e naturais a recriar a névoa fria de Khareef. Mais de 700 dos nossos engenheiros e designers especialistas estavam engajados em explorar e achar soluções que seriam dignas de um projeto tão criativo e ambicioso.” – afirma Ed Clarke, diretor sócio do escritório Arup.

Via Casa Cláudia


sábado, 2 de dezembro de 2017

As primeiras imagens do novo Tribunal de Paris, de Renzo Piano

As primeiras imagens do novo Tribunal de Paris, na França, acabam de ser reveladas pelo fotógrafo Sergio Graza. Com assinatura do arquiteto italiano Renzo Piano, o projeto reunirá todas as instalações jurídicas da cidade (que atualmente estão dispersas em torno da capital) em um único edifício. Localizado na região de Clichy-Batignolles, ao norte de Paris, ele será o maior complexo de tribunais da Europa.

Com 160 metros de altura, o edifício do novo Palácio da Justiça parisiense compreende volumes empilhados e revestidos com vidro. As construções começaram há sete anos e o projeto está previsto para ser inaugurado já no primeiro semestre de 2018. Ao criar a estrutura, Renzo Piano e sua equipe buscaram reduzir a escala aparente do edifício, dividindo-o em quatro volumes de tamanho decrescente.

Os blocos empilhados resultam em grandes terraços, que juntos ocupam cerca de um hectare do terreno. As áreas foram transformadas em jardins e espaços de convivência, que têm como plano de fundo o incrível skyline de Paris. Cada unidade conta com aproximadamente 10 andares e abriga escritórios e salas de reuniões dos magistrados, do Ministério Público e dos juízes.

Do ponto de vista ambiental, o projeto emprega uma série de estratégias, incluindo o uso da ventilação natural, a incorporação de painéis fotovoltaicos na fachada e a coleta de águas pluviais.

Via Casa Cláudia


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Cabanas minimalistas criadas pela Muji finalmente estão à venda






Apresentadas ao público pela primeira vez durante a Tokyo Design Week 2016, as cabanas minimalistas com estrutura pré-fabricada criadas pela Muji já estão sendo comercializadas no Japão. Construídas em parceria com Konstantin Grcic, Jasper Morrison e Naoto Fukasawa, as microcasas, que contam com menos de 10 metros quadrados, estão à venda na loja japonesa por US$ 26.000,00 (cerca de R$ 85.000,00).

Apesar do tamanho super compacto, a empresa afirma que até quatro pessoas podem viver na cabana confortavelmente. A estrutura é prática e funcional. Na área interna, o chão é fabricado com uma base de jangada que oferece benefícios de aquecimento e de fácil limpeza, “bem como uma sensação natural e semelhante à terra para os usuários”, afirma a Muji.

Já o revestimento de madeira queimada nas paredes oferece propriedades anti-sépticas e durabilidade, garantindo que a estrutura resista às ações da natureza. As paredes interiores são entregues vazias, prontas para que o cliente personalize a cabana do modo que preferir.








Via Casa Cláudia


Fotógrafa registra algumas das árvores mais antigas do mundo

 A fotógrafa Beth Moon passou 14 anos em uma busca pelas árvores mais velhas do mundo. Nesse período, a profissional de São Francisco, nos Estados Unidos, viajou pela África, Europa, Ásia, Oriente Médio e o seu país - capturando belíssimas imagens da natureza.

Beth publicou 60 de suas imagens em preto e branco no livro Ancient Trees: Portraits Of Time (Abbeville Press). A fotógrafa selecionou as árvores pela idade, tamanho e história - a mais antiga delas tinha 4.800 anos!

Entre as imagens estão os baobás de Madagascar, chamados de "árvores de cabeça para baixo", por causa da falta de proporção entre os troncos gigantes e galhos pequenos. Outro exemplo são os dragoeiros, espécie em formato de guarda-chuva com seiva avermelhada, que cresce apenas na ilha de Socotra, no nordeste da África.

"De pé como um dos maiores e mais antigos monumentos da Terra, creio que essas árvores simbólicas ganharão significância maior, especialmente em um tempo quando nosso foco está direcionado a encontrar as melhores maneiras de viver com o meio ambiente", conta Beth. Vale o Clique!

Via Casa Vogue


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

ZUtA é uma impressora portátil



Já pensou em formas de modernizar impressoras? Isso parecia quase impossível, mas uma impressora pequena, moderna e portátil conseguiu fazer isso. A ZUtA Labs imprime entre 1 a 1,5 por minuto e funciona durante uma hora antes de precisar ter sua bateria recarregada.

Ela é desenvolvida pela startup israelense ZUtA Labs e está em fase de pré-venda. De acordo com o fabricante, um cartucho é capaz de imprimir mais de cem páginas e o gadget pode se conectar a PCs, tablets e smartphones por internet sem fio. Por enquanto ela só imprime na cor preta. Vale o Clique!

Via zupi

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Uma casa em uma vaga de carro







Aqui está a TIKKU, uma casa funcional, ecológica e que cabe no espaço de um estacionamento para veículos. Um conceito de arquitetura pensado para responder ao problema de espaço encontrado nas cidades, mas também para reduzir a importância dada aos carros nas cidades modernas.

Apesar do pouco espaço ocupado no solo, a casa TIKKU tem três andares, espaços funcionais e uma varanda. Para ser auto suficiente se falado sobre energia, a casa é equipada com banheiros secos e painéis solares.

O projeto é do estúdio finlandês Casagrande Laboratory e foi apresentado durante a Helsinki Design Week. Confira!




Via zupi

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Financiamento coletivo viabiliza calendário ilustrado por Athos Bulcão

Famoso por mesclar suas obras à arquitetura, Athos Bulcão é um artista múltiplo que trabalhou em diversos suportes, entre eles, claro, os azulejos. São de autoria de Bulcão, murais, painéis e relevos para os edifícios do Congresso Nacional, Palácio do Itamaraty, Palácio do Jaburu e a Capela do Palácio da Alvorada, por exemplo.

Carioca, Athos mudou-se para Brasília em 1958 para colaborar com a construção da cidade, e lá se tornou famoso por estampar e ressaltar o concreto das construções da capital federal, aonde viveu até a sua morte em 2008.

Este ano, em homenagem ao centenário do artista e a sua rica obra, a Fundação Athos Bulcão lançou uma campanha de financiamento coletivo para a realização do Calendário Ilustrado 2018. O projeto gráfico, que completa 20 anos de existência, terá uma edição especial, com 10.000 exemplares, e fará parte de um conjunto extenso de ações realizadas pela Fundação. Vale o Clique!

Via Casa Vogue

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Fotografo transforma casais em miniaturas criativas






As fotos de Ekkachai Saelow são hiper criativas e diferentes do que estamos acostumados a ver. Com técnicas digitais ele transformou os noivos em miniaturas. Um trabalho super bacana que, Vale o Clique!



Via Assuntos Criativos


domingo, 26 de novembro de 2017

Dropbox tem maior mudança de design em 10 anos



O Dropbox anunciou esta semana uma das maiores modificações de design e posicionamento de marca da empresa. O serviço ganhou uma mudança de identidade visual completa, passando a adotar um novo logo e a exibir novas ilustrações.

A alteração na identidade visual foi concebida para marcar uma nova fase. O Dropbox não quer ser mais conhecido apenas como um serviço para guardar arquivos na internet. A companhia, que completa dez anos em 2017, que ser lembrada como um espaço para o compartilhamento de criatividade e colaboração.

“O Dropbox não é apenas um lugar para armazenar seus arquivos. Somos um espaço de trabalho vivo onde pessoas e idéias se juntam”, explicou em um post no blog  Carolyn Feinstein, CMO da empresa. “O design reflete nossa paixão: construir ferramentas que ajudem as equipes a encontrar foco, manter seu fluxo e liberar sua energia criativa”, detalha.

No logotipo, sai a box com abas flexíveis e entra uma nova caixa, agora composta por um conjunto de losangos uniformes. Também entra uma nova tipografia,  em preto e não mais em azul. Agora a marca utiliza a fonte da família Sharp Grotesk, com diferentes pesos e estilos, o que torna o logotipo mais adaptável.

A nova paleta de cores aposta em contrastes pouco convencionais. As novas ilustrações foram pensadas a partir do primeiro conjunto de desenhos criados pela empresa com traços simples feitos a mão, mesclando formas coloridas e abstratas.

A nova identidade visual foi criada por um conjunto de estúdios. Além da equipe própria do Dropbox, participaram da concepção do projeto as agências Collins, Instrument, XXIX, Sharp Type, e Animade. Vale o Clique!

Via B9

sábado, 25 de novembro de 2017

O homem que apareceu na capa do disco Abbey Road, dos Beatles







Não é por acaso que os Beatles são a banda mais estudada e pesquisada da história da música popular: para um beatlemaníaco, ou mesmo para alguém realmente interessado na música e na cultura do século XX, qualquer personagem que tenha minimamente se aproximado e feito parte da história da mais importante banda de todos os tempos merece atenção e curiosidade.
E uma questão frequentes surgiu a partir de setembro de 1969, quando Abbey Road, o último disco gravado pela banda, foi lançado, é: quem é afinal o homem na calçada, ao fundo à direita, olhando para os quatro músicos atravessando a rua na icônica foto da capa do disco?

A resposta surgiu cerca de um ano depois do lançamento do disco, quando o inglês Paul Cole olhou a capa do álbum em sua casa, enquanto sua esposa estudava ao piano a canção “Something”, de
George Harrison, presente no disco, e foi tomado por espanto: aquela pessoa ao fundo da foto era ninguém menos que ele mesmo.

Cole estava com sua esposa na manhã do dia 8 de agosto de 1969, passeando pela rua onde a foto foi tirada, e decidiu descansar por ali enquanto ela seguia seu passeio por Londres. Ao parar para papear com um policial em uma viatura estacionada, ele reparou na foto sendo tirada. Mal sabia ele que passaria a constar em uma das mais memoráveis fotos e capas de disco da história.

“Aconteceu de eu levantar os olhos e ver aqueles caras atravessando a rua, como uma linha de patos”, afirmou Cole. “Um bando de malucos, eu os chamei assim, porque eles tinham um visual bem radical para a época. Não se andava em Londres com os pés descalços.” Cole não era um fã da banda, mas sua imagem, porém, estará para sempre atrelada aos Beatles, especialmente depois das mais de 30 milhões de cópias – e consequentemente da foto, tirada por Ian Macmillan – vendidas de Abbey Road.

Como tudo que diz respeito à banda, porém, há diversas teorias por trás de cada mínima história, e no caso de Cole não seria diferente. Diversos pesquisadores afirmam que a história de Cole é simplesmente uma invenção, criada por ele e reproduzida pela imprensa, e que o homem na capa do disco permanece um mistério.

Resolver tal dilema, porém, não é tarefa fácil, especialmente considerando que Paul Cole faleceu em 2008, aos 96 anos – ainda sem maiores admirações pela música dos Beatles, mas tendo realizado o maior photobomb da história. Vale o Clique!

Via Hypeness 

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Edifício com floresta vertical será construído em Toronto




Se a construção de prédios é uma realidade irreversível para acomodar a crescente população das grandes cidades, nada melhor que encontrar soluções para tornar tais moradias mais ecológicas. Exemplo disso, é o edifício cercado por verde projetado para a cidade de Toronto, no Canadá.

Com unidades modulares pré-fabricadas, cada apartamento possuirá uma fachada de madeira e amplas varandas para serem cultivadas espécies de todos os tipos. A intenção é criar um refúgio verde em meio à loucura da maior cidade canadense.

A torre foi desenvolvida pelo escritório de arquitetura Penda, especializado em projetos ecológicos, com a empresa canadense Timber. Chamado de “Toronto Tree Tower”, trata-se de um prédio de uso misto com 18 andares. A maioria dos apartamentos é residencial, mas há uma parte comercial com café, creche e até espaços de oficina para seus moradores.

A madeira é o elemento principal da construção. Ela está presente desde a estrutura até em forma de painéis no revestimento da fachada. Já as plantas oferecem diversos benefícios, como isolamento de ruídos, melhora na qualidade do ar, além de proporcionar uma temperatura mais agradável. Essa combinação foi pensada para que os módulos imitem ramos de árvore.

“Nossas cidades são uma montagem de aço, concreto e vidro. Se você percorrer a cidade e de repente ver uma torre de madeira e plantas, isso vai criar um contraste interessante”, afirma Chris Precht, arquiteto da Penda. “Isso pode ser um modelo para um desenvolvimento ambiental amigável e extensões sustentáveis de nossa paisagem urbana”, acredita ele. Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Deriva do Bem 2017, Cidade de Goiás




Derivantes, infelizmente tivemos que adiar nossa Deriva do Bem na Cidade de Goiás, edição 2017. Nossa agenda acabou sendo comprometida com a previsão do tempo chuvoso e outras demandas que não conseguimos otimizar a tempo. Provavelmente faremos a Deriva do Bem na Cidade de Goiás ainda no primeiro semestre de 2018, evitando o período chuvoso. Agradecemos a participação de todos na Deriva do Bem 2017, e aproveitamos para desejar um novo ano bacana, de vida, saúde e paz.

Abraço nosso!
Equipe Deriva do Bem

Pesquisadores desenvolvem concreto que resiste a terremotos



Pesquisadores da University of British Columbia desenvolveram um novo tratamento de concreto reforçado com fibra que pode "aumentar drasticamente a resistência contra terremotos de estruturas sismicamente vulneráveis".

Chamado EDCC (eco-friendly ductile cementitious composite), o material é projetado no nível molecular para reagir de forma semelhante ao aço - com alta resistência, ductilidade e maleabilidade. Quando pulverizado na superfície de paredes internas de concreto, ele torna-se um reforço contra intensidades sísmicas tão altas como o tremor de magnitude 9.0-9.1 que atingiu Tohoku, Japão em 2011.

"Nós pulverizamos várias paredes com uma camada de EDCC de 10 milímetros de espessura, o que é suficiente para reforçar a maioria das paredes interiores contra abalos sísmicos", diz Salman Soleimani-Dashtaki, candidato a doutorado no departamento de engenharia civil da UBC. "Então nós os submetemos a terremotos de nível de Tohoku e outros tipos e intensidades de terremotos - e não conseguimos rompê-las".

Combinando cimento, fibras à base de polímeros, cinzas volantes e outros aditivos industriais, EDCC também é surpreendentemente sustentável para o meio ambiente - quase 70 por cento do cimento necessário em fórmulas tradicionais é substituído por cinzas volantes, um produto de resíduos industriais.

"Este é um requisito bastante urgente, uma vez que uma tonelada de produção de cimento libera quase uma tonelada de dióxido de carbono para a atmosfera e a indústria de cimento produz cerca de sete por cento das emissões globais de gases de efeito estufa", comentou o professor de engenharia civil da UBC e supervisor de projeto, Nemy Banthia.

O material será usado na aplicação prática pela primeira vez neste outono, como parte de uma adaptação sísmica da Escola Primária Dr. Annie B. Jamieson, em Vancouver. As futuras aplicações incluem a renovação de uma escola em Roorkee, na região de Uttarakhand, na Índia, onde os terremotos são comuns e para construir casas resilientes em outros países. Capaz de ser aplicado a uma variedade de estruturas de concreto, os pesquisadores também preveem seu uso na construção de tubulações, pavimentos, plataformas offshore, estruturas resistentes a explosões e pisos industriais.

A pesquisa foi financiada pelo Centro de Pesquisa de Excelência IC-IMPACTS do Canadá-Índia, uma organização de pesquisa que promove a colaboração entre o Canadá e a Índia. Vale o Clique!

Via ArchDaily (http://www.archdaily.com.br/br/882345/pesquisadores-desenvolvem-concreto-que-resiste-a-terremotos)

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

As coincidências planejadas, por Denis Cherim






Como parte de sua série intitulada Coincidence Project, o fotógrafo Denis Cherim parece fazer milagres em seus registros. As fotografias são tiradas no lugar e momento exato, sempre brincando com perspectivas, escalas, e talvez até um pouco da sorte. Cherim coloca-se num ponto preciso e estratégico para fotografar.

O artista já viajou por Londres, Madri, Valência e Plovdiv, agora ele participa de uma residência por 3 meses em Taiwan no Pier-2 Art Center. Você pode acompanhar mais de seu trabalho no Instagram. Confira!

Via zupi


terça-feira, 21 de novembro de 2017

Cidade iraquiana será reconstruída com módulos em 3D




Cidade iraquiana destruída pela guerra será reconstruída com módulos em 3D feitos de escombros. Criado pelo arquiteto belga Vincent Callebaut, projeto irá abrigar desalojados em mais de 10 mil casas.

O arquiteto belga Vincent Callebaut, vencedor do Prêmio Rifat Chadirji, apresentou uma proposta sustentável para a reconstrução da cidade de Mossul, no Iraque. A competição desafiou escritórios do mundo todo a apresentarem ideias para reerguer das ruínas a cidade, que é a segunda maior do país e foi reconquistada em julho. Callebaut apresentou o projeto “The 5 Farming Bridges”, cinco pontes agrícolas que serão construídas com estruturas em 3D, impressas usando como matéria-prima os escombros da própria guerra.

As pontes serão construídas sobre as ruínas. Nelas, estarão alojamentos modulares empilhados, que poderão ser acrescentados e ter seu tamanho ajustado conforme a necessidade, fazendo uma espécie de floresta urbana. Os módulos de cada uma das casas serão impressos em 3D e, neles, a ideia é utilizar como matéria-prima as ruínas da tragédia.

Apesar de moderna, a arquitetura dos módulos foi inspirada em mugarnas, abóbadas características da arquitetura islâmica desde a época medieval. Com essa estratégia estética, Callebaut conseguiu criar casas que não apenas irão reconstruir a cidade, como respeitar sua história e sua cultura.

Entre alguns módulos de uma casa e outra, o escritório também previu espaços para a plantação de árvores que irão formar áreas agrícolas responsáveis pela alimentação dos habitantes dessas moradas. Irrigados com as águas do Rio Tigre, os pomares também irão oferecer um conforto térmico à residência, o qual também será intensificado com a presença das mugarnas e de grandes janelas que criarão um sistema de ventilação cruzado e farão o ar circular pelos espaços. Nas casas construídas nas áreas superiores, compositores de biomassa irão transformar os dejetos dos moradores em fertilizantes biológicos para os pomares. Com isso, o objetivo é criar um sistema sustentável e autossuficiente: os pomares irão alimentar os moradores, que irão produzir o que será usado como fertilizantes dos próprios pomares.

Se de fato implementado o projeto, as máquinas de 3D terão capacidade para imprimir 30 casas por dia, totalizando quase 55 mil casas em cinco anos – número que dará conta de abrigar os desalojados das 10 mil casas destruídas pela guerra. A expectativa é que sejam investidos US$ 1 bilhão. Vale o Clique!

Via Casa Vogue

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Expansão do Norton Museum terá jardim público projetado por Foster + Partners





O Norton Museum of Art em West Palm Beach, Flórida, apresentou o primeiro jardim público projetado por Foster + Partners como parte do projeto de expansão do museu que custará cerca de US$100 milhões. Com uma variedade de plantas sub-tropicais nativas e espaços de encontro, o jardim foi concebido como "um novo espaço de convívio para a população local".

"Desde o início, concebemos o projeto de expansão do Norton como uma oportunidade única para criar uma nova imagem do museu, que referencia o projeto original, proporcionando um espaço mais acolhedor e convidativo para as pessoas", comenta Sir Norman Foster.

"Em nosso masterplan, definir o sentido de lugar do Norton foi fundamental para nós - neste caso, a natureza subtropical exuberante da Flórida. Por isso, propusemos o edifício do museu dentro de um jardim, criando áreas abertas que recebem atividades artísticas e permitem que a programação do museu se estenda para foram do seu limite físico".

Inserido em um masterplan de mais de 25.000 metros quadrados, o novo complexo contará com uma série de pavilhões de inspiração Art Déco, que circundam um pátio central criando corredores sombreados que conectam os "jardins cobertos" ao longo do eixo sul do museu. A exuberante vegetação é responsável por configurar os espaços expositivos no interior dos jardins de Pamela e Robert B. Goergen, os quais irão abrigar 11 grandes obras de arte doadas à instituição pelo casal, incluindo obras contemporâneas de Keith Haring, George Rickey e Mark di Suervo.

Na área central, um grande gramado receberá a programação ao ar livre, como o"Art After Dark" entre outros eventos, apresentações e exposições. Inspirado no histórico ficus plantado na abertura do museu em 1941 (que será o elemento principal da nova entrada oeste do museu), a Foster + Partners também incluiu um "jardim maduro" com oitenta e duas árvores adultas, cujas copas irão se integrar imediatamente com a estrutura da cobertura curva da expansão. Mais detalhes, imagens e vídeos, Vale o Clique!

Via ArchDaily